Marca SóBahêa

Marca SóBahêa

domingo, 27 de janeiro de 2019

2 em 1


Depois de 2 empates na primeira semana, com apenas um gol, o Bahia ajustou a artilharia e meteu (lá ele) 10 gols em jogos. Só Gilberto brocou 4, mostrando seu faro de artilheiro e botando uma pressão enorme nos ombros de Fernandão.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Abaixo da expectativa

Mesmo com atraso, segue uma breve análise da estreia tricolor no ano.

- Fala, Miséra, tá indo para onde?

- Vou ali em São Joaquim comprar umas cordas para fazer uma caranguejada.

- Massa, não esqueça dos broders. E aí, pai, viu o jogo do Esquadrão na quarta? Decepção da porra.

- Rapaz, não penso assim não. Primeiro jogo da temporada, jogadores ainda com a perna pesada, e com peças novas no time. Era normal aquela queda de rendimento no segundo tempo.

- Porra, não ganhar do CRB é complicado. Time fraco.

- O resultado foi uma merda mesmo. Mas, gostei muito da postura de Paulinho e Arthur. Os moleques mostraram personalidade e partiram para cima. Paulinho foi um monstro, o cruzamento no gol foi sacanagem.

- Já Thiago continua bragueiro. Falha da porra no gol.

- Cê é cego, Miséra. Quem falhou no gol foi Lucas e Gilberto. Mas, como são queridinhos da torcida, ninguém fala nada, todo mundo pianinho.

- Mas, Gilberto e Lucas compensaram no gol, LF começou a jogada e Golberto brocou. Já Thiago está parecendo Ed Mota, pesado para carai.

- Isto eu concordo. Está lento mesmo, não ganhou uma na corrida. Mas, acho que com os jogos, ele recupera a forma.

- Outras disgraças foram Nino e Élber. Duas carniças.

- Foram mal mesmo. Mas, tem o problema do futebol deles depender muito da firma física. Os dois são fracos tecnicamente, mas compensam com muita raça e correria, sem perna ninguém corre. Acho que temos de observar o tal latera que veio do Papão, se não prestar temos de trazer outro, pois Nino já mostrou ano passado que não aguenta uma A.

- Isto aí. E o que vc achou de Guilherme Leseira?

- Muito cedo para já apelidar o cara. Achei que ele estava mal posicionado, quase como um segundo 9, mal pegava na bola. Mas, quando recuou mais, mostrou qualidade, entendo que pode ajudar muito.

- Sobre os outros 3 que estrearam, não achei nada demais em nenhum deles.

- Rogério já é velho conhecido, vai ser sempre uma no cravo, outra na ferradura. Shaylon tem potencial. Já Iago, eu botava lá no time B para ganhar confiança.

- O bom é que temos opção para porra para montar um bom time.

- É isto, irmão. A Lampions e o Baianinho são nossos. Deixa eu correr senão Mainha me mata se Painho não comer o pirão de caranguejo hoje.

- Aí é barril. Me chame na hora que levo as periguetes 

- falou.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Primeiras impressões

Fala galera, depois de um longo período de férias curtindo nossa amada Bahia, estamos de volta com breves análises sobre o tricolor. Vamos direto ao ponto.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

2019 já começou

A temporada 2018 acabou de forma positiva para o Bahia, fomos campeões baianos; finalistas na Copa do Nordeste; igualamos nossa melhor campanha na Copa do Brasil, sendo eliminado pelo poderoso Palmeiras, em dois jogos extremamente equilibrados, quando tivemos chances reais de ganhar, ainda me lembro da bola de EJ batendo na trave e depois nas suas costas após a conclusão de Gilberto; fizemos nossa melhor campanha na Sulamericana, sendo eliminados pelo VAR, ficando a sensação de que poderíamos beliscar nosso primeiro título internacional; e chegamos na nossa melhor posição na era dos pontos corridos no Brasileirão. Sem dizer que terminamos o ano invictos em Bavices, chegando a 10 no total, e provocamos a Fuga das Galinhas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Marcaram época

Entrando na onda de Rizek, vou tentar passar para os mais jovens quem são os ex-atletas homenageados pelo Bahia. Adianto que não conheço Henricão e Mário, mas vou pesquisar.

Ronaldo Passos - goleiro revelado na base tricolor. Jogou durante toda a década de 80 no Bahia e foi o goleiro titular no início do campeonato e na final do bi brasileiro, quando tirou duas notas 10 do Bola de Ouro da Placar, uma espécie de Cartola da época.

João Marcelo - Zagueiro revelado na base tricolor e campeao brasileiro de 88. Foi fundamental na final quando deu uma levantada em Nilson, parando a pancadaria do Inter.

