Marca SóBahêa

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terça-feira, 31 de maio de 2016

A montanha russa tricolor

O Bahia entrou em campo com o time que a torcida pediu, Juninho e Cajá no meio para armar o time e o trio de atacante formado por Luisinho, Hernane e Edigar Junio. Com esta escalação, com os jogadores bem colocados em campo e demonstrando muita vontade, o Bahia dominou completamente o Timbu, criou várias oportunidades, porém mais uma vez faltou competência para marcar. Infelizmente, este cenário só durou os 45 minutos iniciais, depois do intervalo, com 5 minutos já era possível afirmar que o Bahia voltou sem a mesma pegada.

domingo, 29 de maio de 2016

Destaques: Vasco 4 x 3 Bahia

Vasco e Bahia fizeram uma partida para se lembrar por muito tempo, não é todo dia que vemos um jogo com 7 gols e com tanta alternativa. Após um primeiro tempo totalmente dominado pelos cruzmaltinos, o tricolor reagiu no segundo e o jogo ficou imprevisível e aberto, sendo decidido pelo craque Nenê, camisa 10 de São Januário. Do nosso lado, tivemos algumas decepções e destaques como veremos no restante deste post.

sábado, 28 de maio de 2016

O craque estava do outro lado

Muitos dirão que Doriva não serve para treinador do Bahia, que o treinador foi covarde, que não consegue dar um esquema de jogo ao time e outra frases feitas quando o time perde. Já questionei aqui no blog se Doriva é o treinador certo para a Série B, temo como a maioria da torcida que se repita o erro que cometemos com Sérgio Soares, quando demoramos muito para substituí-lo, ao resolver não tinha mais opção e recorremos a Charles que não era bem quisto pelo elenco. Mas, vou neste post fazer alguma reflexões sobre a atuação do nosso treinador hoje.

Em primeiro lugar, o jogo não foi definido pelos esquemas usados por Jorginho ou Doriva, mas pelas falhas individuais do nosso goleiro e pela qualidade do craque deles. Enquanto Lomba, titular indiscutível do nosso time, falhou nos dois primeiros gols, Nenê desequilibrou com dois gols e passes precisos, apesar de ter perdido um pênalti que o mesmo cavou após uma excelente arrancada, quando o jogo estava 4x2.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O Brocador voltou

Para alegria da ABC (Associação Baiana dos Corneteiros), o Bahia novamente não fez uma grande partida, entretanto os integrantes da Associação ficaram desesperados porque brocamos novamente. Cutucada e brincadeira à parte, apesar do triunfo que nos deixou com 7 pontos em 9 disputados, o time foi muito irregular em campo, variando bons e maus momentos.

A imoralidade da "venda" do mando de campo

Virou rotina no futebol brasileiro a prática de se alterar o mando de campo, a justificativa em geral é econômica, os times alegam que receberam uma proposta vantajosa para jogar em outro estado e que ganharão dinheiro com isto. Em uma análise superficial, este fato parece não ter nada demais, afinal, o mandante faz o que bem entender com seu mando, mas não é bem assim, pois terceiros, times que não estão envolvidos diretamente no jogo, podem e são constantemente prejudicados com esta prática.O problema começa quando as trocas acontecem justamente para um local onde o time "visitante" tem maioria na torcida, o que claramente inverte o papel entre os dois adversários.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

EC. Bahia: avanços e erros que se repetem

Bastaram dois jogos, um triunfo em casa e um empate fora, para decretarmos a demissão do treinador, a queda do Bahia para a Série C, a necessidade de contratar um jumbo de jogadores, o fim da carreira de Thiago Ribeiro, e mais outras previsões apocalípticas. Em parte, acho que os críticos estão certos, a incapacidade de marcar gol do Bahia preocupa, faltou um na Lampions, um no Baianinho, um no Paraná e dois contra o Coelho pela CB. 

