Marca SóBahêa

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Bahia da torcida do Esporte Clube Bahia

O Brasil tem uma cultura riquíssima, do Oiapoque ao Chuí pipocam manifestações populares que enriquecem e embelezam o dia-a-dia da nossa sofrida população. Sem dúvida, no exterior nossa manifestação cultural mais conhecida é o carnaval, com grande destaque para as escolas de samba, lógico que prefiro os ritmos e os trios do carnaval baiano, mas não posso negar que o desfile da Sapucaí de fato encanta pela criatividade e beleza dos carros alegóricos. Por outro lado, acho os sambas enredos, em sua grande maioria, músicas repetitivas e chatas, porém alguns se destacam pela bela melodia, pelo ritmo e pela letra como o fantástico Aquarela brasileira de 1964, neste samba-enredo do Império Serrano, os autores foram de uma felicidade ímpar ao percorrer o Brasil de Norte-Sul destacando aspectos de vários estados, sobre nossa Bahia está lá:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Bahia: sem tempo para descanso

Depois de dois meses de intensas emoções, com o tricolor fazendo sua torcida sofrer até os últimos minutos para garantir os triunfos sobre os rebaixados Sampaio e Bragantino e o empate contra a Luverdense, além de ter de esperar 10 a 15 minutos após o fim do último jogo para poder desabafar o grito entalado por dois anos, resolvi passar um período sabático. Nada de escrever sobre o Bahia, nada de ficar comentando sobre especulações, ou ficar inventando fatos só para a galera acessar o blog, o negócio era dar um tempo no futebol, curtir intensamente a família nos momentos de folga do trabalho e voltar ao velho e bom baba, abandonado para acompanhar os jogos do Esquadrão no sábado pela tarde. Claro, sempre que possível, usando o manto tricolor para demonstrar todo o orgulho de ver meu time alcançar o principal objetivo do ano.

domingo, 27 de novembro de 2016

Broxar é não subir, simples assim

Alcançar um objetivo perdendo a última batalha, é broxante. Ver seu time ser derrotado por um time de férias, é broxante. Ver seu time perder quando sua torcida fez um esforço monumental para estar presente e, mesmo em menor número, ser o tempo todo mais vibrante, é broxante. Ver vários jogadores sem a mínima condição técnica vestirem a camisa de deu amado clube, é broxante. Ver seu time jogar um futebol burocrático e sem nenhuma criatividade durante 90 minutos, é broxante. Ter de esperar 5 a 10 minutos para enfim poder comemorar o acesso, é broxante. Poderia citar mais uma dezena de fatos broxantes sobre o jogo de ontem, mas vou parar por aqui.

sábado, 26 de novembro de 2016

Dia inesquecível

Como já escrevi várias vezes, eu não sou analista de futebol, sou torcedor do Bahia, por isto só tenho uma coisa a dizer

O BAHIA VOLTOU

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Nós vamos invadir seu cerrado!!!!

Para muitos, os anos 80 foram perdidos, afinal de contas, a economia estava em frangalhos, com uma inflação superior, em alguns momentos, a 80% ao mês. Só para efeito de comparação, hoje é  o maior drama quando se chega aos 10% ao ano, a meta é 4,5% ao ano. Para quem não viveu esta época ter uma ideia do que é isto, você entrava em uma concessionária dia 1º para comprar um carro com valor de R$ 50.000,00, no final do mês este mesmo carro custava R$ 90.000,00. As maquininhas de remarcação de preço eram as grandes vedetes dos supermercados. Todo dia a galera tirava extrato do banco para ver o rendimento das aplicações, muita loucura. Na política, começamos sob uma ditadura, passamos por Sarney, com sua velha Nova República, e fechamos elegendo Collor. No futebol, perdemos duas copas  e nossos maiores jogadores, Zico, Sócrates, Cerezo, Júnior e Careca iniciaram a debandada de craques para a Europa, o que dura até hoje.  Vendo por estes lados, de fato, foram anos para esquecer.

domingo, 20 de novembro de 2016

Só falta 1 ponto

Foi sofrido, foi de novo no apagar das luzes, mas o Bahia voltou a mostrar toda a força que tem quando joga em casa com o apoio da sua apaixonada torcida e venceu o Bragantino por 3x2 num jogo eletrizante. Claramente, os jogadores do Esquadrão sentiram o peso do jogo e começaram nervosos, a bola queimava nos pés dos nossos atletas, e o Braga se aproveitou disto para equilibrar o jogo e criar a primeira chance em um chute rateiro no canto, porém bem defendido por Muriel.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Xalalalalalaou, sou tricolor

A ansiedade para sábado é tão grande que mal tenho conseguido ler as notícias do Bahia, tenho me informado apenas pelos grupos do zap. Escrever aqui no blog, nem pensar, a inspiração sumiu neste momento de decisão. Ia matar a angústia da espera vendo o Esquadrãozinho, mas acabei ficando preso no trabalho e fui obrigado a acompanhar pelos posts dos grupos da torcida, só vi os gols depois. Me lembro que em 2010 também foi assim, agonia da porra na espera do jogo da Lusa, mas alegria e satisfação imensas com o acesso coroado com o elevador, o que novamente se avizinha este ano.

domingo, 13 de novembro de 2016

Série A, pode se preparar, o Bahia está voltando

Entre 31 de março de 1964, alguns historiadores dizem que foi 1º de abril, e meados da década de 1980, o Brasil viveu sob uma pesada ditadura militar. As vozes dissonantes, sejam elas de políticos, cidadãos comuns ou artistas, eram caladas e vários brasileiros foram obrigados a se exilarem no exterior, dentre eles, os bons baianos Caetano e Gil. Desta época, lembro do onipresente termo "Censura", nada, músicas, filmes, jornais e revistas, chegava ao público sem antes passar pelo crivo da comissão de censura. Para burlar, os artistas recorriam à metáforas e à criatividade geral, foi assim que Chico Buarque fez a famosa música Cálice (quem nunca ouviu ou cantarolou "afaste de mim este cálice de vinho tinto de sangue"?) e Roberto Carlos homenageou Caetano com a bela música "Debaixo dos caracóis dos seus cabelos". Desta época também vem o sambinha, imortalizado na voz de Simone, "Tô voltando", composição de Maurício Tapajós/Paulo César Pinheiro, um dos hinos da anistia política e música perfeita para o atual momento vivido pelo Tricolor da Boa Terra que está saindo da Série B para voltar ao seu devido lugar na Série A.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Que torcida é esta, meu irmão? (2)


Em homenagem à nova parceria do Blog Sobahea com a página Bahêa Minha Vida é Você, republico um texto que fiz em homenagem à torcida tricolor que foi guerreira e levou o time nas costas nos piores momentos do jogo contra o Sampaio.

Dizem que no casamento, quando o dinheiro sai por uma porta, o amor sai pela outra. Já no futebol, esta máxima não se aplica, pois quando os títulos somem, a torcida aparece, quem não se lembra da fiel torcida corintiana do jejum de 23 anos sem título paulista ou do banco de loucos da Série B. Esta pode ser uma das explicações para a crescente paixão da torcida do Bahia pelo seu fragilizado time, carente de títulos e grandes feitos desde a década de 1990.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Segundo sobe, viu Porra!!!!

Bate, bate, bate,  coração, 
dentro deste velho peito. 
Você já está acostumado, 
a ser maltratado... 

Mas, o Bahia exagerou, quem não infartou hoje pode correr uma maratona após bater uma buchada e uma moqueca. O gol aos 48 do segundo tempo foi mais efetivo do que qualquer teste de esforço, posso dizer, meu coração está zerado. 

