Marca SóBahêa

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Este faz parte da História: Bahia 2 x 1 Vitória da Bahia

O BaVice do frango de Gelson no chute de Fito, em 1979, e o BaVice do gol de Raudinei, em 1994, estão entre os mais lembrados e comentados pela Nação Tricolor. Não é para menos, um representa o heptacampeonato, e o segundo marca uma grande recuperação dentro da competição. A esta coleção de boas recordações, gostaria de acrescentar o de 1981, pois é a minha primeira lembrança de BaVice decisivo. 

Era o ano do cinquentenário do Bahia, ser campeão era uma questão de honra, por isto o alto investimento em Dário, veio do Santinha, e Sena, ex-ídolo dos vicentinos, comprado do Palmeiras. Detalhe, em duas ou três partidas contra os times pequeno do Baiano, a torcida pagou o investimento, lotando seguidamente a Fonte Nova.

Durante o campeonato goleadas sobre o Redenção de Brotas (9x0, vídeo na sequência, e 7x1), e por 8x1 no forte time do Leônico, presidido pelo lendário João Guimarães e contando com Iberê (médico nas horas vagas, marcou época no futebol baiano pela plasticidade das defesas) e do ponta esquerda Sabino que veio a jogar no Bahia com bom desempenho, com mais de 25 mil pessoas na Fonte, na final do primeiro turno, já mostravam o poderio do Bahia. 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Os caprichos do futebol

Gostaria de tecer alguns comentários sobre o confronto Santos x Palmeiras pela semifinal do Paulistão, a terceira vez em menos de um ano que os times se encontram em decisão ou semi. Foi o tipo de jogo onde todos os caprichos do futebol estiveram presentes. Não foi um jogo espetacular ou tecnicamente rico, longe disto, mas foi um jogo com as alternâncias que fazem do futebol este esporte imprevisível que prende a atenção e nos deixa fixos em frente à TV. Vamos aos detalhes do jogo.

Nova parceria

Prezados amigos,


É com muita satisfação que informo que o Sobahêa firmou uma parceria com o Futebolbahiano, um dos mais respeitados e lidos blogs sobre futebol na Bahia. 

Agora parte dos posts publicados aqui também poderão ser lidos no futebolbahiano.org.


Espero que esta parceria possa trazer reflexões que colaborem para o crescimento do Esporte Clube Bahia, a razão de ser deste blog.
 

domingo, 24 de abril de 2016

Há razões para reclamarmos tanto do Bahia?

Lá vou eu de novo falar da torcida tricolor, quando leio os comentários dos artigos e textos publicados sobre o Bahia me lembro imediatamente da irracional briga Coxinha x Petralhas, que infelizmente assola o País. Na briga nacional, sinto que os dois lados esquecem o melhor para o Brasil e se apegam à convicções e ideologias para defender seu lado e atacar o adversário, racionalidade zero, paixão a mil. O que interessa é ser contra ou a favor do Governo, o resto é resto.

A briga da Nação Tricolor é mais ou menos por aí. Tem o lado que não consegue ver nada de positivo na atual Diretoria, cada fracasso em campo é um orgasmo para esta galera, que pode inundar a internet com a já famosa cobrança, "cadê o zagueiro e o meia de criação?", como se jogadores nestas posições estivessem sobrando no cenário nacional, basta ver o miolo da zaga e o meio da seleção brasileira para entender o que estou falando.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

O Bahia ainda é dono da sua casa? - Parte 1

Historicamente, o Bahia era conhecido como um time muito difícil de ser batido em seus domínios, pois os jogadores se enchiam de brio e superavam suas deficiências com muita garra e vontade de vencer, não importava quem estava do outro lado, o Bahia partia para cima e fazia valer seu mando, não existia jogos perdidos, em vários momentos o triunfo ou o resultado desejado veio após os 40 minutos do segundo tempo.

Nossa torcida também sempre foi respeitada e temida pelos adversários, todos sabiam que enfrentariam na Fonte não somente os 11 jogadores do Esquadrão, também lutariam contra uma multidão de vibrantes apaixonados  que sabiam como pouco incentivar e levantar o time nos momentos difíceis.

Infelizmente, este cenário vem mudando, o Bahia já não assusta quando joga em casa, nossa torcida poucas vezes nos últimos anos fez seu papel e segurou as pontas quando o time precisou. Nossos jogadores jogam em casa inseguros, sem confiança e perdem jogos que teríamos todas as condições de vencer e alcançar as metas desejadas. Nossa torcida, cada vez em menor número no estádio, parece que desaprendeu a torcer. Sinto falta daquele entrosamento time-torcida de 1985, quando com um time limitado, mas com uma torcida vibrante e apaixonada que levava o time no ritmo da magia das palmas, fomos os melhores da primeira fase do Brasileirão.