Sapatão - Zagueiro da década de 70, fez parte do escrete hepta campeão baiano.

Baiaco - volante da década de 70. Sem dúvida um dos maiores ídolos da torcida tricolor pelo seu estilo incansável em campo.

Edinho Jacaré - Eterno reserva nas duas laterias durante toda a década de 80. Revesava com Tarantini na lateral direita no título de 88. Veio do Fluminense de Feira.

Luis Henrique - veio da Catuense junto com Naldinho, um negro ausente da lista. Era um meia veloz e habilidoso, jogou na seleção e no Mônaco .

Paulo Rodrigues - o MAIOR jogador que acompanhei com a camisa do Bahia. Craque dos times de 88 e 90. Hoje seria seleção com os pés nas costas.

Cláudio Adão - 9 clássico e craque de bola. A dupla de ataque com Bobô em 86 encantou o Brasil. Jogou em vários times e foi considerado por Zico seu maior parceiro de ataque no Flamengo.

Zé Carlos - Camisa do 10 do bi nacional. Jogador incansável e fundamental para Zanata marcar época na lateral direita, pois fazia o papel de meia e ainda cobria as subidas do lateral. Em 88, era fundamental na transição defesa ataque, deu o passe, e que passe, para o primeiro gol de Bobô na final de 88.

Ueslei - subiu da base como volante. Foi negociado e quando voltou para o Tricolor já jogava mais na frente. Acabou a carreira como 9 e é um dos maiores artilheiros da história tricolor. Jogador extremamente forte e raçudo, tendo como principal característica o arremate a gol.

Willian Andem - goleiro camaronês. Ao lado de Lima Sergipano foram os únicos que se salvaram no rebaixamento de 97. Bastante conhecido pela expressão "cabeço pequeno".

Claudir - Veio do Serrano e formou com Pereira uma zaga fantástica. Campeão brasileiro de 88, mas não terminou em campo na partida final em Porto Alegre.

Fabão - Zagueiro de extrema força física. Marcador implacável de Bebeto nos bavis. Protagonista da canção "Bebeto chorão, sua mulher está f.... é com Fabão". Foi para o São Paulo onde jogou muito bem.

Zé Augusto - Zagueiro da década de 70 e início da de 80. Pelo que me lembro, era uma espécie de Luvas Fonseca sem as presepadas.

Lima Sergipano - O canhão do Fazendão. Deve ser o maior artilheiro do futebol mundial jogando como volante. Vale a pena procurar no YouTube os vídeos do cara. O chute era impressionante. Fez um gol em Ronaldo do Gambá que virou desafio no Esporte Espetacular pela velocidade que a bola alcançou.

Bebeto Campos - surgiu na base do Bahia, foi "roubado" pelo Vice, mas voltou para ser o volante bi campeão do Nordeste em 01 e 02, num meio de campo com Preto, Capixaba e Alex. Encerrou a carreira precocemente por problema de saúde.

Emo - veio de um time pequeno da Bahia e brilhou como quarto homem de meio campo no tricolor. Me arrisco a dizer que foi um dos precussores desta posição no Brasil. Jogou no time de 85 ao lado de Leandro e Marinho Apolônio, dois negros que mereciam estar nesta escalação.

Jesum - ponta esquerda driblador e habilidoso, como era comum na década de 70. Infernizava o lateral adversário partindo para cima e com dribles curtos. Fez parte da equipe hepta campeã.

Marquinhos - brasiliense que jogava em Sergipe. Foi contratado após infernizar Zanata e Zé Carlos em amistosos. Jogador fundamental no título de 88 por ser a válvula de escape pela esquerda. Também foi campeão pelo Cruzeiro.

Osmar - veio do Ipiranga e sofreu muito com uma contusão no joelho. Mas, se recuperou a tempo de ser o reserva de Bobô no título de 88. Na primeira partida da final, foi dele a arrancada que resultou no gol do título. Também foi protagonista na pancadaria do título baiano de 87 quando foi chutado pelo goleiro das galinhas na comemoração do terceiro gol.

Dadá Maravilha - Campeão do mundo em 70. Veio do Santa Cruz para o Bahia em 81, após a histórica goleada de 5x0. Formou um ataque dos sonhos com Sena, Osni e Gilson Gênio.

Além dos jogadores citados, senti falta nesta lista de Jorginho, zagueiro fantástico; Ávine e Ananias, jogadores da base que sofreram na B, mas subiram em 2010, e do MITO Feijão.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

2 pontos na conta de Grolli


O Bahia começou claudicante, sem muita disposição e principalmente movimentação. O adversário explorava nosso lado direito, e numa sequência de escanteio abriu o marcador. Foi a segunda chegada deles, na primeira Douglas evitou tranquilamente.