Era esperada uma goleada, era o confronto do melhor ataque contra a pior defesa, mesmo assim, não faltou sofrimento e emoção na Fonte. Por sinal, Juninho mesmo não sendo decisivo e saindo contundido, entrou de vez para o rol dos grandes jogadores do Bahia, o choro de dor ao ser substituído e de emoção no final do jogo dizem tudo.

sábado, 5 de novembro de 2016

Jogo horrível, resultado fundamental

Moqueca de peixe para dois no Paraíso do Dendê: R$ 80,00
Van para Goiânia com direito a bebida: R$ 100,00
Ingresso para o jogo: R$ 30,00
Churrasquinho de gato na porta do Serra: R$ 5,00
Comemorar um gol do Bahia no estádio ao lado da galera: não tem preço

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Vamos subir para a Série A, Bahia, vamos subir

A expectativa para sexta é gigante, aqui em Brasília, a torcida tricolor não fala em outra coisa, estão sendo organizadas vans, caronas solidárias e outras formas coletivas e individuais de traslado, mas o certo é que a galera candanga vai invadir o Serra e mostrar toda a força da Nação tricolor, estarei lá. A única dúvida é sobre qual Esquadrão veremos em campo, o avassalador que detonou na Fonte todos os adversários nos jogos do segundo turno ou o improdutivo e inefetivo que se atrapalhou nas próprias pernas e deixou pontos fundamentais fora de casa? Ou seja, a bipolaridade tricolor assusta a massa.

sábado, 29 de outubro de 2016

De arrepiar

O jogo de hoje era uma final, uma derrota em casa significaria o final da temporada, o enterro das chances de subir para a série A, mais um fracasso da gestão MS e a festa para os aproveitadores de plantão. Porém, o Bahia mostrou que dentro de casa com o apoio da Nação nos tornamos invencíveis nesta Série B. Foi um jogo que emocionou e arrepiou o mais cético e indiferente tricolor, se é que isto existe.



sábado, 22 de outubro de 2016

Professor Guto, o cego de um esquema só

Minha vontade pessoal era começar o post de hoje soltando um sonoro e expressivo VTNC Professor Guto Ferreira. Porém, alguns leitores, diga-se de passagem nenhum deles Bahia, acham que eu exagero nos xingamentos, por isto vou começar mais light e perguntando ao nosso Mestre PGF por que depois de 20 rodadas que ele assumiu o time, sendo 10 fora com apenas 1 triunfo, ele ainda não conseguiu enxergar que o esquema 4-3-3, ou 4-2-3-1 como ele prefere dizer, não funciona fora de casa?

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Força, Bahia

Já faz um tempo que a palavra da moda no futebol brasileiro é planejamento, nossos clubes além de contratar técnicos estrategistas, possuem um batalhão de gestores fora de campo para pensar e implementar as novas diretrizes do futebol, sempre visando o médio e longo prazo. Atualmente, não é o salário, a chance de títulos, a Série que se disputa, e a força da torcida que passam pela cabeça do jogador e treinador na hora de aceitar o convite, mas sim a crença no projeto apresentado. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Ganhamos, isto é o que interessa

São 1:50 da madruga, como a maioria dos torcedores estava comemorando o magro mas imprescindível triunfo do Bahia.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Alguns atalhos para o triunfo

Depois de curtir o Dia das Crianças com a galerinha, tirei um tempinho para ver os melhores momentos dos jogos do Brasil de Pelotas, foquei em dois fora de casa, contra o Náutico, forte concorrente ao acesso, e Tupi, time frágil e virtual rebaixado.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Bahia é o que é

No futebol e na música, a máxima "filho de peixe, peixinho é" geralmente não vale. O(a) filho(a) vive sob uma pressão miserável e nem sempre consegue dar resposta e se livrar desta amarra, assim Matheus será sempre filho de Bebeto, Rivaldinho de Rivaldo, Maria Rita de Elis, Preta Gil de Gil, e Luísa Possi de Zizi.

domingo, 9 de outubro de 2016

Brocamos o biscoito no meio

O jogo foi tão tranquilo que nem sei como começar o post de hoje, poderia começar falando dos 20 minutos mágicos do início do primeiro tempo, que não fizemos nada mais do que nossa obrigação em ganhar do virtualmente rebaixado Tupi, ou de mais uma partida muito ruim de Hernane. Mas, prefiro falar que ganhamos a primeira das 9 finais, que brocamos e convencemos o torcedor que irá em peso contra o complicado Brasil, ou seja, era para ganhar bem e ganhamos com autoridade.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Bahia x Matemática: o duelo final

Os números mostram que os vacilos dados pelo Bahia no final do primeiro turno e em alguns jogos do segundo turno nos complicaram bastante. Nosso percentual de aproveitamento é de 49% até o momento, se mantido, chegaremos apenas a 56 pontos, o que nos deixa longe, muito longe, da vaga. Como se pode notar no gráfico, a menor pontuação foi 59, sendo que a média é de 63 pontos. 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Jogo feio, resultado horroroso

Antes de qualquer coisa, continuo acreditando que venceremos as próximas 4 partidas, por um motivo simples, jogaremos 3 na Fonte, e contra o Oeste nossa torcida será maioria no estádio em Barueri. Isto posto, hoje o time de Professor Guto mostrou mais uma vez ser um time caseiro, daqueles que se aputa quando joga fora dos seus domínios, mesmo contra um Londrina que se limitou a defender não conseguimos concluir nenhuma bola com perigo no gol dos caras.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Outubro Tricolor

Acabou o terceiro trimestre do ano, chegou o 10º mês, conhecido mundialmente como Outubro Rosa, numa justa e bela referência à prevenção do câncer de mama que afeta milhares de mulheres todo ano, verdadeiras guerreiras que lutam diariamente, se submetendo e superando pesados tratamentos. Espero que o marketing do Esquadrão esteja atento e faça uma justa homenagem para estas mulheres que merecem todo nosso respeito e apoio. Este ano, o mês de outubro também pode ser considerado como Outubro Tricolor, uma vez que o Bahia disputará 5 partidas no mês, sendo 3 em casa e 2 fora, 3 com adversários diretos ao acesso e 2 com times que lutam contra o rebaixamento. Não tenho dúvidas de afirmar que no final do mês saberemos se estaremos na Série A em 2017 ou se continuaremos na B.

sábado, 1 de outubro de 2016

By the way, meu Bahia brocou, viu porra

Ontem, acordei pilhado, afinal de contas, era sexta-feira, era dia de Bahêa, e a galera tinha marcado para assistir o jogo no Paraíso do Dendê, novo local da concentração tricolor em Brasília. Pelo jeito, eu não era o único pilhado, pois as mensagens pipocavam nos grupos da torcida no zap, para me concentrar no trampo, tive de colocar o celular no modo avião, e só abria de hora em hora. No almoço, comi rapidinho e voltei para a sala, para relaxar e ver se 19:15 chegava mais rápido entrei no Youtube e fui assistir umas bandas que a galera fala muito, mas que não tenho costume de ouvir, Nirvana, Foo Fighters e Oasis estavam entre elas. Por fim, fui ver o Red Hot Chili Peppers, sendo bem sincero não entendo muito o que eles cantam, mesmo quando leio as letras traduzidas, porém curto demais o ritmo, a presença de palco, a pegada e a intensidade da galera. Na hora me veio na cabeça, bem que o Bahia podia jogar com esta pegada hoje, sufocando o Tigre e levantando a massa.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A dor e a delícia de ser Bahia

No primeiro semestre deste ano, publiquei um post querendo saber qual a real identidade do time do Bahia, usei como metáfora o famoso livro O médico e o monstro (leia em: http://www.sobahea.net/2016/05/qual-verdadeira-face-do-bahia.html). De lá para cá, já se passaram longos meses, trocentos dias e infinitas horas; trocamos de treinador; substituímos dirigentes; dispensamos atletas; contratamos um caminhão de novos jogadores; contudo o enigma continua, qual o verdadeiro Bahia, o pragmático e eficaz do primeiro tempo contra o Vasco e do jogo com o Avaí, o avassalador e matador das etapas finais contra o Paraná e Goiás, o remendo de time que jogou contra o Papão, o inexpressivo do jogo contra o Náutico, ou o covarde e atabalhoado dos 10 minutos finais contra o CRB?

domingo, 25 de setembro de 2016

Assim fica difícil, Bahia!!!!

Bem galera, vamos começar pelo fim, seria fácil, ou melhor muito fácil, fazer um post culpando Tinga pelo pênalti infantil que originou o primeiro gol dos caras; Jackson por ter subido uma gilete deitada no lance do segundo gol; e Gordiola pelas substituições que descaracterizaram o time. Contudo, seria repetir o mesmo erro que cometemos ao culpar exclusivamente Róbson pela derrota para o Santa na semi da Lampions neste ano; e Jeanzinho pelo homérico peru na final da Champions no ano passado. Lembro quem em ambas partidas, não jogamos nada, nossas principais peças se esconderam, e o esquema tático não funcionou, mas foi mais tranquilo crucificar os moleques, escolhê-los como bodes expiatórios e jogar o resto da sujeira para debaixo do tapete.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Bahia, o Zumbi da Série B

O Bahia jogará nas Alagoas, terra de "três mulé prum homem só", de Zumbi dos Palmares, de Graciliano Ramos, autor de Vidas Secas, e de  Djavan, o compositor das letras incompreensíveis, traduzam o significado desta zorra aí nos comentários "Açaí, guardiã / Zum de besouro um ímã / Branca é a tez da manhã". 