Mas, por outro lado, dos 5 jogos citados acima, fomos superiores em 4  quando dominamos e criamos chances claras para marcar; somente no jogo do Santa, em especial no segundo tempo, fomos inferiores ao adversário. Ainda que de forma tímida e insuficiente, o time apresenta algumas evoluções importantes que mostram uma evolução do conjunto, vejamos algumas:

sábado, 21 de maio de 2016

Dois pontos perdidos

Se eu tivesse um blog sobre viagens com certeza escreveria o post de hoje com muito mais prazer, visto que hoje tive a felicidade de conhecer a Praia dos Carneiros em Pernambucano,  sem dúvidas, um passeio 99% prazeroso e 1% cansativo. 

Voltei mais cedo para Porto de Galinhas para ver o jogo, rodei um pouco e logo encontrei uma Arena. 

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Haja incompetência

Como no post anterior não falei do jogo e do caminhão de gols perdidos, publico o preciso relato do colega da Embaixada Bora Bahêa Brasília, Márcio Canella.

O JOGO
 
 O Bahia teve as melhores chances de gols no primeiro tempo. Logo aos dez minutos, o Tricolor assustou.
 
 Thiago Ribeiro recebeu passe de Juninho na área, cortou o zagueiro e chutou forte. A bola passou perto do gol.
 
 A resposta do América (MG) veio aos 25 minutos. Rafael Bastos fez boa jogada pela esquerda, passou por Jackson e chutou forte de fora da área. A bola passou rente ao travessão de Lomba.
 
 Já aos 28 o Esquadrão teve a melhor chance da etapa inicial. Zé Roberto fez belo lançamento e deixou Thiago Ribeiro na cara do gol. O atacante, porém pegou muito forte e chutou longe do gol de João Ricardo para desespero da torcida.
 
 Aos 34, o time baiano ainda teve mais uma oportunidade. Em troca de passes com Zé Roberto, Luisinho recebeu de letra do atacante, mas chutou em cima da zaga.
 
 Mas, na volta para o segundo tempo, o Bahia foi surpreendido logo aos seis minutos. Após um bate-rebate na área, Sueliton, em posição duvidosa, mandou para as redes. Os jogadores tricolores reclamaram de impedimento.
 
 Dois minutos depois, o Tricolor ficou com um homem a mais. Artur atingiu Zé Roberto sem bola e levou o cartão vermelho.
 
 O Esquadrão foi para cima de vez e quase empatou aos 12 minutos. Em cobrança de falta, Juninho acertou o travessão, No rebote, Thiago Ribeiro mandou de cabeça e João Ricardo fez uma linda defesa.
 
 Aos 24, o Esquadrão teve uma grande chance. Tinga achou Zé Roberto livre na área, mas de cara com o goleiro o atacante cabeceou para fora.
 
 Aos 37, o goleiro do Coelho brilhou mais uma vez. Após mais uma bola levantada na área, Luisinho desviou de cabeça e João Ricardo, com a ponta dos dedos fez uma grande defesa.
 
 Já aos 40 minutos, o Bahia teve mais um lance para ficar na bronca com a arbitragem. Henrique foi derrubado dentro da área, mas o árbitro marcou falta fora da área. Na cobrança, Juninho tentou novamente e parou em uma nova defesa de João Ricardo, que garantiu o triunfo e a vaga ao time mineiro.

Poderia ser o céu ou o inferno

Como de costume, quando acabou o jogo abri o computador para escrever o post, na verdade nem precisei abrir, pois assisti o jogo na Internet. Mas, pela primeira vez, desde que comecei a escrever o blog, não saiu nada, travei geral. Para não dizer que não saiu nada, veio uma idéia de título do post "3 em 3", fazendo referência aos três fracassos em três campeonatos, e a frase "Com a derrota para o América/MG, o Bahia alcançou a terceira eliminação no ano, sendo duas dentro de casa e pelo mesmo placar, 1x0 para o adversário". Muito pouco para  escrever um texto decente e que passasse toda a indignação que estava sentindo no momento.

