Marca SóBahêa

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domingo, 9 de outubro de 2016

Brocamos o biscoito no meio

O jogo foi tão tranquilo que nem sei como começar o post de hoje, poderia começar falando dos 20 minutos mágicos do início do primeiro tempo, que não fizemos nada mais do que nossa obrigação em ganhar do virtualmente rebaixado Tupi, ou de mais uma partida muito ruim de Hernane. Mas, prefiro falar que ganhamos a primeira das 9 finais, que brocamos e convencemos o torcedor que irá em peso contra o complicado Brasil, ou seja, era para ganhar bem e ganhamos com autoridade.


Antes de falar do time e do jogo, faço questão de registrar mais um belo espetáculo da torcida tricolor, não chegou a ser o show habitual, mas a torcida compareceu em bom número na Fonte e fez seu papel. Aqui em Brasília, o número de torcedores no Paraíso do Dendê também surpreendeu, bem acima do esperado para um domingo à noite.

O Bahia começou com uma novidade, a estreia de Wesley Natã, o moleque começou pela direita e Edigar Junio pela esquerda, confesso que gostaria de ver EJ pela direita, por causa do bom entrosamento com Eduardo nos últimos jogos na Arena. Como sempre, o Bahia começou com 8 jogadores no campo de ataque pressionando o adversário, mas sem criar grandes chances, tanto que a primeira chance clara foi do Tupi, mas o avante deles concluiu de forma bisonha. Aos 11 minutos, Cajá arrisca de direita e de longe, a bola não saiu forte, mas foi no cantinho e ainda deu aquela velha e mortal quicada antes, matando o goleiro. Nosso 10 está de fato pressionado, pois na comemoração me pareceu que o mesmo estava chorando.



1x0, festa na arquibancada, e o Bahia fez o certo, nada de puxar o freio de mão, continuou em cima, criou uma oportunidade clara aos 14, mas Hernane chutou para fora, oh zica, Aos 17, EJ cruza da esquerda e o estreante WN dá uma bela cabeçada e marca o segundo. Logo na sequência, em uma falta de longa distância, o goleirinho nem barreira pediu, Juninho solta a bomba, a bola resvala na cabeça de um adversário e morre no fundo da rede. Aí sim, o Bahia puxou o freio de mão e levou o jogo na maciota até o final do primeiro tempo.

Começamos a etapa final apertando, mas num ritmo bem mais lento do que no primeiro tempo, tanto que com o passar do tempo, o Tupi começou a gostar do jogo e chegou a ameaçar a meta tricolor. Mais uma vez, Professor Guto optou por colocar Victor Rangel pelos lados, entrou no lugar de WN, e mais uma vez, VR nada rendeu. Régis entrou no lugar de Cajá e coube a ele fazer o quarto, o contestado Tinga tabelou com EJ e cruzou rasteiro, HB fez um corta-luz e Régis com muita tranquilidade se livrou do goleiro e zagueiro e só empurrou a bola para o fundo do gol. Se teve um ponto negativo no jogo de hoje foi HB, em mais uma partida displicente e sem inspiração, com exceção do lance do quarto gol.



Fizemos nosso papel, ganhamos com autoridade do frágil Tupi e chegamos a dois pontos do G4. Os números continuam contra, mas agora temos o Brasil em casa, brocando a chance de entrar no G4 volta a crescer, continuo torcendo e acreditando #JuntosVoltaremos.   

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