Porém, para quem mora em BSB, mesmo sendo um baiano candango ou um candango baiano, é impossível não lembrar de Djavan quando se vai na Praça dos 3 Poderes para apreciar a bandeira nacional vendo aquele magnifico céu azul como pano de fundo, como diz o criativo poeta "céu de Brasília traço do arquiteto, gosto tanto dela assim". 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ataque contra defesa

No último sábado, o Bahia teve uma atuação digna do melhor mandante da atual Série B, sufocou o time esmeraldino por boa parte do jogo, em especial no segundo tempo, quando só fui ver Muriel na TV após os 35 do segundo tempo, um verdadeiro treino de ataque x defesa. O mapa de calor do tricolor, obtido no meu.footstats.net, na partida mostra exatamente o jogo que vi, um time presente no campo adversário e com um lado direito extremamente participativo, não por acaso, os 3 gols do segundo tempo saíram por ali, além do pênalti não marcado no brocador na primeira etapa. 

sábado, 17 de setembro de 2016

De alma lavada, Bahia 4 x 2

Depois das apresentações ruins contra Náutico e Paysandu, quando empatamos e perdemos, fazendo 1 ponto em 6, nossa apaixonada torcida merecia um jogo como o de hoje para lavar a alma. Cheguei a temer que a derrota para o Papão afastasse a torcida, mas que nada, durante a semana o que mais li foi o torcedor convocando a massa pelos grupos de zap. A Nação não decepcionou e foi em bom número para a Arena, deu show, vibrou e incentivou, e como o time, teve seus momentos de vacilo ao vaiar Alano no final do primeiro tempo, e Hernane após a perda do pênalti.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Rápido e caceteiro (12)

Os três novos contratados: lembro vagamente de quando Misael surgiu no Ceará e foi muito bem. Depois foi para o Vasco, não repetiu a performance e sumiu do meu radar. Voltei a ouvir falar dele com a contratação pelo Bahia. Logo, recorri ao velho Youtube e assisti os videos promocionais disponíveis, mostra um jogador rápido, com capacidade de jogar nos dois lados de campo e habilidoso. O maior que mostra o tempo de Luverdense tem as melhores jogadas, o mais recente, o do tempo de Red Bull, mostra um jogador ainda veloz e capaz de bons lances. De qualquer forma, Misael vai ser muito mais produtivo do que Alano, não tenho a menor dúvida disto.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Oh Sofrência este Bahia

Ver jogo do Bahia parece assistir show de Pablo, é sofrência do início ao fim. Hoje, terminei o jogo de pé em frente à televisão e roendo unha. Como diz Pablo, a defesa do Bahia foi a culpada por deixar o time em um beco sem saída com duas falhas grotescas que resultaram nos dois gols do Papão. Mas, Hernane e Cajá, se forem homens, precisam negar o rei do arrocha e pedirem perdão à torcida do Bahia, pois o futebol que os dois jogaram hoje foi de despedaçar o coração da galera.

sábado, 10 de setembro de 2016

Empate normal, o Bahia continua na briga

Antes de mais nada, é necessário dizer que empatar com o Náutico na casa deles é um resultado normal. Isto posto, vamos ao que interessa, nós torcedores temos de parar de imaginar um Bahia imbatível que nunca houve, faço parte de 5 grupos do Bahia no zap, e em todos parecia que o Bahia jogaria sozinho sem adversário, que os 3 pontos eram favas contadas, mesmo todos nós sabendo que futebol não é assim, o empate é e sempre foi o resultado mais provável para este jogo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O futuro a Deus pertence

Toquinho é sem dúvidas um dos mestres da MPB. Em duas canções pretensamente infantis, ele aborda de forma magistral o futuro, confrontando nossos desejos com as incertezas inerentes ao futuro. Na primeira música, O caderno, ele fala como se fosse o caderno de uma garota, mas quem é pai de menina, o que é meu caso, tenho uma linda e esperta de 13 anos, sabe que ali ele deposita todos os desejos e sonhos da paternidade, quem não gostaria de ser colega, amigo e confidente de sua pequena?

sábado, 3 de setembro de 2016

O Bahia venceu a final

Estou feliz para caralho, ganhamos a final,como disse no post anterior, o triunfo neste jogo traria a torcida, o clima de 2010 voltaria, e ninguém mais para o Bahia. O post demorou, pois estava bebemorando com a galera da Embaixada em Águas Claras, e amanhã, vou receber 3 vascaínos em casa, fui temperar bem as carnes, já que o freguês tem sempre razão.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Bora pra cima Esquadrão

Amanhã é dia de jogão na Fonte Nova, Bahia x Vasco, os únicos dois times que já foram campeões  brasileiros e que se encontram na atual Série B. Jogo para casa cheia, e milhões de torcedores em frente à telinha acompanhando atento os passos dos astros do espetáculo. Para o Bahia é o jogo da afirmação, um triunfo coloca o tricolor de vez na briga e com a moral elevada; um empate não nos tira da briga, mas deixa no tropa de moral baixa; e uma derrota, sai para lá, nos complica muito e deixará elenco e torcedores abatidos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Bahia botou sal na batida de limão

Nos últimos anos, surgiram bons nomes no cenário musical brasileiro, dentre outros Lenine, Zeca Baleiro, Ana Carolina e São Jorge. O último é interprete da canção "Aquilo que era mulher" que conta a história de um cara que tinha uma mulher exemplar, mas pisou na bola e foi dispensado. O Bahia não chegou a tanto, mas vinha em lua de mel com a Nação, não podia ter dado esta broxada hoje.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Pontos a melhorar

Como já disse no post anterior, assisti o jogo pelo rádio, assim não foi possível ver detalhes da postura do Bahia. Porém, mesmo pelo rádio, o que foi confirmado pelos melhores momentos, deu para perceber que o Bahia explorou muito o lado direito, enfim Eduardo começa a aparecer, este pode ser um reflexo positivo do esquema com Juninho e Luiz Antônio um de cada lado, o que facilita para os laterais. Porém, como já dito aqui neste blog, este esquema deixa nossos dois zagueiros expostos, o que está bem caracterizado na sequência deste texto.

domingo, 28 de agosto de 2016

Só sei que ser Bahia é bom demais

Ontem, eu não vi a festa tricolor, estava desempenhado o papel que mais me agrada, o de pai, vim participar de um acampamento no zoológico de Brasília com minha filha. Mas, mesmo assim tentei acompanhar o Bahia, primeiro pelo Sportvplay, vi a entrada em campo, a festa inicial da massa tricolor, porém na hora da bola rolar, repetiram o vexame do Gambá contra a Macaca. Vida que segue, apelei então para o velho e inseparável radinho, sintonizei o celular na Sociedade e vamos nessa. O delay era de matar, uns 3 minutos, por isto desativei todos os grupos no zap para ter a sensação de estar vendo o jogo ao vivo. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Em time que está ganhando se mexe

Apesar do importante triunfo sobre o Avaí e do convincente futebol apresentado, ainda tenho sérias dúvidas sobre o esquema tático adotado por Professor Guto, em especial com a escalação de dois atacantes abertos pelas pontas. Entenderia esta situação se os dois fossem capazes de fazer a diferença ou estivessem mostrando um futebol exuberante, mas quem acompanhou as últimas partidas do Bahia, sabe que nem uma coisa, nem a outra pode ser encarada como a verdade absoluta.

sábado, 20 de agosto de 2016

Faltam 12

Hoje me fez lembrar de quando eu ia mais cedo para a Fonte Nova ver o sub-20, os juniores, do Bahia brocar o Vice como aperitivo do triunfo no jogo principal, o famoso cabelo e barba. A preliminar de hoje foi pela medalha de ouro da Rio 2016, com o sub-23 do Brasil, reforçado por Neymar, não considero Weverton e Renato Augusto como reforços, contra a Alemanha. O jogo que vi foi de uma equipe de futebol jogando um bom futebol coletivo, a Alemanha, contra um amontoado de bons jogadores, mas sem nenhuma noção de coletividade, o Brasil. No final, nos pênaltis, deu Brasil, a primeira medalha de ouro da nossa história.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Acesso do Bahia: uma missão quase impossível