Talvez tenha travado por interromper meu sono para assistir ao jogo; por estar chateado por ter visto o Bahia mais uma vez ser prejudicado pela arbitragem; pela nossa estrela ter nos abandonado; por não acreditar que um jogador caro e famoso como Thiago Ribeiro possa perder tanto gol e jogar de forma tão displicente em mais uma partida decisiva; por ver Doriva jogar na fogueira mais uma boa promessa da base tricolor; por ver um goleirinho resolver fechar o gol logo contra a gente; mas acho que foi o conjunto desta zorra toda que me deixou sem inspiração, eu estava me sentindo confortavelmente entorpecido, como diz o Pink Floyd na letra de "Confortably numb".

terça-feira, 17 de maio de 2016

Bahia 2 x 1 Avaí: o que dizem os gráficos

A análise dos dados e mapas disponíveis no site http://meu.footstats.net permitem corroborar ou retificar algumas impressões que temos durante o jogo. No caso específico de Bahia 2 x 1 Avaí, os gráficos apresentados pelo footstas confirmam a impressão geral que a torcida tricolor teve da partida, vejamos:

domingo, 15 de maio de 2016

Esperava mais

Começou a Série B, o grande objetivo do Bahia em 2016. Ganhamos, mas não convencemos; os três pontos vieram, entretanto o bom futebol não apareceu; a torcida apoiou, mas o time não empolgou. Enfim, agora faltam 62 pontos, 17 triunfos e 11 empates.

O Bahia entrou com o mesmo esquema do último BaVice e começou o jogo ligado, foram bons os 5 primeiros minutos, conseguimos abafar o Avaí e até criamos chance. Contudo, a partir daí, o jogo ficou equilibrado, com os dois times alternando ataques, mas sem criar grandes chances. Aos 20 minutos aconteceu o lance que ia definir o ritmo do jogo, o defensor do Avaí, Alemão, quase arranca a cabeça de Paulo Roberto com as travas da chuteira, sendo justamente expulso. PR sem condições de jogo saiu para entrada de Juninho. Estranhei o fato de Juninho ficar mais recuado e Feijão mais próximo a área, sinceramente, faria diferente.

sábado, 14 de maio de 2016

#JuntosVoltaremos

Quando o Bahia ganhou do Santa Cruz pela primeira rodada da Copa do Nordeste, escrevi que tínhamos passado no primeiro teste (http://www.sobahea.net/2016/02/passamos-no-1-teste.html). Posteriormente, fiz uma avaliação dos novos contratados e conclui que até aquele momento somente Hernane e Juninho poderiam ser considerados como aprovados (http://www.sobahea.net/2016/04/passa-ou-nao-passa.html). Porém, a conclusão era a mesma nos dois posts, a aprovação final ainda estava longe de ser alcançada, precisaríamos melhorar, reforçar e nos empenhar mais para atingir esta meta.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Incinerar a base é sempre mais fácil

Não assisti ao empate do Bahia contra o Coelho mineiro, atual campeão das alterosas. Deitei com meu filho e acho que apaguei antes dele, porém sonhei que o jogo tinha sido empate. Quando acordei pela manhã, fui me atualizar no zap e lá estavam mais de 650 mensagens nos dois grupos de tricolores que faço parte. Impossível ler tudo, mas dei uma zapeada, e lá estava o velho tiroteio sobre a base tricolor, Zé Roberto era execrado, Gustavo Blanco massacrado, sobrou até para Rômulo que nem no avião entrou e Róbson.

Na hora do almoço, vi os melhores momentos, de fato ZR perdeu um gol que peladeiro faz e GB outro que não se pode perder. Porém, Thiago Ribeiro e Luisinho também tiveram e desperdiçaram suas chances, entretanto não vi a mesma "fúria" em relação aos últimos. Não quero aqui defender o quarteto da base citado acima, nem criticar quem os criticou, pois concordo com muito do que foi dito, mas quero fazer algumas reflexões sobre o tema:
 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Qual a verdadeira face do Bahia?

No famoso livro O médico e o monstro de Robert Louis Stevenson publicado em 1886, Dr Jekyll, o médico, tem como teoria que
"o homem, na verdade, não é apenas um, mas dois. Todo ser humano é dotado de duas naturezas completamente opostas equilibradas de acordo com sua saúde mental. Uma é boa, aquela que traz admiração das pessoas, compaixão dos mais velhos, elogios dos amigos e da esposa ou namorada; outra é má, aquela que é violenta, agressiva, mal-educada, feia e temida por todos. Quando bem distribuídas, com pequenas alternâncias de estado, o homem pode ser considerado normal, mas há os casos em que uma natureza se sobrepõe a outra, tentando se libertar. O problema torna-se grave quando quem alcança a liberdade é o lado negativo, gerando as fatalidades que estamos acostumados a presenciar nos noticiários." Fonte: http://www.passeiweb.com/estudos/livros/o_medico_e_o_monstro

domingo, 8 de maio de 2016

Ah se o apito falasse..

