Marca SóBahêa

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domingo, 8 de março de 2020

Duas vezes Bahia

Hoje, eu acordei igual aos Bahias de ontem, pouco inspirado, naquela maresia abençoada de quem comeu água na noite anterior e com aquela disposição típica de quem bateu uma rabada com pirão no almoço e tem de ralar a tarde toda debaixo do sol escaldante de Salvador.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Este é o Bahia que queremos

 Os ares paraguaios fizeram bem ao Bahia. Pela primeira vez no ano, o Bahia manteve a intensidade durante os 90 minutos, fizemos 3 e poderia ter sido 6 ou 7. Pela primeira vez, ganhamos uma partida oficial fora do Brasil, fato que torna o jogo histórico.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Que porra é circunstancial?


Dia histórico, 31 anos da conquista do título brasileiro de 1988. Para quem acompanhou esta saga, parece que foi ontem, lembramos de cada gol, de cada chute, das roubadas de bola de Paulo Rodrigues, das arrancadas de Marquinhos, das defesas nota 10 de Ronaldo, da festa nas arquibancadas, do amor à camisa e da entrega de cada jogador em todas as partidas, enfim as lembranças são muitas e são eternas.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Prezado Bellintani

Apesar de não lhe conhecer, tenho por você grande apreço, pois o Bahia entrou de forma positiva e constante na mídia nacional e até internacional por sua coragem como presidente. Ademais, tenho certeza que eu e você queremos o melhor para o Bahia, assim como os milhões que torcem por este amado clube.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Vá procrastinar na casa da p...


Ano passado, assisti um excelente vídeo sobre procrastinação, que é a arte de você adiar o que precisa ser feito até o limite do prazo. Muitas vezes, o trabalho sai, mas quase sempre com uma qualidade muito inferior ao que se pretende. Pior mesmo é quando não sai nada a tempo e o prazo foi para o saco. Na minha opinião, um dos motivos que leva a esta prática é a soberba de achar que tem tudo sobre controle, que pode tudo, e que é capaz de fazer tudo na hora que se quer.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Primeiras impressões


Depois de assistir 4 jogos do time de transição, vou me arriscar a emitir alguns palpites. Começando pelo lado positivo, o time demonstra está bem treinado e com um esquema tático, o 4-1-4-1, muito bem definido pelo treinador. Percebo que o time sabe o que fazer em campo e não se afoba. Indo para o negativo, é comum o time oscilar dentro do campeonato e até mesmo dentro dos jogos, mas o Bahia do Baianinho já transformou esta oscilação na marca registrada do time, todo segundo tempo, o time despenca de rendimento, foi assim nos empates contra Juazeirense, quando tivemos uma bola na nossa trave, quase decretando o triunfo adversário, e Jacuipense, que teve chance para empatar e virar o jogo; nos triunfos contra o Conquista, nos ameaçou pouco, pois demonstra ser um time bem fraco, e Bahia de Feira, quando encontramos o gol do triunfo num lance isolado no final do jogo.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Chegou o dia


Enfim chegou o dia de gritar “toca a bola, miséra”, “que jogador burro da porra”, “marca, disgraça”, “comé que que perde um gol deste”, “este sacana não joga no meu baba na Ribeira”, “um fdp da puta deste não pode vestir a camisa do Bahia”, entre outros elogios que soltamos durante o jogo. Mas, o que todos queremos mesmo é poder berrar “pega, poooorra”, “aqui é Bahia”, e o mais que tradicional e universal “Bora Bahêa”.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Vale a pena insistir com Roger?

Este é o tipo de texto que não costumo fazer enquanto o campeonato está em andamento. Mas, sendo bem sincero, depois do jogo de ontem, acho que o campeonato já acabou para o Bahia há tempos.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

O Bahia está de parabéns?

Sim, o Bahia está de parabéns porque:

• mantém uma gestão administrativa e financeira responsável. Respeitando o equilíbrio entre despesa e receita;

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Melancólico modão tricolor


Lá pelo final dos anos 80, início dos 90, a música sertaneja invadiu o Brasil, chegando com força em SSA, passou a disputar espaço com o axé nos bailes de formatura. Ontem, eu fui ver o Bahia no Goiás, terra onde sertanejo é rei, e foi impossível não lembrar dos sofridos sucessos dos goianos Zezé de Camargo e Luciano (ZC&L), Leandro e Leonardo (L&L), e dos paulistas Chitãozinho e Xororó (Ch&X).