Uma das franquias mais famosas do cinema americano é a mega produção hollywoodiana Missão Impossível, estrelada pelo astro Tom Cruise. Nesta sequência cinematográfica o agente Ethan Hunt e sua equipe invadem o Kremlin e outras fortalezas intransponíveis, fogem de prisões de segurança máxima e derrotam terríveis e poderosos vilões. Para isto formam uma equipe altamente treinada e especializada em informática, armas e disfarces. É impossível não pensar neste filme quando se olha a posição do Bahia na tabela e se tenta imaginar o tricolor entre os 4 no final da Série B, pois além dos bisonhos números, o futebol em campo está de péssima qualidade, como dizem, pífio.


terça-feira, 16 de agosto de 2016

O espírito olímpico não contagiou o Bahia

O tricolor entrou em campo sabendo que o nosso desempenho no campeonato a partir de agora tem de ser digno de Michael Phelps, temos de ganhar o ouro em praticamente todas as provas, no mínimo uma prata ou bronze precisa ser conquistada em cada disputa. Bastou o arbitro dá o sinal de Hajimê, o Bahia mais rápido do que o recordista mundial dos 400 metros livre do atletismo deu uma estocada de esgrimista e conseguiu o primeiro Knock dow no Dragão. Alano parecia até Usain Bolt e chegou tranquilamente na frente do marcador e tocou por baixo do goleiro, Hernane com a determinação de Isaquias Queiroz chegou na proa da canoa e empurrou para dentro.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Nem Freud explica

Como é de conhecimento geral, Freud é o pai da psicanálise e um grande estudioso da mente humana, marcando época neste campo da ciência, e sendo até hoje um dos profissionais mais respeitados e reverenciados na arte de entender o que se passa na cabeça das pessoas. Por isto, quando algo é muito complicado para se explicar sempre é usada a famosa expressão "Nem Freud explica", existindo variações como "Só Freud explica".

sábado, 30 de julho de 2016

Não temos tempo a perder

Depois da sequência absurda de maus resultados do Bahia, só me restava apegar ao grande sucesso "Tempo Perdido" da maior banda de rock do Brasil, Legião Urbana, que tem como primeira estrofe.
Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo

Porém, a cada jogo que passa só nos resta não ter mais o tempo que passou. Ou seja, não temos mais todo o tempo do mundo para mudar a realidade do Bahia no campeonato, cada jogo disputado é um triste evento para se esquecer.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Não foi acaso, foi trabalho

Enfim um jogo do Bahia onde podemos perceber organização tática com os jogadores bem distribuídos em campo, ocupando os espaços na marcação e na criação de jogadas. Destaco o bom trabalho do nosso meio que vinha muito apagado nos últimos jogos, em especial na primeira quando chegamos em quantidade e com qualidade. As imagens deste post demonstram um padrão de posicionamento dos meias que jogaram mais próximo ao gol adversário. 

domingo, 24 de julho de 2016

1x0 é goleada

Um novo Bahia entrou em campo contra a Luverdense, eram 6 novidades em relação ao time que vinha jogando, sendo 5 estreias. De cara nova, o futebol foi renovado e o time voltou a ganhar. Não foi uma partida de encher os olhos, o futebol apresentado não foi exuberante, mas foi suficiente para garantir o triunfo e dá novo alento a torcida na briga pelo acesso.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Rápido e Caceteiro (11)

O que os jogadores nos dizem: o futebol sempre teve boas histórias de frases cômicas e marcantes ditas pelos atletas, é impossível não se lembrar das tiradas de Dadá Maravilha, ou mais recentemente de Túlio, algumas ajudaram a alimentar o folclore e apimentaram o nosso futebol. Por outro lado, algumas frases escancaram o lado obscuro do futebol, a mais marcante é a de Vampeta quando atuava pelo Flamengo "Eles fingem que me pagam, eu finjo que jogo".

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Novos contratados do Bahia

Enfim, a Direção começa a anunciar as novas contratações do Tricolor, as três anunciadas até o momento são para o setor defensivo, Muriel "trocado" por Lomba, Eduardo para substituir Hayner, e Luiz Antônio para o lugar de Paulo Roberto. 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

EC Bahia: soluções simples para problemas complexos

Este é o tipo de post que não gosto de fazer, prefiro escrever sobre os jogos, pois são disputados na frente de milhares de pessoas, milhões se contarmos os telespectadores, sob as luzes dos holofotes ou do sol, e com dezenas de microfones e câmeras gravando o que acontece, mesmo assim, me prendo aos aspectos táticos e técnicos da partida, pouco falo sobre arbitragem, por desconhecer o que se passa nos bastidores. Contudo, o jogo sobre o qual pretendo tecer alguns comentários neste post, é disputado nos bastidores, nas sombras e penumbras dos imensos salões, sem registro auditivo ou fotográfico, falo da guerra surda e suja pelo poder no Bahia, ou como prefere o torcedor, da saída de Marcelo Santana.

sábado, 16 de julho de 2016

Mais do mesmo

Ontem foi um dia para entrar na história, infelizmente de forma negativa, logo ao acordar fiquei sabendo que um radical fez mais um bestial atentado à vida humana, passando um caminhão por cima de uma multidão em Nice na França, ceifando dezenas de vidas, ferindo outras dezenas, e impactando diretamente a vida de milhares de pessoas, e indiretamente toda a população da terra. Não acho que os aviões da OTAN, EUA e Rússia com seus "cirúrgicos" ataques que também deixam um rastro de milhares de inocentes mortos vão resolver esta questão, não existe fórmula pronta. Do meu lado, só cabe registrar aqui minha tristeza e indignação pelo ocorrido.

De tarde, fomos surpreendidos com um golpe militar na Europa, mais precisamente na Turquia. Quem diria que em pleno século XXI, aconteceria um golpe militar no continente mais evoluído. Até agora, não sei se o levante foi bem ou mal sucedido, e quais as causas do mesmo. Mais uma vez, só me cabe registrar a indignação e surpresa com o fato.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

O pequeno gigante

Não tem necessidade de escrever nada, apenas vejam os vídeos e relembre os lances do pequeno gigante, Osni, ídolo da torcida tricolor. Parabéns. 






quarta-feira, 13 de julho de 2016

Cabeça nas nuvens, pés no chão

Vai recomeçar a Série B para o Bahia, foram 10 dias de seca e espera para sua apaixonada e cada vez mais ansiosa torcida. Neste período, o clube passou por uma turbulência digna de tempestade aérea; o elenco foi isolado no paraíso de Porto Seguro, onde deve ter se dedicado a dias de treino intenso;  o Presidente, MS, sofreu um duro, merecido, porém exagerado, processo de execração pública por parte da imprensa e torcida; jogadores foram justa e injustamente dispensados; e contratações foram realizadas ou encaminhadas.


Os torcedores do Bahia adoram relembrar suas glórias do passado, é sempre bom falar de 59, 2010 e, em especial, 88, pois vivi de perto esta história. Mas, em momentos como o atual, precisamos também lembrar e refletir sobre os anos que fracassamos, pois como dizem "a derrota e o fracasso servem como aprendizado". 

terça-feira, 12 de julho de 2016

Lições da Eurocopa

Mais uma vez a Europa deu um show com a Eurocopa, jogos extremamente parelhos e disputados, resultados imprevisíveis, torcida vibrante, jogador emocionado, ou seja, todos os ingredientes que fazem do futebol o esporte mais apaixonante. Entendo que o futebol brasileiro e osulamericano têm muito a aprender fora e dentro do campo com a galera do velho mundo, inclusive com os erros. Neste post, levantarei alguns pontos que acho importante, começando com os de fora do campo:

quinta-feira, 7 de julho de 2016

1982 a 2014, 32 anos de histórias

Eu poderia até escrever um post sobre este momento de crise que passa o Bahia, mas seria só mais um para bater e criticar Marcelo Santana e sua turma, acho melhor esperar sair a lista oficial de dispensados e contratados porque a discussão fica menos no achismo e mais concreta. De antemão, acho que a lista preliminar de dispensa divulgada tem mais o intuito de agradar a torcida do que de resolver o problema, sendo bem sincero, acho que tem atleta pagando por crime alheio, o que é muito ruim para o futuro da equipe. 

