Marca SóBahêa

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sexta-feira, 24 de março de 2017

7 não é conta de metiroso

Antes de mais nada, confesso que tenho assistido muito pouco aos jogos da seleção, acho que nos últimos 2 anos, o de ontem foi o único que assisti integralmente, mesmo assim, vou me arriscar a fazer uma análise do time de Titi que conseguiu a expressiva marca de 7 triunfos seguidos nas eliminatórias da Copa.

Começando pela defesa, destaco a boa mescla da juventude de Marquinhos com a experiência de Miranda, ambos se completam, por enquanto a parceria vem rendendo bons frutos, com a zaga brasileira mostrando firmeza e segurança. A vida dos dois é bem facilitada pelo trio de meias, como veremos mais na frente.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Hora de agir

O grande compositor Renato Russo era gênio em mostrar os dilemas humanos em suas letras. Canções como eu Eu sei (tenho andado distraído, impaciente e indeciso....só que agora é diferente, estou tranquilo e tão contente), e Andréa Dória (Às vezes parecia que, de tanto acreditar em tudo que achávamos tão certo, teríamos o mundo inteiro ... Mas percebo agora que o teu sorriso em diferente, quase parecendo te ferir), é a situação que vivo quando analiso o Bahia atualmente.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Guto: convicção ou teimosia

Estou muito à vontade para escrever este post, pois desde o ano passado reclamo aqui da forma como o Bahia de Guto atua fora de casa, sempre questionei aqui o fato do Bahia jogar com apenas um esquema tático seja dentro ou fora de casa, sempre mostrei que este esquema não funcionava fora de casa. Porém, não há como negar que há muito tempo o Bahia não conseguia o desempenho que tem como mandante, já não me lembro ao certo quando foi a última derrota e o último empate dentro de casa, acho que foi para o Vila Nova e Atlético/GO, respectivamente.

quarta-feira, 8 de março de 2017

A luz amarela acendeu

As universidades americanas costumam dar nota aos alunos pelo uso de letras, sendo a A a maior nota e a E e F as menores. A mesma lógica é utilizada pelas agências de risco que classificam os países em relação ao risco de investimento, recentemente o Brasil perdeu seu conceito A e vai penar um tempo para conseguir novamente. Nas duas situações ilustrada ser A é para um grupo de elite que chegou ali porque fez as lições de casa e executou as tarefas como se esperava, além é claro de ter talento e habilidades especiais que lhe fazem diferentes e capazes de pertencer à tropa de elite. O mesmo raciocínio pode e deve ser feito ao futebol, ou seja quem é Série A é "teoricamente" superior aos times das séries inferiores.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Volta por cima

Um dos ícones da música brasileira é a sambista Beth Carvalho, cantora com bela, afinada e potente voz, além de presença marcante no palco. A Beth de Andanças (me leva amor, por onde for quero ser seu par), Coisinha do Pai (Oh Coisinha tão bonitinha do Pai, vc vale ouro todo meu tesouro) e Vou festejar (chora, não vou ligar, chegou a hora, vai me pagar), imortalizou ainda vários outros sucessos, entre eles Volta por cima (levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima), exatamente o que está acontecendo com o goleiro Jean no Bahia.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ventos passados não giram catavento

O Bahia foi jogar em Feira, sem dúvida um lugar muito longe da onde o vento faz a curva, cidade grande, só perde para SSA; estádio bom, só ficando atrás de Pituaço e Arena; gramado bom, melhor do que o pisoteado de Pituaço; iluminação adequada, poucas sombras em campo; mas, tem a porra do vendaval, ou seria uma brisa?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Time sem alma

Segundo o filósofo de botequim Vanderley Luxemburgo, "o medo de perder tira a vontade de ganhar", só uma filosofia rasteira desta para explicar o comportamento displicente, covarde, esnobe e mais um monte de adjetivos pejorativos que o Bahia teve no segundo tempo do jogo. Não tem nenhuma explicação lógica ou esportiva para explicar os motivos que levaram o Professor Guto e seus comandados agirem desta forma., Falta de respeito ao adversário, certeza do triunfo, desrespeito e desinteresse pelo torneio, ou qualquer outro motivo nesta linha pode explicar a sacanagem que o Bahia fez hoje com seu torcedor.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Adeus, zica

Começo dizendo que foi o melhor jogo do Bahia no ano. Enfrentamos um adversário brioso e bem organizado taticamente, mesmo apresentando deficiências técnicas, os jogadores do Sergipe sabem muito bem o seu papel em campo e deram trabalho ao Tricolor da Boa Terra no primeiro tempo. Contudo, na etapa final, o Bahia se impôs e mostrou um bom futebol para ganhar com personalidade fora de casa depois de um bom tempo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Até quando vamos expor nossos atletas a estes pastos?

No post "Triste futebol baiano" (http://www.sobahea.net/2017/02/triste-futebol-baiano.html) comentei rapidamente que a Copa do Nordeste caminha a passos largos para se tornar um baianão de maiores proporções. O jogo de ontem não deixou dúvida disto, adversário sem nenhuma expressão, com todo respeito aos profissionais e a curta história de vida do Altos/PI, e um gramado que mais parece um pasto. Entendo ser uma falta de respeito colocar um profissional para trabalhar naquelas condições, independentemente de ganhar 2 salários mínimos por mês ou de 200 ou mais, como é o caso de alguns atletas do tricolor. A pergunta que fica é até quando vamos expor nossos atletas a estes pastos? Será que vai ser necessário acabar a carreira de um atleta para proibirem jogos nestas condições? Enfim, entendo que os grandes do NE precisam se unir e se recusar a jogar nestes pastos, só assim as federações da Região tomaram atitude, enquanto figirmos que está tudo bem, nada farão para melhorar os campos e estádios. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

3 vira, 6 acaba

Ir a show no Baiano; chamar a UNIFACS de Trabuco; comer o porra todo burguer do Tonni's na Pituba; comer as esfihas do Good Day e do TengTeng, ali em frente ao Brazeiro na Carlos Gomes; ir ao Iguatemi de frescão; ir no Cine Bristol e ficar em dúvida se sentava na parte de cima ou na de baixo; comprar caderno na Lobras; e usar roupa da Mesbla e Sandiz são coisas que as vezes me lembro dos saudosos anos 80 em SSA. Mas, o que não me esqueço mesmo, são das sonoras goleadas que o Bahia dava no Redenção, AABB e Botafogo.