Marca SóBahêa

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sábado, 3 de setembro de 2016

O Bahia venceu a final

Estou feliz para caralho, ganhamos a final,como disse no post anterior, o triunfo neste jogo traria a torcida, o clima de 2010 voltaria, e ninguém mais para o Bahia. O post demorou, pois estava bebemorando com a galera da Embaixada em Águas Claras, e amanhã, vou receber 3 vascaínos em casa, fui temperar bem as carnes, já que o freguês tem sempre razão.
O jogo foi uma típica final, os dois times se respeitavam e pouco arriscavam. Faço logo de cara uma mea culpa, pois não esperava que Professor Guto manteira o esquema das últimas partidas, e digo mais, não esperava que nosso meio fosse capaz de parar o meio deles. Porém, PG só trocou 6 por 1/2 dúzia e botou Vitor Rangel na vaga de Alano, para isto, deslocou Edigar Junio para a direita, EJ pouco produziu, o que é normal quando joga pela direita.

Não foi um jogo de futebol, mas de xadrez, dominava quem avançava melhor seus peões. Na etapa inicial, os 3 do meio tricolor, dominaram os 5 do meio deles, pouco chegamos com perigo, mas ficamos praticamente toda a etapa inicial com a bola nos pés. Nosso gol foi fruto da nossa maior presença no campo ofensivo, Muriel pouco viu a bola. Durante a semana, falei aqui da minha preocupação sobre o poder de marcação do nosso meio, mas durante o primeiro tempo, anulamos o Vasco.



Com a vantagem, o Bahia recuou na etapa final, o Vasco como era de se esperar, avançou suas linhas, mas somente em um escanteio, levou perigo a Muriel que garantiu nosso triunfo com as pernas. Achei preocupante a incapacidade do Bahia de puxar o contrataque, mesmo depois de trocar Cajá por Régis.

Finalizando, não foi um jogo de encher os olhos, contudo foi o  suficiente para conquistar de vez a Nação. Depois de hoje, a torcida vai jogar junto e levar o Bahia de volta a Série A, como me lembrou um colega da Embaixada de Brasília, hoje foi nosso réveillon, não importa onde estivemos, mas todos estávamos com o mesmo pensamento, e ele foi alcançado, #juntosvoltaremos.

2 comentários:

  1. Correta análise. Mescla vibração com prudência. Isso vai bem nesse momento. Não podemos esquecer do indevido empate com o Joinville. Deixamos com um time da Z/4 dois importantes pontos.
    Mas temos outro Bahêa.
    Isso é o importante.
    Um time com mais lógica, que tem um projeto de jogo.
    E com o Vasco mostrou que tem vontade.
    Esse dado é fundamental, porque não estávamos vendo vontade, garra, tesão, desejo.
    Hoje, com o Vasco, vimos.
    Aí, pronto. Time e torcida se encontram.

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  2. Foi um jogo para mexer com os nervos. A torcida sentiu a entrega dos jogadores e entrou em campo junto. Aí vai meu questionamento: Por que o time não tem uma sequência de jogos com a mesma garra e vibração vistas contra o Vasco? Já afirmei anteriormente que este elenco é o mais sem sal que o Bahia já teve na minha opinião. Alguns do novos jogadores contratados (Muriel, Thiago e Eduardo) deram um ar menos pesado ao time e parece que querem contaminar positivamente os remanescentes do fiasco do primeiro turno.

    A aposta de Guto no 4-3-3 foi arriscada, mas conseguiu acuar o Vasco, principalmente no primeiro tempo. Espero queimar minha língua com minha insistente resistência a este esquema de 4-3-3 e que o Bahia traga pelos menos 4 pontos nestes dois jogos fora. Contra o Goiás será um jogo para fazer as pazes definitivas com o G4 e com a torcida.

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