Marca SóBahêa

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domingo, 20 de novembro de 2016

Só falta 1 ponto

Foi sofrido, foi de novo no apagar das luzes, mas o Bahia voltou a mostrar toda a força que tem quando joga em casa com o apoio da sua apaixonada torcida e venceu o Bragantino por 3x2 num jogo eletrizante. Claramente, os jogadores do Esquadrão sentiram o peso do jogo e começaram nervosos, a bola queimava nos pés dos nossos atletas, e o Braga se aproveitou disto para equilibrar o jogo e criar a primeira chance em um chute rateiro no canto, porém bem defendido por Muriel.


O Bahia chegou pela primeira vez aos 6 minutos, Jackson cabeceou, o goleiro rebateu no peito de Hernane e pegou novamente a bola. A próxima chegada do Bahia já foi o golaço de Luis Antônio, nosso meia arriscou lá de longe, acertando o ângulo, a bola bateu na trave, dentro do gol e saiu, o juiz demorou para dar o gol, criando um pequeno suspense que só aumentou a vibração da galera. Confesso que na hora xinguei LA, pois queria que ele tocasse a bola na direita, ainda bem que estava errado. O Bahia cresceu em campo e sufocou o Braga, e chegou ao segundo com HB após cobrança de escanteio por LA.



A partir daí, o jogo mudou de figura, o Bahia tinha a posse da bola, mas não tinha o controle do jogo, pisou no freio e deixou o Bragantino gostar do jogo, eles foram chegando aos poucos, começaram a rondar nossa área, culminando com o golaço de Grampola aos 30 minutos, destaco que Jackson deu um carrinho totalmente desnecessário no lance, deixando o campo aberto para o 9 deles avançar, driblar Muriel e marcar.

Depois do gol deles, o Bahia acordou e teve algumas chances, na mais clara delas, Régis lançou Victor Rangel pela direita, após o cruzamento HB botou para fora. Ainda teve o belo arremate de Renê Júnior de fora da área com a bola se chocando no poste da rede. Enfim, o primeiro tempo foi bom, o Bahia mostrou força, apesar do início inseguro, e poderia ter saído com um resultado melhor.

O segundo tempo começou com o Bahia tocando a bola, mas sem nenhuma criatividade ou ofensividade, nada criamos que merece registro. O Bahia se comportava como se o jogo já tivesse ganho, o que foi um erro. Aos 24, o Braga chegou ao empate em um chute sem ângulo que passou entre Muriel e a trave, era defensável

Começou o desespero, o Bahia mudou, entrou Alano no lugar de Victor Rangel, não entendo a insistência de Guto com VR pelos lados, é nítido que apesar do esforço e raça, VR não é do ramo, nada faz de útil. Chegamos ao terceiro gol com HB, mas o juiz anulou marcando falta de Régis, sem dúvida nosso meia trombou com o zagueiro adversário.  O Bahia mexeu mais duas vezes, Cajá no lugar de Régis e Mário, estreando no campeonato, no lugar de Edigar Junio, não viu a cor da bola durante o tempo que esteve em campo. Continuamos com a mesma dificuldade de criar, o jogo se encaminhava para o final e o empate parecia inevitável, mas eis que nosso estrela voltou a brilhar, HB faz um corta luz, Mário pega a bola pela direita e cruza para trás, Cajá ajeita e acerta um petardo, o goleiro ainda toca na bola, mas não evita o gol do Bahia, já eram 43 minutos do segundo tempo, não prestei mais atenção ao jogo e só entoava os cantos da torcida.

Não precisava ser com tanto sofrimento, podíamos ter matado o jogo no primeiro tempo, mas nos acomodamos e tomamos o merecido castigo. Porém a luta, garra, dedicação e vontade de vencer da equipe nos trouxe o triunfo no apagar das luzes.

Estamos em terceiro e agora só dependemos de um empate em Goiânia para subir, para quem já precisou de um aproveitamento de 70%, 33,3% é fichinha. Sobrou para a galera do Centro-Oeste apoiar o time e sair com o carimbo da Serie A no peito. Enfim, várias combinações de resultados nos dão a classificação, mas vamos fazer nossa parte e subir na última rodada, mostrando toda a dificuldade que foi esta série B.

4 comentários:

  1. Falhas bisonhas na defesa.

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  2. Mais uma vez a nossa estrela brilhou mais do que a miopia de Guto Ferreira. A insistência com Vitor Rangel de atacante de beirada não tem explicação. E este esquema de uma nota só já deu mostras de esgotamento. Guto Ferreira é complicado para entender que o Bahia tem que treinar diversas formações táticas para saber jogar de acordo com a temperatura do jogo.

    Precisamos de apenas um empate no sábado e receio que Guto Ferreira queira entrar no 4-3-3 inútil fora de casa. O Bahia não precisará sair para o jogo tentando resolver o placar que lhe favorece logo. O Atlético fará aquela pressão inicial para animar a sua torcida, mas certamente não vai se matar para ter um resultado favorável de triunfo. A não ser que o Bahia queira jogo. É normal que ao se alcançar algum objetivo, a adrenalina desacelere e o corpo relaxe. E é assim que vejo o Atlético hoje. Basta o Bahia jogar inteligentemente e fazer a bola rodar sem pressa de fazer logo o gol.

    É hora de Hernane, Cajá, Jackson, Luiz Antônio e Thiago, jogadores mais experientes, acalmarem os demais jogadores para não se envolverem com a euforia extra-campo da torcida tricolor.

    Vamos conseguir o acesso em Goiânia no sábado e, quem sabe, fazer uma festa única com a torcida do Atlético. Vermelho e preto não combina com azul, vermelho e branco, mas abriremos a exceção para que todos saiam em êxtase do estádio.

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  3. Vimos o mesmo jogo, a teimosia de Guto com Victor Rangel é impressionante. Mas, sábado estaremos presentes e assistiremos o acesso tricolor.

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  4. O Bahia precisa jogar lá fora no 4-4-2, ou seja, colocaria Yuri(se estiver bem) pra cobrir as laterais,principalmente Eduardo, porque feijão não tem velocidade. Jackson é o melhor que temos mas é lento, de vez em quando dá umas bragas. Meu time seria: Muriel, Eduardo, Jackson, Tinga ou João Paulo(não tem outro),Yuri, Renè Junior, L. Antonio e Cajá, E. Junio e Hernani. Pode-se a depender do jogo mudar algumas peças colocando, Alano no meio, Régis, Mário ou V. Rangel.
    Vamos subir!!! BBMP
    Antonio Neves

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