Hoje, o time do Bahia jogou como Bahia, a Nação se comportou como a maior e mais vibrante torcida do Nordeste, paramos e vencemos o bom time do rival com sobra e mostramos quem é que manda no futebol da Bahia. Depois de uma semana ouvindo os vicentinos arrotando favoritismo e tirando onda, o que vimos hoje foi um time acovardado que se escondeu atrás do juiz e da proteção da Federação Baiana para levantar o título. 

sábado, 7 de maio de 2016

Somos da turma tricolor

Recebi o texto abaixo pelo zap, reproduzo porque expressa bem o que penso e sinto neste momento de decisão. Está sem os créditos do autor porque desconheço a autoria.

Nação tricolor, você é aquele torcedor que quando escuta o hino se arrepia? Que quando escuta hino grita BORA BAÊA e canta incansavelmente? O que ele te representa? Será que você sabe o real significado dele para a torcida? Pois bem após essas indagações, tenho certeza que você irá para a arena ou estará torcendo no Domingo.

( Naipe de abertura)

SOMOS DA TURMA TRICOLOR
- Quem é essa tal de turma tricolor? - é óbvio que sou eu, você, eles ou seja NÓS (no plural mesmo) desde o catador de latinha ao Governador do estado, desde o roupeiro do clube até o presidente do clube, isso mesmo torcedor; somos nós quem formamos essa turma ou melhor dizer essa NAÇÃO TRICOLOR.

SOMOS A VOZ DO CAMPEÃO 
- esse é o canto que sempre sai de nossa arquibancada, fomos o(s) primeiro(s) a gritar "É CAMPEÃO (brasileiro)", o nosso intuito é o nosso espírito é esse, esse é o nosso grito de campeão, não é por isso que os Novos Baianos fizeram uma Música assim:" quem é o campeão dos campeões?-é o Bahia, quem é que carrega as multidões?- é o Bahia...", então torcida tricolor enquanto estivemos em uma competição esse grito de "É CAMPEÃO" ficará cada vez mais forte em nossas gargantas, e para ele ser invencível temos que cantar em um só coro.

SOMOS DO POVO UM CLAMOR 
- esse clamor é o que nos motiva, é quando ninguém mais acredita no clube e mesmo assim não os abandonamos, é o nosso chamamento, é falar para o próximo - vamos pra fonte que o Bahia precisa da gente.

NINGUÉM NOS VENCE EM
VIBRAÇÃO 
- essa passagem por si só já é autoexplicativa , todos sabem que a nossa torcida é a mais calorosa dentro do campo, o time ganhando ou perdendo nós continuamos cantando, nós continuamos pulando e cantando com cada chute a gol no ataque, ou cada chutão do zagueiro na defesa.

VAMOS AVANTE ESQUADRÃO 
- esse é o chamamento, esse é aquele momento que temos que esquecer tudo o que passou e seguir em frente, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.

VAMOS SERÁS O VENCEDOR 
- aqui estamos afirmando quem será o vencedor, e o vencedor somos nós, nós é quem somos o autêntico e verdadeiro vencedor.

VAMOS CONQUISTAR MAIS UM TENTO 
- a nossa ambição em sempre querer mais, se estava zero a zero, queremos o um a zero, se  fizermos o primeiro queremos o segundo e assim por diante, a mesma linha de raciocínio serve para os títulos, não nos contentamos com pouco, quando podemos conseguir muito, e nos contentamos com pouco quando não poderíamos conseguir mais.

BAHIA,BAHIA,BAHIA
- esse nome só nos dar alegria, além de ser o nome do nosso estado, que possui varias beleza é o nome do nosso time, time este que carrega a nossa região com louvor 

HOUVE ESSA VOZ QUE É O SEU ALENTO 
- essa voz se faz presente em qualquer canto do mundo, desde as discussões de mesas de bares até a do narrador do jogo, essa é a voz que disse não ao ex-presidente e conseguimos derrubalo, essa é a voz que grita e elogia quando o time vai bem, mas também vaia quando vai mal, essa é a voz que xinga o juiz e a torcida adversária.