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Vencemos, mas não convencemos

Como bom baiano que sou, não resisti ao convite de ir comer um acarajé no Guará (cidade satélite de Brasília), recomendo, desceu muito bem. Por isto, só comecei ver o jogo aos 15 minutos do primeiro tempo, quase tive uma indigestão com o futebol apresentado pelo Bahia nesta etapa da partida. Sem dúvida o desempenho do Bahia despertou os piores pesadelos do torcedor, alguns fantasmas reapareceram, parecia um time de várzea, os jogadores mostraram todas as deficiências possíveis, passes errados, domínio equivocados, posicionamento de time amador, ou seja nada se salvou. 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Destaques: Vasco 4 x 3 Bahia

Vasco e Bahia fizeram uma partida para se lembrar por muito tempo, não é todo dia que vemos um jogo com 7 gols e com tanta alternativa. Após um primeiro tempo totalmente dominado pelos cruzmaltinos, o tricolor reagiu no segundo e o jogo ficou imprevisível e aberto, sendo decidido pelo craque Nenê, camisa 10 de São Januário. Do nosso lado, tivemos algumas decepções e destaques como veremos no restante deste post.

domingo, 17 de abril de 2016

Não deu

A humanidade sempre teve necessidade de buscar heróis e vilões para contar suas histórias, é assim nas guerras, na política e nos esportes. Muitas vezes a análise precipitada dos fatos nos leva a eleger falsos heróis e destruir aqueles que nada tinham de vilão. Falo isto porque é fácil jogar toda a culpa do fracasso de hoje nas costas de Róbson. Mas, se analisarmos friamente o jogo, vamos ver que o mesmo fez uma boa partida, anulando o experiente Grafite na maioria das jogadas, sem dúvida ele falhou feio no gol que decidiu a vaga, mas está longe muito longe de ser o vilão de mais um fracasso do Bahia jogando na Fonte.

sábado, 16 de abril de 2016

A expectativa cresce

Enquanto parte da população brasileira espera ansiosamente pela votação do impeachment na Câmara, com parte gritando "Fora Dilma" e outra " Não vai ter golpe", os tricolores estão unidos em um só pensamento "a vaga na final é nossa", e um grito único escoa por todo canto "Bora Bahêa, Minha Porra".


Depois do empate em Recife, podemos nos dá ao luxo de empatar de 0x0 ou 1x1 para nós classificar, qualquer triunfo também garante nossa presença na grande final.



O time tem algumas dúvidas, vamos a elas:


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Destaques: Santa Cruz 2 x 2 Bahia

Quem acumulou? O time oscilou dentro da partida, começamos bem, fechando de forma correta os espaços do Santa, sem permiti pressão por parte deles. Depois do nosso gol, como é natural, a Cobra Coral se soltou mais, nos forçando a recuar um pouco, mesmo assim, nosso time se postava bem defensivamente, apenas nosso lado direito começava a mostrar a velha incapacidade de parar o ataque adversário. O gol do empate, no último lance do primeiro tempo, empolgou o time e a torcida pernambucana, e acuou demais nosso time. Os 12 primeiros minutos do segundo tempo foram de uma apatia e incapacidade total dos nossos jogadores, a bola não parava em nossos pés, não conseguíamos trocar 3 passes seguidos, e nossa lateral continuava dando mole, não tem zaga que suporte tanta fragilidade do lado do campo.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Outro empate com gosto de triunfo

O jogo começou morno, o Santa Cruz não fez a pressão que se esperava, e o Bahia segurava bem na defesa, voltando ao esquema 4-1-4-1, e tinha liberdade para tocar a bola, mas não acertava o passe após o meio-campo. Até os 20 minutos, o único fato que chamou atenção foi o choque de cabeça entre Grafite e Lucas Fonseca, com o zagueiro do Esquadrão levando a pior, com um corte no supercílio, tendo de ser substituído mais na frente.

sábado, 9 de abril de 2016

Treino de luxo

Antes do jogo fui bater meu baba, pois estava tranquilo, consciente que o Touro do Sertão não seria páreo para o Tricolor na semifinal do Baiano. Ainda mais considerando que os dois jogos seriam em SSA. Em nosso território, o Touro não passaria de vaca de presépio. Quem perde em Soterópolis para time do interior é o Vice, o Esquadrão não tem este mau costume. Assisti o jogo com a galera da Embaixada, clima de total confraternização, tranquilidade e confiança que a brocança seria certa.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sem emoção, mas vaga garantida

Assisti o jogo pela Internet, além de algumas quedas de sinais, o delay tirou toda a emoção, parecia ver os melhores momentos no dia seguinte. Antes mesmo do jogo começar no computador, o zap já avisava que o Bahia tinha brocado, foi assim durante os 90 minutos, mas tranquilo, o coração precisava de um relax depois de domingo.

