Marca SóBahêa

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Devagar com o andor

Andei sumido um tempo, pois estava esperando ver um pouco da cara de Roger no time. Hoje, ficou muito clara algumas opções do treinador no esquema ofensivo.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Hora de recomeçar

Agora mais tranquilo, vamos refletir um pouco sobre o vexame na CNE. Entendo que a soberba foi nosso maior erro nesse campeonato. Em vários jogos, para não dizer todos, nos comportamos como se o jogo já estivesse ganho antes mesmo de iniciar. O ocorrido na semana passada, me fez lembrar muito o que ocorreu em 2015, o Bahia teria um jogo com o Santa na Fonte, mas todo o foco e concentração do clube foram visando a mudança de campo contra o Boa, esquecendo que teríamos de bater o Santinha em casa, o resultado todos lembram, derrota de virada em casa e adeus Série A 2016.

quinta-feira, 28 de março de 2019

O fator El



Não há dúvidas, Gilberto e Fernandão são os dois artilheiros e merecidamente as grandes estrelas do elenco tricolor; Ramires é a grande esperança de se tornar um grande jogador e ajudar muito nas receitas do clube; Shaylon é o mais habilidoso; Arthur é o formiguinha que inferniza qualquer defesa; Gregore é nosso pitbull;  e Lucas é nosso xerife. Porém, hoje eu quero destacar dois eternos criticados pela torcida tricolor, Elton e Élber.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Bora de Torres Gêmeas?


Desde a chegada de Fernandão, um dilema deve atormentar Enderson, Fernandão e Gilberto podem jogar juntos? Sendo direto, eu não escalaria esta formação de ataque, prefiro um time com pelo menos um jogador mais veloz na frente. Mas, ao contrário de vários comentaristas, vejo esta possibilidade como possível, mas para isto, o Bahia tem de mudar seu esquema tático.

terça-feira, 12 de março de 2019

Triste Bahia, oh, tão decepcionante

"Triste Bahia, oh, quão dessemelhante", cantou o gênio Caetano Veloso sobre o nosso querido estado. Ao final do jogo de domingo, esta era a única frase que vinha na minha inchada cabeça. Não adiantou a torcida fazer sua parte, enchendo a Fonte, o Bahia mais uma vez apresentou um futebol triste e sem inspiração, e com os jogadores cometendo erros primários na conclusão e criação das jogadas.

sábado, 9 de março de 2019

Reveillon Tricolor

Uma máxima nacional é que o ano só começa após o carnaval. Pois bem, o carnaval, ou seria o ano, acabou na quarta-feira de cinzas. A esperança é que o ano novo traga consigo um novo Bahia. Um Bahia vibrante e envolvente, deixando para trás esse time modorrento que nos acostumamos a ver nos dois últimos meses.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Quando o Bahia vai botar o bloco na rua?

O clima já é carnavalesco, mas o futebol apresentado pelo Bahia tem sido melancólico, apático e sem o velho tempero baiano. Vendo o Bahia jogar só me vem na cabeça duas músicas de temática carnavalesca, mas com mensagens que passam ao largo da alegria típica do nosso querido axé. Queria eu que o futebol do Bahia tivesse a qualidade dessas canções, mas estamos longe, muito longe disto.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Muita calma nessa hora

Vou direto ao ponto, sem rodeios, Enderson foi muito mal nas duas partidas contra o Liverpool. No primeiro jogo, escalou errado e mexeu pior ainda. Não tinha nada de tirar Rogério para por Shaylon no time inicial. E piorou tudo no segundo tempo quando tirou Guilherme, fazia sua melhor partida pelo Bahia, e Shaylon para por Fernandão e Rogério. O time ficou sem meio e morreu em campo.

Para acalmar o ambiente

Triunfo importante para dar confiança ao time B e garantir uma posição confortável na tabela do Baianinho; e fundamental para acalmar a torcida tricolor e permitir o ambiente de tranquilidade para o Bahia continuar com seu planejamento inicial dando folga aos titulares, enquanto os reservas jogam o campeonato estadual.

Sempre Bahia

Futebol é paixão. E como paixão é irracional e cego. Seria muito mais fácil e racional torcer para Barcelona ou Real que ganham sempre, mas preferimos torcer para um time que ganha, perde e muitas vezes perde mais do que ganha. Isto é um mistério, não escolhemos o clube por qual torcer, parece que somos escolhidos por ele e a partir daí amamos cegamente. Este é o maior fascínio que vejo no futebol, é bom demais vibrar e até sofrer pelo Bahia durante os 90 minutos que a bola rola.