BAHIA, BAHIA, BAHIA
-(já citei logo acima)

MAIS UM, MAIS UM BAHIA 
- é o que sempre queremos , sempre somar, sempre queremos mais uma título, mais um gol, mais um jogador, mais um torcedor, mais um sócio, mais um patrocinador, mais um jogador da base.... Enfim do que possa acrescentar no Bahia positivamente nós queremos sempre mais.

MAIS UM, MAIS UM TÍTULO DE GLÓRIA 
- queremos sempre títulos , e títulos gloriosos, títulos com Gol no final ( tipo o de RAUDINEI), títulos com jogadores derramando sangue (tipo o do nacional de 88), títulos com inversão de vantagens (tipo o do Vitória da Conquista - e se Deus permitir o do próximo domingo).

MAIS UM, MAIS UM BAHIA É ASSIM QUE SE RESUME A SUA HISTÓRIA 
- é essa que se resume a sua história, nada foi fácil para o Bahia, todo foi conquistado com muita luta, e algo que foi predominante para que tudo isso ocorresse, A TOCIDA SEMPRE ESTEVE DE MÃOS DADAS, desde a queda para série C, aos títulos da série A a torcida nunca abandonou o clube. E porque essa história de abandonar o clube agora Justamente numa final? Será que você não sabe que a nossa mística sempre foi assim? 


Vamos meu caro, faça a sua parte, compre seu ingresso dai mesmo onde você está, é dai mesmo (da internet) , ou vá amanhã pegue sua fila, faça novas amizades e domingo todos terão que nos escutar, afinal SÓ DEUS CALA A NOSSA VOZ. Saudações Tricolores E BORA BAÊA MINHA PORRA!!!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O que fazer para levar o TRI

É inegável reconhecer que o Rival de Canabrava (VCB) vive um melhor momento dentro de campo, seu time se mostra mais ajustado taticamente, seu treinador se mostra mais experiente e com maior capacidade para ler e modificar o andamento do jogo, e suas peças individuais vivem um melhor momento técnico e, em especial, emocional. Entretanto, nos dois últimos jogos, onde o VCB alcançou merecidos triunfos, esta superioridade só apareceu após eles estarem na frente do placar.

Na primeira partida do ano, o primeiro tempo foi equilibrado, eles tiveram mais domínio da bola, mas, o Bahia foi mais perigoso, teve e desperdiçou as melhores chances. Depois do gol inicial, numa falha individual da nossa retaguarda, eles cresceram e passaram a dominar o jogo. No segundo, até o momento do erro crasso do juiz, o jogo estava equilibrado, com os dois setores defensivos levando vantagem sobre os ataques, nada tinha sido criado até este lance, depois, vimos novamente o VCB superior em campo., perdendo chances de fazer mais gols e decidir o campeonato. Ressalto que nos dois jogos, o crescimento do VCB se deu muito em função do abatimento emocional e da queda de produção individual e coletiva da nossa equipe, mas isto é um problema nosso, eles tiveram competência para se aproveitar.

domingo, 1 de maio de 2016

Tá difícil, tá complicado

Sinceramente, espero que a Diretoria do Bahia, nosso treinador e nossos jogadores não se apeguem à falha do arbitro na marcação do pênalti para justificar mais esta derrota para o rival. Precisamos sim, reconhecer que nossa atuação foi pífia; que nosso meio-campo se escondeu do jogo; que nossas estrelas, se é que a temos, jogaram um futebol burocrático e não puxaram a responsabilidade quando preciso; e que nosso treinador foi pouco ousado, para dizer o mínimo, e se limitou a repetir o esquema tático que já tinha sido engolido no último jogo contra eles.

Criticar e achar soluções depois da derrota é fácil, mas estava na cara que Doriva teria de alterar o esquema do Bahia para este jogo. O resultado era nosso, tínhamos de ter povoado o meio e sair no contrataque, não precisávamos entrar com 3 jogadores na frente desde o início. Porra Doriva, arrisque mais, saia da mesmice e da zona de conforto.