Até os 20 minutos, o Bahia boa jogou, Zé Rafael e Ramires eram facilmente dominados pela defesa deles, Gregore e Nilton se limitavam a marcar, os laterias apareciam pouco, e Brumado era nulo. O Bahia tentava sair de trás ou em bolas longas, ou na correria de Élber. Mesmo assim, o adversário de um apenas mais uma cabeçada e Douglas era um mero espectador em campo, no máximo saía do gol em bolas lançadas nas costas da nossa zaga. 

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

VAR para a casa da P....

Hoje, o sentimento não é único, mas sim um mix de frustração, revolta e alegria. Frustração porque vi meu Bahia perder em casa e complicar a classificação para a semi de um torneio internacional, no qual temos reais chances de sermos campeões.

domingo, 21 de outubro de 2018

De boas

Não foi uma partida de encher os olhos, longe disto, mas foi uma partida extremamente segura na defesa e na qual controlamos o adversário durante os 90 minutos. E isto se deve muito à escalação de Ederson, a entrada de Paulinho no lugar de Élber matou o lado direito do Botafogo. Paulinho e Léo sobraram defensivamente e ainda apareciam na frente com frequência, dando opção de jogo para o time. Do outro lado, Nino foi muito bem.

domingo, 7 de outubro de 2018

O juiz empenou o baba

Salvador, domingo, 5:30, dois tricolores batem o tradicional feijão na feirinha do Jardim Cruzeiro.

- Tô virado na disgrama. O juiz empenou meu baba.

- Fala não. Aquela miséra sacaneou o Bahia desde o primeiro tempo. Deu uns amarelos nada a ver.

- E aquele pênalti Mandrake no fim do jogo? Gregore mal tocou na porra do Marinho.

- Tô puto. Mas, o que vc achou do time?

- Foi bem demais. Em especial a parte defensiva. Até Nino anulou Everton.

- Foi mesmo. Outro que surpreendeu positivamente foi Nilton. O Zé Moleza jogou sua melhor partida pelo Bahia. Marcou bem e qualificou a saída de jogo com um bom toque de bola.

- O que mais gostei, foi que ele ficou de primeiro volante, e Gregore pode jogar na sua de segundo volante, saindo mais e se apresentando bem na frente. Quase faz um gol no primeiro tempo.

- Com os volantes bem, com Élber é Ramires ajudando os laterais na marcação, o Bahia anulou o melhor ataque das Américas. Douglas não fez uma defesa difícil.

- Jackson e Lucas foram soberanos lá atrás.

- Achei massa a experiência com Zé Rafael mais centralizado e adiantado ao lado de Gilberto.

- Também. Há tempos que defendo que ele tem de jogar ali. Sem tanta preocupação defensiva e mais perto do gol adversário.

- De fuder mesmo foi Élber calar a boca dos cornetas. Jogou com a raça e disposição de sempre e ainda meteu dois.

- O sacana estava merecendo. Espero que a torcida tenha mais paciência com ele a partir de agora.

- 3 pontos ontem tinham sido fundamentais. Era para estar na faixa de classificação para a Sula.

- O FDP Nós tirou os 3 pontos. Mas, esquenta não, esta vaga é nossa.

- Sábado, estarei lá na brocança sobre o Paraná.

- Eu também

- Falou. Agora que bati o feijão. Vou bater o baba na Ribeira.

- O feijão tava massa mesmo. Sustância da porra. Mas, tou indo para o trampo no Pólo.

- BBMP

- BBMP. Faça igual a Elber, broque lá no baba.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Hora de arrancar

Empates com o Palmeiras e Flamídia em SSA e derrota para o Vasco em São Januário lotado, jogando com 1 a menos, são resultados que podem ser considerados normais, a história mostra isto. Mas, na sequência que ocorreram e com o Bahia na porta da zona são preocupantes, ainda mais quando se vê o futebol insonso e sem brilho jogado pelo Bahia há um bom tempo.

Como dizem, o ataque tricolor é o verdadeiro arame liso, cerca, mas não arranha, não agride e não faz mal a ninguém. Com exceção dos minutos iniciais contra o Vasco, quando várias chances foram criadas e desperdiçadas, nos demais jogos, nosso ataque foi quase inoperante. Quando falo ataque, entenda setor ofensivo, formado pelos laterais, meias, atacantes e até os volantes que precisam dar o suporte e aparecer como homem surpresa no meio da zaga adversária.