Feito este registro, vou aproveitar o momento para aprofundar uma discussão sobre a seleção brasileira que venho tendo com os colegas do baba aqui em BSB. Para alguns, boas são as de 94 e 2002 porque foram campeãs; para outros, nos quais me incluo, boa foi a de 82, porque jogou um belo futebol e marcou época. Nem vou entrar na discussão se Dunga é mais jogador do que Falcão, apenas por ter um título mundial, pois, apesar de respeitar Dunga e achar que ele não era o brucutu vendido pela imprensa como o símbolo da fracassada seleção da copa de 90, prefiro o estilo de jogo de Falcão, tem mais a ver com o futebol que aprendi a gostar. Farei uma breve reflexão sobre as seleções de 82 a 2014.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Ladeira abaixo

Salvador é famosa por suas belezas naturais, mas também pelo seu relevo, temos a Cidade Baixa e a Cidade Alta, e haja ladeira para subir e descer. Infelizmente, não é incomum um caminhão ou um ônibus perder o freio e descer a ladeira desgovernado, causando um razoável estrago. Sei que isto não tem nada haver com futebol, mas é a única metáfora que me vem à cabeça para descrever o que está acontecendo com o Bahia, são impressionantes e vergonhosas 6 derrotas em 7 jogos, sendo 2 em casa para time que acabaram de subir da Série C.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Rumo à primeira: Sequência perfeita

Para um time que vem fazendo uma campanha claudicante e patinando entre o sétimo e o nono lugar não poderia ter melhor momento para pegar a sequência de jogos do Bahia, uma dádiva dos deuses.

O primeiro jogo é em casa contra o Vila Nova que ocupa a modesta 14ª colocação, tendo perdido 4 jogos dos 6 que fez fora  de casa, vencendo 2.

sábado, 2 de julho de 2016

Está na hora de acordar

Perder para o Ceará no Castelão não pode ser considerada uma catástrofe, afinal é um time tradicional e que vem fazendo um bom campeonato. Os 6 pontos que estão fazendo falta e nos deixando fora do G4 foram as derrotas para o Londrina em casa e para o fraquíssimo Tupi, estas sim, duas catástrofes.

Guto Ferreira, o famoso Professor Guto, o Gordiola, ressuscitou o velho esquema de Doriva com 3 atacantes e, inicialmente, repetiu o mesmo erro colocando Edigar Junio pela direita, onde nunca rendeu no Bahia, e Thiago Ribeiro pela esquerda. No meio, optou por Paulo Roberto no lugar de Feijão, no gol, colocou Jeanzinho, e na lateral esquerda optou por João Paulo. Acho que acertou no meio e no gol, PR não complicou e fez bem seu papel, e Jeanzinho foi o principal jogador do time em campo, com pelos menos 4 defesas difíceis e importantes. Mas, errou na lateral, não que JP tenha feito uma partida ruim, mas também nada fez que merecesse destaque, acho que Moisés seria mais útil.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Carta aberta aos jogadores do Bahia

Prezados atletas,

Vocês não imaginam a felicidade que fico quando leio declarações como estas:


"Sabemos da dificuldade, contamos com o apoio do torcedor. É difícil chegar no estádio e a torcida estar contra. Se juntar time e torcida, o objetivo será conquistado no fim da temporada.” Hernane Brocador.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

O Bahia é patrimônio imaterial

Excelente texto de um grande amigo de SSA sobre o Bahia e sua incomensurável importância no cenário estadual.

Parabéns, Veiga. Saudações tricolores.


terça-feira, 28 de junho de 2016

Posse de bola é importante, mas o que interessa é bola na rede

O triunfo sobre o Oeste/Audax tirou um peso tão grande das costas que até esqueci de escrever o post. Quando acabou o jogo, fui cuidar das crias, do periquito, jantar, tomar banho e fazer sodoku. Mas, é sempre bom escrever quando o time vence, principalmente depois de 4 sapecadas, posso guardar os palavrões para o baba de sábado.

O que mais me preocupava com relação ao jogo era a reação da torcida do Bahia, justamente indignada e revoltada com a equipe. A preocupação aumentava, pois eu esperava que o Oeste tivesse a posse de bola, o que de fato aconteceu (foram 599 passes do Oeste contra 294 do Bahia), este fato poderia impacientar ainda mais a nação tricolor. Contudo, o gol de HB logo aos 13 minutos, e o improdutivo toque de bola deles, o goleiro foi um dos jogadores mais acionados, deixaram a torcida tricolor mais calma, e o primeiro tempo transcorreu favorável ao Bahia, pois apesar da bola ficar com o adversário, Lomba foi um mero espectador, o Oeste só foi chegar após os 40 minutos numa cabeçada.

A Marcelo o que é de Marcelo

Depois da derrota para o Brasil de Pelotas, todas as metralhadoras da torcida tricolor foram direcionadas para a direção do clube, em especial, seu Presidente Marcelo Santana. Melhor assim, temos de atacar as causas e não as consequências, porém discordo do tom de vários destes protestos, alguns tratavam apenas de questões de cunho pessoal de MS, outros eram apenas xingamentos gratuitos, e outros pregavam a violência, típicos protestos que não levam a lugar nenhum, apenas tumultuam mais o já caótico ambiente tricolor. Por outro lado, a maioria dos protestos cobravam uma postura mais firme dos torcedores, em especial dos sócios e conselheiros, sobre a direção, estes sim têm todo meu apoio.

sábado, 25 de junho de 2016

Triste Bahia, quanta incompetência: 0 em 12

Aroldo entrou com um time ofensivo, trouxe Danilo Pires para a lateral direita e, lá na frente, entrou com Cajá, Régis, Luisinho e Thiago Ribeiro. Esta armação surpreendeu o Brasil, e o Bahia chegou 4 ou 5 vezes antes dos 20 minutos, sendo 3 com Luisinho, em duas delas, chegou perto de marcar.

Porém, paramos aí, no restante do primeiro tempo, o time xavante aproveitou de sua maior força física e passou a dominar o jogo, contudo não foi capaz de assustar Lomba. Destaco que o gramado parecia uma pista de gelo, os jogadores encontravam dificuldade para permanecer em pé.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Toda casa da mãe Joana precisa de um bode expiatório

Quem nunca ouviu ou usou as expressões "testa de ferro", "tirar o cavalinho da chuva", "o pão que o diabo amassou", "a cobra vai fumar", "com a boca na botija", ou "falar pelos cotovelos"? São expressões largamente usadas no dia-a-dia por toda a população mesmo sem saber seu verdadeiro significado ou origem, mas sempre estamos recorrendo às mesmas para definir situações corriqueiras. 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Bahia, um barco a deriva


Já diz o famoso fado português "navegar é preciso, viver não é preciso". Por isto, uma jornada de navio conta com toda uma programação prévia, com equipamentos e GPS que ajudam na navegação e mostram o rumo a ser seguido, e sobretudo de um capitão capaz de controlar e orientar a equipe da embarcação. Assim, deveria ser também a programação de uma equipe do porte do Bahia para a disputa de um campeonato, mas pelo que vemos, o tão propalado planejamento tricolor ainda não chegou ao futebol, continuamos com a imprecisão dos passes de um bêbado, 1 para frente, 2 para trás, não chegando a lugar nenhum, enfim somos um barco a deriva.

Se eu escrevesse tudo que estou com vontade, tenho certeza que o administrador do blogger expulsaria o Sobahea do seu domínio. Por isto, vou falar na língua das siglas, VSF, PQP, VTNC a direção e o elenco tricolor. O time precisou tomar dois gols do limitadíssimo Tupi para poder demonstrar vontade de jogar, na maior parte do tempo, o Bahia foi um time sem alma, raça, garra e gana, time de moleques para dizer o mínimo. Vou passar o post falando do jogo, pois se fosse falar como torcedor que sou, ia escrever muita merda, é melhor então evitar. 

Os números dentro de campo

Continuando no âmbito dos números, vamos apresentar agora uma sequência de números extraídos do footstats.net para o conjunto da equipe e para alguns jogadores que se destacaram em alguns quesitos.

Vamos começar pela essência do futebol, o passe. Mais do que nunca, é importante qualificar o passe para se manter a posse da bola e o controle do jogo. Neste ponto, variamos boas e más partidas, nossa melhor partida neste quesito foi a primeira quando acertamos 93,3% dos passes, lembro que neste jogo o Avaí teve um jogador expulso. Estranhei o fato da nossa partida neste quesito ter sido contra o Goiás, quando tivemos o controle total do jogo, acertamos apenas 83% dos passes, índice próximo ao jogo contra o Paraná, 84%, mas neste jogo nossa atuação no primeiro tempo foi bisonha.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

O que dizem os números

O post de hoje vai ser árido para ler, pois trata da pontuação do Bahia no campeonato, porém durante a campanha, vamos apresentar aqui no sobahea um sequência de posts (10ª, 19ª e 29ª rodadas) trazendo uma comparação dos números do tricolor com campanhas dos campeões e 4º colocados nos anos anteriores. Além de comparar a campanha de 2016 com a de 2010, ano do último acesso tricolor.

sábado, 18 de junho de 2016

Um jogo para esquecer num dia inesquecível

Para os torcedores do Bahia que moram em Brasília foi um dia histórico, jamais esqueceremos. De manhã, teve o baba, Zé Carlos jogou e deu show, infelizmente só joguei contra, mas vou por no meu Curriculum Vitae de babeiro que marquei Zé Carlos, verdade é que tentei, mas só a sensação de estar ali do lado, já é suficiente para contar para filhos e netos.

