Marca SóBahêa

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sem emoção, mas vaga garantida

Assisti o jogo pela Internet, além de algumas quedas de sinais, o delay tirou toda a emoção, parecia ver os melhores momentos no dia seguinte. Antes mesmo do jogo começar no computador, o zap já avisava que o Bahia tinha brocado, foi assim durante os 90 minutos, mas tranquilo, o coração precisava de um relax depois de domingo.

Acertadamente, o Bahia entrou com um time misto contra o frágil Globo, mas ao contrário dos jogos anteriores, quando entrou com o time sub-20, o de hoje contava com 5 titulares (Lomba, Hayner, Éder, Paulo Roberto e Luisinho), 5 jogadores que sempre são utilizados (Róbson, Moisés, João Paulo, Rômulo e Zé Roberto) e 1 garoto do sub-20 (Luiz Fernando). No papel, time mais do que suficiente para ganhar dos potiguares. Boa oportunidade para uma galera entrar em ritmo de jogo, e outra se recuperar das últimas apresentações e voltar a ter credibilidade com a massa, entre eles Luisinho, Moisés, JP e PR.


Vamos ao jogo. Logo a 1 minuto, Rômulo cobrou magistralmente uma falta na lateral da área e encontrou Éder, o aniversariante da semana, na segunda trave, nosso zagueiro de peixinho marcou 1x0. 



O jogo era agradável de ser ver, mas foi disputado em ritmo de baba, ninguém apertava ninguém, o Bahia jogando mais pela esquerda com seus dois laterais, mas sem muita efetividade, e o Globo, quando recuperava a bola, trocando passes sem muita ofensividade.

Lomba que não tinha sido incomodado, deve ter perdido a concentração e se adiantou muito, permitindo a Rivaldo fazer um golaço por cobertura, gol de gente grande, este vai para o DVD. Entretanto, não deu tempo de comemorar, pois 40 segundo após o gol deles, João Paulo faz um preciso cruzamento, e Zé Roberto se antecipa ao zagueiro e marca o segundo. 

O Bahia ainda teve duas chances, uma com Rômulo tentando devolver o gol de cobertura, num belo lance, no qual teve uma boa visão de jogo, e depois numa assistência do mesmo Rômulo para uma boa cabeçada de Róbson, defendida pelo goleiro. O Globo teve uma chance numa falha de nossa defesa que permitiu uma cabeçada no meio da área, a bola bateu na trave direita de Lomba e saiu.

Os times voltaram com a mesma formação para o segundo tempo, e o jogo continuou no mesmo ritmo, bom de se ver, mas sem competitividade. O Bahia voltou melhor e, mesmo sem apertar o acelerador, foi criando uma chance atrás da outra, entretanto nossos atacantes não foram felizes. Em uma delas, JP acertou outro cruzamento e Zé Roberto bateu de primeira para fora, quando podia tranquilamente ter dominado; em outra, Moisés bateu forte para dentro da área, e Luisinho desequilibrado colocou na mão do goleiro; até Danilo Pires, enfim retornando ao time, teve sua chance, mas demorou para chutar e foi travado. Eu já estava preocupado, com o famoso ditado "quem não faz toma", mas como o zap permanecia em silêncio, eu sabia que o Globo não tinha marcado.

Doriva colocou mais dois titulares em campo, Edigar Junio e Juninho, nos lugares de JP (sem a necessidade de marcar, seu ponto fraco, foi bem, fazendo bons cruzamentos) e Rômulo (foi muito bem no jogo, apareceu, deu assistência e quase faz um golaço), respectivamente. E foi exatamente a dupla que selou o caixão, EJ arrancou pela esquerda e tocou para Juninho, nosso meia pedalou para cima do marcador, deu um bonito corte e cruzou para trás no pé de EJ. 3x1, caixão fechado. Depois disso, o Bahia se poupou, mesmo assim chegou mais algumas vezes.

O Bahia fez o que se espera de um time superior, mesmo com um time misto, ganhou sem nenhuma dificuldade. Agora, esperamos Red Bull ou o Coelho Mineiro.

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