Acertadamente, o Bahia entrou com um time misto contra o frágil Globo, mas ao contrário dos jogos anteriores, quando entrou com o time sub-20, o de hoje contava com 5 titulares (Lomba, Hayner, Éder, Paulo Roberto e Luisinho), 5 jogadores que sempre são utilizados (Róbson, Moisés, João Paulo, Rômulo e Zé Roberto) e 1 garoto do sub-20 (Luiz Fernando). No papel, time mais do que suficiente para ganhar dos potiguares. Boa oportunidade para uma galera entrar em ritmo de jogo, e outra se recuperar das últimas apresentações e voltar a ter credibilidade com a massa, entre eles Luisinho, Moisés, JP e PR.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Falhas, falhas e mais falhas

Poucos jogos do Bahia foram tão ricos em imagens como este, infelizmente, quase todas mostrando as falhas de posicionamento da nossa defesa, em especial pela lateral esquerda.  
Falhamos por baixo, por cima, fomos incapazes de parar o ataque do Fortaleza, nem preciso  dizer que a trave nos salvou.

Os adversários já descobriram a fragilidade das nossas laterais e estão explorando sem dó, nem piedade, foi assim contra o Vice e voltou a ser assim domingo. Doriva precisa urgentemente rever alguns dos seus conceitos defensivos, o posicionamento avançado da linha de zaga está deixando muito espaços nos lados do campo e como veremos nas imagens, nos deixando em apuros em boa parte do jogo.

Em compensação, nossa dupla de ataque foi cirúrgica nos passes nas poucas chances que criamos. O passe com o lado de fora de EJ foi brincadeira, a calma e precisão de ThR no passe para Juninho foi sacanagem.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Destaques: Bahia 1 X 1 Fortaleza

Após a adrenalina baixar, chegou a hora de analisar o jogo de forma mais racional, para isto serão publicados dois posts, este com a escolha dos nomes do jogo, e um segundo, possivelmente amanhã pela manhã, com a análise das imagens do jogo, de antemão, adianto que o jogo foi rico em imagens que merecem ser analisadas com cuidado pela comissão técnica tricolor, pois mostra uma atuação desastrosa da nossa zaga. Vamos aos nomes do jogo:

domingo, 3 de abril de 2016

Esta é a torcida que eu amo

PQP, PQP, PQP são pelas três bolas na trave, nossa estrela brilhou. Mas, antes de falar do jogo, vou falar da volta da Nação que todos amamos, o número ainda não foi o desejado, mas nossa torcida fez o que todos esperam dela, deu show, segurou o time, incentivou, vibrou, chorou e até vaiou, mas na hora certa. Esta é a torcida que tanto elogiei no post "Que torcida é esta, meu irmão?". Hoje, nosso torcedor foi aquele que o Brasil admira, que os adversários temem e que os jogadores veneram. Se o time não correspondeu em campo, a Nação se superou em campo (não errei, nossa torcida estava em campo, não na arquibancada), me faltam palavras para dizer o que sinto pela NAÇÃO neste momento, em especial depois de ter criticado tão duramente nosso torcedor. AQUI é BAHIA, PORRA.

Vamos ao jogo, sem dúvida tomamos um sufoco histórico, o Fortaleza dominou os 90 minutos, nossa defesa mal protegida com a expulsão de PR voltou a mostrar muita fragilidade, em especial na esquerda. Nos 5 primeiros minutos não passamos do meio-campo, na primeira bola que chegamos, em um bom lançamento de Hayner, Thiago Ribeiro protegeu bem a bola e foi puxado pelo defensor, pênalti marcado, festa antecipada, mas na cobrança ThR telegrafou o canto que ia bater e perdeu. Festa adiada.

Passa ou não passa?

No primeiro jogo contra o Santa Cruz, comparei o Bahia a um menino que mudava para uma escola mais forte e tinha conseguido ir bem no primeiro teste. Continuando a comparação, entendo que o conjunto tricolor foi reprovado no segundo teste (derrota pra o Vice), mas conseguiu excelente nota no terceiro (triunfo sobre o Fortaleza). Estando bem encaminhado para uma aprovação no primeiro semestre, mas para o final do ano ainda precisa de reforço em alguns matérias, se aplicar mais em outras e, principalmente, não perder o foco, problema principal na reprovação do ano passado.

Neste post, apresentarei uma análise individual de algumas peças do Esquadrão, em especial dos novos contratados.

Muito mais que esperava

Bom dia galera, o post "O insuportável pessimismo da torcida tricolor" teve um repercussão que jamais esperei, foram 1.765 acessos na quinta e 659 na sexta, muito mais do que a média deste blog. Ademais, foi reproduzido pelo site futebolbahiano.org, um dos mais lidos sobre o futebol da nossa terra. Reproduzo aqui, os comentários dos leitores do futebolbahiano, inclusive o que postei lá.

Por fim, quero agradecer a todos pelos acessos, isto só me inspira a continuar me divertindo e dividindo minhas opiniões com vocês. Só um lembrete, continuem acessando, não me deixem só.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Um erro crônico e um canhão na ativa

As imagens do triunfo de quarta revelam que nosso esquema defensivo está bem montado, mas precisamos de ajustes, em especial nas costas do nosso lateral direito. Mostraram também a importância do chute de fora, nos dois gols do Esquadrão, a grande área estava congestionada pelos cearenses.