No evento a torcida deu show, local lotado, Zé Carlos e Beijoca reverenciados, como foi bom comemorar um gol do lado destes caras, jamais esqueceremos. Pena que os dois não estavam em campo.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Amanhã é dia do Bahia em Brasília

18/06/2016 não será um dia qualquer em Brasília, será o dia do encontro da Embaixada Bora Bahêa Brasília com seus ídolos Beijoca e Zé Carlos; será um dia de confraternização, de rever velhos e fazer novos amigos; de assistirmos e torcermos juntos pelo Esquadrão; dia de ajudar a quem necessita com doação, ação que já começou hoje, dia 17/06, com a doação de sangue por vários membros da EBBB; será um momento para se associar ao Esquadrão; será um dia de bater baba, suar para aumentar e sede e marcar gols; será um dia de ouvir música baiana, comer acarajé, caruru e beber uma relembrando os velhos tempos de SSA e do Bahia com os colegas. Enfim, será um dia tricolor, um dia de festa, um dia para celebrar amigos, o BAHIA e a vida.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Jogo quente no frio catarinense

Tem uma máxima que sempre ouço em luta de boxe entre pesos pesados, "quando o adversário sentir, parta para cima e termine a luta". Pois é, esquecemos de aplicar este ensinamento hoje e entramos numa fria no inverno do sul.

O Bahia entrou com o mesmo esquema que vinha dando certo, 4-4-2, com Moisés no lugar de João Paulo, e Thiago Ribeiro no lugar de Luisinho. Confesso que entraria no 4-5-1, com Régis no lugar de ThR, mas reconheço que o esquema armado por Doriva funcionou e o Bahia foi melhor a maior parte do jogo. 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ô, ô, ô, ô, nada mudou

Quando o Brasil ganhou de 7x1 do poderoso e inexpressivo Haiti, pensei em escrever um post sobre o que tinha mudado entre os dois 7x1. Porém, reconheço que a preguiça mental para pensar ou escrever qualquer coisa sobre a seleção foi mais forte e desisti. A preguiça e a indiferença estão tamanhas, que não consegui assisti mais do que um tempo dos últimos 4 jogos do time da CBF.

O resultado de ontem, a derrota para o Peru, só ratifica o título deste post e o que eu pensava escrever, NADA MUDOU, continuamos um bando sem nenhuma organização em campo e fora dele. Vou levantar somente alguns pontos pra refletirmos:

sábado, 11 de junho de 2016

Feijão está caro pra porra

Ontem, eu não vi o jogo, por isto estava decidido a não escrever nenhum post, mas quando recebi pelo zap a foto de Feijão que ilustra este texto, vi que tinha de registrar este momento aqui no sobahea.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Destaques: Goiás 0 x 2 Bahia

Quem acumulou? Tecnicamente, não foi um bom jogo, o Bahia se limitou a cozinhar o Periquito, enquanto o este esperneava, mas não encontrava forças para pressionar o Esquadrão, tanto que os poucos lances de ataque do time esmeraldino foram em lances isolados e sem grandes consequências. Com isto, a partida não teve nenhum jogador que tenha se destacado individualmente, com grandes jogadas e lances de efeito. É certo que Cajá fez um bonito gol, mas pouco armou a equipe tricolor, Lomba fez boas e seguras defesas, Jackson mais uma vez foi seguro, e Thiago Ribeiro novamente entrou bem. 

Três pontos no ritmo baiano de ser

Enfrentar o Esmeraldino no Serra Dourada sempre foi um pesadelo para o Bahia, já fizemos partidas inesquecíveis como o 4x4 pela Série B de 1999, entretanto nunca tínhamos vencido um jogo oficial em Goiânia. Apesar disto, fiquei na seca para ir, mas desta vez não consegui descer com a galera, a festa sempre é boa, imagina com um triunfo inédito e sobre um dos "favoritos" da Série B.

Como no post do jogo contra o Papão, vou começar falando do adversário, nunca vi um Goiás tão fraco, o time é muito, muito ruim mesmo, para quem já teve Fernandão, Túlio, Danilo, Josué, Valter, e Tiago Mendes deve ser desesperador ver este bando que jogou hoje em campo. Entretanto, isto é problema deles, recuperamos os dois pontos perdidos contra o Timbu na Fonte, isto é que importa.

domingo, 5 de junho de 2016

Rápido e Caceteiro (10): Pitacos sobre as notícias do Bahia

Normalmente, no dia seguinte ao jogo do Bahia, publico o post com os destaques da partida. Entretanto, como quero dar uns pitacos em outros assuntos, vou estender um pouco mais este post.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Papamos o Papão

Hoje, a bola resolveu entrar e ganhamos o jogo com o folgado placar de 3x0, entretanto o resultado não demonstra o que foi o jogo, em especial no primeiro tempo.

Porém desta vez, mais que criticar a apatia e falta de criatividade do Bahia na etapa Inicial, prefiro elogiar a postura do Paysandu. O Bahia até que tentou pressionar a saída deles, mas não conseguia porque o posicionamento da linha defensiva do Papão não permitia, destaco que os dois zagueiros ficavam afastados dificultando o papel de Hernane na marcação da saída de bola, ademais os meias também se apresentavam, em suma, não conseguimos impor a mesma pressão que fizemos no Timbu.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

O que os números mostram

Nem vou tecer comentários, a intenção deste post é só passar um panorama dos números do Bahia no campeonato. Todos os gráficos foram obtidos no site footstas.net. Não resisti, alguns números são preocupantes, em especial o de lançamentos, não há necessidade de se lançar tanto a bola durante o jogo, e o de cruzamentos errados.


Acho que já deu para Doriva

O maior patrimônio e a maior força do Bahia é a sua apaixonada e vibrante torcida. Com ela ao seu lado, o Tricolor conseguiu títulos inesquecíveis como os Baianos de 81 e 94, foi quase imbatível na Fonte Nova como em 88 e 90, e fez campanhas memoráveis com time e elenco limitados como em 85 e 2010. Ou seja, com a Nação ao seu lado, o Bahia é poderoso e quase invencível em casa; sem a Nação ao seu lado, o Bahia se torna um time comum e suas fragilidades ficam evidentes. Não por acaso o clube lançou a campanha #juntosvoltaremos, reconhecendo o que sempre defendi neste blog, mesmo quando critiquei duramente a postura da nossa torcida me tornando persona não grata na ABC (leiam: http://www.sobahea.net/2016/03/o-insuportavel-pessimismo-da-torcida-do.html e http://www.sobahea.net/2016/04/ha-razoes-para-reclamarmos-tanto-do.html), em suma o Bahia só voltará para a Série A se a massa tricolor estiver ao seu lado.


terça-feira, 31 de maio de 2016

A montanha russa tricolor

O Bahia entrou em campo com o time que a torcida pediu, Juninho e Cajá no meio para armar o time e o trio de atacante formado por Luisinho, Hernane e Edigar Junio. Com esta escalação, com os jogadores bem colocados em campo e demonstrando muita vontade, o Bahia dominou completamente o Timbu, criou várias oportunidades, porém mais uma vez faltou competência para marcar. Infelizmente, este cenário só durou os 45 minutos iniciais, depois do intervalo, com 5 minutos já era possível afirmar que o Bahia voltou sem a mesma pegada.

domingo, 29 de maio de 2016

Destaques: Vasco 4 x 3 Bahia

Vasco e Bahia fizeram uma partida para se lembrar por muito tempo, não é todo dia que vemos um jogo com 7 gols e com tanta alternativa. Após um primeiro tempo totalmente dominado pelos cruzmaltinos, o tricolor reagiu no segundo e o jogo ficou imprevisível e aberto, sendo decidido pelo craque Nenê, camisa 10 de São Januário. Do nosso lado, tivemos algumas decepções e destaques como veremos no restante deste post.

sábado, 28 de maio de 2016

O craque estava do outro lado

Muitos dirão que Doriva não serve para treinador do Bahia, que o treinador foi covarde, que não consegue dar um esquema de jogo ao time e outra frases feitas quando o time perde. Já questionei aqui no blog se Doriva é o treinador certo para a Série B, temo como a maioria da torcida que se repita o erro que cometemos com Sérgio Soares, quando demoramos muito para substituí-lo, ao resolver não tinha mais opção e recorremos a Charles que não era bem quisto pelo elenco. Mas, vou neste post fazer alguma reflexões sobre a atuação do nosso treinador hoje.

