Marca SóBahêa

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domingo, 9 de agosto de 2020

TRI, TRI, BAHIA É TRI E FORA ...

Quando se avalia uma política pública, vc deve olhar, dentre outros, três aspectos, a eficiência, a eficácia e a efetividade da implementação da política pública. Fazendo uma análise simplória desses três aspectos na conquista do nosso tricampeonato, concluo que a efetividade foi alta, pois o título, o objetivo final, foi alcançado. Quanto a eficácia, classificaria apenas como mediana, pois nem toda entrega foi realizada, em especial na parte pós-paralisação devido à pandemia, foram 6 jogos nesta volta, com 2 triunfos, 3 empates e 1 derrota, considerando o nível dos adversários, com certeza se esperava um maior número de triunfos. Por fim a eficiência, quando se considera o gasto realizado nas entregas, fomos bem na fase pré-paralisação, o time era barato e as entregas foram realizadas por um custo razoável. Porém, fomos muito mal na fase pós-paralisação, usamos um time caro para entregas apenas razoáveis. Na final então, nossa eficiência foi zero, apenas 2 jogadores nossos ganham juntos por mês bem mais que a folha do Atlético por todo o campeonato ou talvez ano.

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Mais do mesmo

Nunca fui bom de bola, mas sempre joguei meus babas e até arrisquei jogar alguns torneios. Lembro bem de um disputado no SESI do Caminho de Areia. Trabalhava na Metacril, cujo time de society era quase imbatível, ganhava vários torneios. Por esta razão, fomos convidados para disputar um torneio de salão do SESI, como a galera do campo não era chegada à quadra, sobrou vaga para mim e fomos lá heroicamente representar a fábrica. Nos reuníamos 15 minutos antes na porta do ginásio, enquanto vestíamos o uniforme armávamos o time. Na primeira fase foi tudo bem, pegamos uma galera do nosso nível e fomos passando. Já na segunda, enfrentamos times que de fato jogavam salão, aí o bicho pegou, quando eles estavam com a bola, nos limitávamos a correr atrás, mas sem conseguir sequer chegar perto de um deles; quando a bola estava em nosso pé, era sempre dois caras deles marcando um nosso, nunca conseguíamos trocar 3 ou 4 passes e devolvíamos a bola para eles, recomeçando todo o ciclo.

domingo, 2 de agosto de 2020

Roger ouça Roger Machado

Ainda puto, mas com a cabeça mais fria, resolvi pensar um pouco como o time pode se reinventar em 72h para tentar buscar o tão sonhado, e quase impossível, tetra da CNE. Cheguei a conclusão que é difícil, porém não impossível se recriar em tão pouco tempo, basta Roger copiar Roger Machado no jogo contra a Jacuipense. 

3x1 foi pouco

PGF engoliu Roger, simples assim. Quem esperava um Ceará atrás esperando o Bahia se surpreendeu com um Ceará que valorizou a posse da bola e procurou o ataque desde o início do jogo. E o Bahia não foi capaz de reagir e tentar se impor no jogo.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

No sufoco

Em primeiro lugar é preciso elogiar o adversário que, consciente da sua inferioridade técnica, veio para jogar por uma bola e fez isto muito bem. Fechou bem os lados de campo não dando espaço para Élber e Capixaba se criarem, anulou Rodriguinho em 99% do tempo, e sempre dobrava a marcação em qualquer jogador do Bahia que estivesse com a bola. No segundo tempo, se soltou um pouco mais, porém faltou qualidade para assustar nossa defesa.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Do sofá de casa


É hoje o dia/
Da alegria/
E a tristeza/
Nem pode pensar em chegar/
Diga aí espelho meu....

Passamos por tempos complicados, em termos coletivos, os mais complicados que já presenciei, e já são mais de meio século de vida. Vivi na época do regime militar e da guerra fria, presenciei epidemias de sarampo, meningite, SARS e outras, mas nada se compara ao que estamos passando. Lembro de um filme com Denzel Washington, Nova York sitiada, hoje, sem nenhum exagero, podemos dizer que um vírus sitiou e colocou contra as cordas a humanidade e seu extravagante modo de vida.

É neste cenário de filme de catástrofe de Hollywood que o Bahia volta a campo, trazendo consigo parte da alegria que deixamos lá em março quando do último jogo e triunfo sobre o América/RN. Hoje, nem que seja por 90 minutos, milhões de tricolores sentarão em frente à tv – em casa, viu sacana!! – e esquecerão o COVID para torcer e vibrar pelo tricolor. E o que podemos esperar do Bahia no pós-quarentena?

domingo, 8 de março de 2020

Duas vezes Bahia

Hoje, eu acordei igual aos Bahias de ontem, pouco inspirado, naquela maresia abençoada de quem comeu água na noite anterior e com aquela disposição típica de quem bateu uma rabada com pirão no almoço e tem de ralar a tarde toda debaixo do sol escaldante de Salvador.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Este é o Bahia que queremos

 Os ares paraguaios fizeram bem ao Bahia. Pela primeira vez no ano, o Bahia manteve a intensidade durante os 90 minutos, fizemos 3 e poderia ter sido 6 ou 7. Pela primeira vez, ganhamos uma partida oficial fora do Brasil, fato que torna o jogo histórico.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Que porra é circunstancial?


Dia histórico, 31 anos da conquista do título brasileiro de 1988. Para quem acompanhou esta saga, parece que foi ontem, lembramos de cada gol, de cada chute, das roubadas de bola de Paulo Rodrigues, das arrancadas de Marquinhos, das defesas nota 10 de Ronaldo, da festa nas arquibancadas, do amor à camisa e da entrega de cada jogador em todas as partidas, enfim as lembranças são muitas e são eternas.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Prezado Bellintani

Apesar de não lhe conhecer, tenho por você grande apreço, pois o Bahia entrou de forma positiva e constante na mídia nacional e até internacional por sua coragem como presidente. Ademais, tenho certeza que eu e você queremos o melhor para o Bahia, assim como os milhões que torcem por este amado clube.