Em primeiro lugar, o jogo não foi definido pelos esquemas usados por Jorginho ou Doriva, mas pelas falhas individuais do nosso goleiro e pela qualidade do craque deles. Enquanto Lomba, titular indiscutível do nosso time, falhou nos dois primeiros gols, Nenê desequilibrou com dois gols e passes precisos, apesar de ter perdido um pênalti que o mesmo cavou após uma excelente arrancada, quando o jogo estava 4x2.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O Brocador voltou

Para alegria da ABC (Associação Baiana dos Corneteiros), o Bahia novamente não fez uma grande partida, entretanto os integrantes da Associação ficaram desesperados porque brocamos novamente. Cutucada e brincadeira à parte, apesar do triunfo que nos deixou com 7 pontos em 9 disputados, o time foi muito irregular em campo, variando bons e maus momentos.

A imoralidade da "venda" do mando de campo

Virou rotina no futebol brasileiro a prática de se alterar o mando de campo, a justificativa em geral é econômica, os times alegam que receberam uma proposta vantajosa para jogar em outro estado e que ganharão dinheiro com isto. Em uma análise superficial, este fato parece não ter nada demais, afinal, o mandante faz o que bem entender com seu mando, mas não é bem assim, pois terceiros, times que não estão envolvidos diretamente no jogo, podem e são constantemente prejudicados com esta prática.O problema começa quando as trocas acontecem justamente para um local onde o time "visitante" tem maioria na torcida, o que claramente inverte o papel entre os dois adversários.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

EC. Bahia: avanços e erros que se repetem

Bastaram dois jogos, um triunfo em casa e um empate fora, para decretarmos a demissão do treinador, a queda do Bahia para a Série C, a necessidade de contratar um jumbo de jogadores, o fim da carreira de Thiago Ribeiro, e mais outras previsões apocalípticas. Em parte, acho que os críticos estão certos, a incapacidade de marcar gol do Bahia preocupa, faltou um na Lampions, um no Baianinho, um no Paraná e dois contra o Coelho pela CB. 

Mas, por outro lado, dos 5 jogos citados acima, fomos superiores em 4  quando dominamos e criamos chances claras para marcar; somente no jogo do Santa, em especial no segundo tempo, fomos inferiores ao adversário. Ainda que de forma tímida e insuficiente, o time apresenta algumas evoluções importantes que mostram uma evolução do conjunto, vejamos algumas:

sábado, 21 de maio de 2016

Dois pontos perdidos

Se eu tivesse um blog sobre viagens com certeza escreveria o post de hoje com muito mais prazer, visto que hoje tive a felicidade de conhecer a Praia dos Carneiros em Pernambucano,  sem dúvidas, um passeio 99% prazeroso e 1% cansativo. 

Voltei mais cedo para Porto de Galinhas para ver o jogo, rodei um pouco e logo encontrei uma Arena. 

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Haja incompetência

Como no post anterior não falei do jogo e do caminhão de gols perdidos, publico o preciso relato do colega da Embaixada Bora Bahêa Brasília, Márcio Canella.

O JOGO
 
 O Bahia teve as melhores chances de gols no primeiro tempo. Logo aos dez minutos, o Tricolor assustou.
 
 Thiago Ribeiro recebeu passe de Juninho na área, cortou o zagueiro e chutou forte. A bola passou perto do gol.
 
 A resposta do América (MG) veio aos 25 minutos. Rafael Bastos fez boa jogada pela esquerda, passou por Jackson e chutou forte de fora da área. A bola passou rente ao travessão de Lomba.
 
 Já aos 28 o Esquadrão teve a melhor chance da etapa inicial. Zé Roberto fez belo lançamento e deixou Thiago Ribeiro na cara do gol. O atacante, porém pegou muito forte e chutou longe do gol de João Ricardo para desespero da torcida.
 
 Aos 34, o time baiano ainda teve mais uma oportunidade. Em troca de passes com Zé Roberto, Luisinho recebeu de letra do atacante, mas chutou em cima da zaga.
 
 Mas, na volta para o segundo tempo, o Bahia foi surpreendido logo aos seis minutos. Após um bate-rebate na área, Sueliton, em posição duvidosa, mandou para as redes. Os jogadores tricolores reclamaram de impedimento.
 
 Dois minutos depois, o Tricolor ficou com um homem a mais. Artur atingiu Zé Roberto sem bola e levou o cartão vermelho.
 
 O Esquadrão foi para cima de vez e quase empatou aos 12 minutos. Em cobrança de falta, Juninho acertou o travessão, No rebote, Thiago Ribeiro mandou de cabeça e João Ricardo fez uma linda defesa.
 
 Aos 24, o Esquadrão teve uma grande chance. Tinga achou Zé Roberto livre na área, mas de cara com o goleiro o atacante cabeceou para fora.
 
 Aos 37, o goleiro do Coelho brilhou mais uma vez. Após mais uma bola levantada na área, Luisinho desviou de cabeça e João Ricardo, com a ponta dos dedos fez uma grande defesa.
 
 Já aos 40 minutos, o Bahia teve mais um lance para ficar na bronca com a arbitragem. Henrique foi derrubado dentro da área, mas o árbitro marcou falta fora da área. Na cobrança, Juninho tentou novamente e parou em uma nova defesa de João Ricardo, que garantiu o triunfo e a vaga ao time mineiro.

Poderia ser o céu ou o inferno

Como de costume, quando acabou o jogo abri o computador para escrever o post, na verdade nem precisei abrir, pois assisti o jogo na Internet. Mas, pela primeira vez, desde que comecei a escrever o blog, não saiu nada, travei geral. Para não dizer que não saiu nada, veio uma idéia de título do post "3 em 3", fazendo referência aos três fracassos em três campeonatos, e a frase "Com a derrota para o América/MG, o Bahia alcançou a terceira eliminação no ano, sendo duas dentro de casa e pelo mesmo placar, 1x0 para o adversário". Muito pouco para  escrever um texto decente e que passasse toda a indignação que estava sentindo no momento.

Talvez tenha travado por interromper meu sono para assistir ao jogo; por estar chateado por ter visto o Bahia mais uma vez ser prejudicado pela arbitragem; pela nossa estrela ter nos abandonado; por não acreditar que um jogador caro e famoso como Thiago Ribeiro possa perder tanto gol e jogar de forma tão displicente em mais uma partida decisiva; por ver Doriva jogar na fogueira mais uma boa promessa da base tricolor; por ver um goleirinho resolver fechar o gol logo contra a gente; mas acho que foi o conjunto desta zorra toda que me deixou sem inspiração, eu estava me sentindo confortavelmente entorpecido, como diz o Pink Floyd na letra de "Confortably numb".

terça-feira, 17 de maio de 2016

Bahia 2 x 1 Avaí: o que dizem os gráficos

A análise dos dados e mapas disponíveis no site http://meu.footstats.net permitem corroborar ou retificar algumas impressões que temos durante o jogo. No caso específico de Bahia 2 x 1 Avaí, os gráficos apresentados pelo footstas confirmam a impressão geral que a torcida tricolor teve da partida, vejamos:

domingo, 15 de maio de 2016

Esperava mais

Começou a Série B, o grande objetivo do Bahia em 2016. Ganhamos, mas não convencemos; os três pontos vieram, entretanto o bom futebol não apareceu; a torcida apoiou, mas o time não empolgou. Enfim, agora faltam 62 pontos, 17 triunfos e 11 empates.

O Bahia entrou com o mesmo esquema do último BaVice e começou o jogo ligado, foram bons os 5 primeiros minutos, conseguimos abafar o Avaí e até criamos chance. Contudo, a partir daí, o jogo ficou equilibrado, com os dois times alternando ataques, mas sem criar grandes chances. Aos 20 minutos aconteceu o lance que ia definir o ritmo do jogo, o defensor do Avaí, Alemão, quase arranca a cabeça de Paulo Roberto com as travas da chuteira, sendo justamente expulso. PR sem condições de jogo saiu para entrada de Juninho. Estranhei o fato de Juninho ficar mais recuado e Feijão mais próximo a área, sinceramente, faria diferente.

sábado, 14 de maio de 2016

#JuntosVoltaremos

Quando o Bahia ganhou do Santa Cruz pela primeira rodada da Copa do Nordeste, escrevi que tínhamos passado no primeiro teste (http://www.sobahea.net/2016/02/passamos-no-1-teste.html). Posteriormente, fiz uma avaliação dos novos contratados e conclui que até aquele momento somente Hernane e Juninho poderiam ser considerados como aprovados (http://www.sobahea.net/2016/04/passa-ou-nao-passa.html). Porém, a conclusão era a mesma nos dois posts, a aprovação final ainda estava longe de ser alcançada, precisaríamos melhorar, reforçar e nos empenhar mais para atingir esta meta.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Incinerar a base é sempre mais fácil

Não assisti ao empate do Bahia contra o Coelho mineiro, atual campeão das alterosas. Deitei com meu filho e acho que apaguei antes dele, porém sonhei que o jogo tinha sido empate. Quando acordei pela manhã, fui me atualizar no zap e lá estavam mais de 650 mensagens nos dois grupos de tricolores que faço parte. Impossível ler tudo, mas dei uma zapeada, e lá estava o velho tiroteio sobre a base tricolor, Zé Roberto era execrado, Gustavo Blanco massacrado, sobrou até para Rômulo que nem no avião entrou e Róbson.

Na hora do almoço, vi os melhores momentos, de fato ZR perdeu um gol que peladeiro faz e GB outro que não se pode perder. Porém, Thiago Ribeiro e Luisinho também tiveram e desperdiçaram suas chances, entretanto não vi a mesma "fúria" em relação aos últimos. Não quero aqui defender o quarteto da base citado acima, nem criticar quem os criticou, pois concordo com muito do que foi dito, mas quero fazer algumas reflexões sobre o tema:
 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Qual a verdadeira face do Bahia?

No famoso livro O médico e o monstro de Robert Louis Stevenson publicado em 1886, Dr Jekyll, o médico, tem como teoria que
"o homem, na verdade, não é apenas um, mas dois. Todo ser humano é dotado de duas naturezas completamente opostas equilibradas de acordo com sua saúde mental. Uma é boa, aquela que traz admiração das pessoas, compaixão dos mais velhos, elogios dos amigos e da esposa ou namorada; outra é má, aquela que é violenta, agressiva, mal-educada, feia e temida por todos. Quando bem distribuídas, com pequenas alternâncias de estado, o homem pode ser considerado normal, mas há os casos em que uma natureza se sobrepõe a outra, tentando se libertar. O problema torna-se grave quando quem alcança a liberdade é o lado negativo, gerando as fatalidades que estamos acostumados a presenciar nos noticiários." Fonte: http://www.passeiweb.com/estudos/livros/o_medico_e_o_monstro

domingo, 8 de maio de 2016

Ah se o apito falasse..

Hoje, o time do Bahia jogou como Bahia, a Nação se comportou como a maior e mais vibrante torcida do Nordeste, paramos e vencemos o bom time do rival com sobra e mostramos quem é que manda no futebol da Bahia. Depois de uma semana ouvindo os vicentinos arrotando favoritismo e tirando onda, o que vimos hoje foi um time acovardado que se escondeu atrás do juiz e da proteção da Federação Baiana para levantar o título. 

sábado, 7 de maio de 2016

Somos da turma tricolor

Recebi o texto abaixo pelo zap, reproduzo porque expressa bem o que penso e sinto neste momento de decisão. Está sem os créditos do autor porque desconheço a autoria.

Nação tricolor, você é aquele torcedor que quando escuta o hino se arrepia? Que quando escuta hino grita BORA BAÊA e canta incansavelmente? O que ele te representa? Será que você sabe o real significado dele para a torcida? Pois bem após essas indagações, tenho certeza que você irá para a arena ou estará torcendo no Domingo.

( Naipe de abertura)

SOMOS DA TURMA TRICOLOR
- Quem é essa tal de turma tricolor? - é óbvio que sou eu, você, eles ou seja NÓS (no plural mesmo) desde o catador de latinha ao Governador do estado, desde o roupeiro do clube até o presidente do clube, isso mesmo torcedor; somos nós quem formamos essa turma ou melhor dizer essa NAÇÃO TRICOLOR.

SOMOS A VOZ DO CAMPEÃO 
- esse é o canto que sempre sai de nossa arquibancada, fomos o(s) primeiro(s) a gritar "É CAMPEÃO (brasileiro)", o nosso intuito é o nosso espírito é esse, esse é o nosso grito de campeão, não é por isso que os Novos Baianos fizeram uma Música assim:" quem é o campeão dos campeões?-é o Bahia, quem é que carrega as multidões?- é o Bahia...", então torcida tricolor enquanto estivemos em uma competição esse grito de "É CAMPEÃO" ficará cada vez mais forte em nossas gargantas, e para ele ser invencível temos que cantar em um só coro.

SOMOS DO POVO UM CLAMOR 
- esse clamor é o que nos motiva, é quando ninguém mais acredita no clube e mesmo assim não os abandonamos, é o nosso chamamento, é falar para o próximo - vamos pra fonte que o Bahia precisa da gente.

NINGUÉM NOS VENCE EM
VIBRAÇÃO 
- essa passagem por si só já é autoexplicativa , todos sabem que a nossa torcida é a mais calorosa dentro do campo, o time ganhando ou perdendo nós continuamos cantando, nós continuamos pulando e cantando com cada chute a gol no ataque, ou cada chutão do zagueiro na defesa.

VAMOS AVANTE ESQUADRÃO 
- esse é o chamamento, esse é aquele momento que temos que esquecer tudo o que passou e seguir em frente, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.

VAMOS SERÁS O VENCEDOR 
- aqui estamos afirmando quem será o vencedor, e o vencedor somos nós, nós é quem somos o autêntico e verdadeiro vencedor.

VAMOS CONQUISTAR MAIS UM TENTO 
- a nossa ambição em sempre querer mais, se estava zero a zero, queremos o um a zero, se  fizermos o primeiro queremos o segundo e assim por diante, a mesma linha de raciocínio serve para os títulos, não nos contentamos com pouco, quando podemos conseguir muito, e nos contentamos com pouco quando não poderíamos conseguir mais.

BAHIA,BAHIA,BAHIA
- esse nome só nos dar alegria, além de ser o nome do nosso estado, que possui varias beleza é o nome do nosso time, time este que carrega a nossa região com louvor 

HOUVE ESSA VOZ QUE É O SEU ALENTO 
- essa voz se faz presente em qualquer canto do mundo, desde as discussões de mesas de bares até a do narrador do jogo, essa é a voz que disse não ao ex-presidente e conseguimos derrubalo, essa é a voz que grita e elogia quando o time vai bem, mas também vaia quando vai mal, essa é a voz que xinga o juiz e a torcida adversária.

BAHIA, BAHIA, BAHIA
-(já citei logo acima)

MAIS UM, MAIS UM BAHIA 
- é o que sempre queremos , sempre somar, sempre queremos mais uma título, mais um gol, mais um jogador, mais um torcedor, mais um sócio, mais um patrocinador, mais um jogador da base.... Enfim do que possa acrescentar no Bahia positivamente nós queremos sempre mais.

MAIS UM, MAIS UM TÍTULO DE GLÓRIA 
- queremos sempre títulos , e títulos gloriosos, títulos com Gol no final ( tipo o de RAUDINEI), títulos com jogadores derramando sangue (tipo o do nacional de 88), títulos com inversão de vantagens (tipo o do Vitória da Conquista - e se Deus permitir o do próximo domingo).

MAIS UM, MAIS UM BAHIA É ASSIM QUE SE RESUME A SUA HISTÓRIA 
- é essa que se resume a sua história, nada foi fácil para o Bahia, todo foi conquistado com muita luta, e algo que foi predominante para que tudo isso ocorresse, A TOCIDA SEMPRE ESTEVE DE MÃOS DADAS, desde a queda para série C, aos títulos da série A a torcida nunca abandonou o clube. E porque essa história de abandonar o clube agora Justamente numa final? Será que você não sabe que a nossa mística sempre foi assim? 


Vamos meu caro, faça a sua parte, compre seu ingresso dai mesmo onde você está, é dai mesmo (da internet) , ou vá amanhã pegue sua fila, faça novas amizades e domingo todos terão que nos escutar, afinal SÓ DEUS CALA A NOSSA VOZ. Saudações Tricolores E BORA BAÊA MINHA PORRA!!!