Marca SóBahêa

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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Chegadas e saídas

Vamos dar um tempo no recesso do blog, pois começam a surgir fatos concretos que merecem ser comentados. A saída de Jean e a volta de Gordiola são os dois que comentarei aqui hoje,

Com relação à saída de Jean, estou com a maioria, fizemos um bom negócio. Jean tem tudo para ser um grande goleiro, mas não temos nenhuma garantia que chegará a tanto. Vou lembrar rapidamente dois fatos. O Vice vendeu Dida para o Cruzeiro e trouxe Ramon como parte do pagamento. Dida, como todos sabem, foi um dos maiores da sua geração, marcou época no poderoso Milan. Ramon fez uma grande campanha pelo Vice e posteriormente foi vendido para o Vasco onde fez grande trio de meias com Juninho Pernambucano e Pedrinho. Neste caso, as promessas vingaram,

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Negro Drama

Tirei umas férias aqui do blog, pois ficar comentando sobre suposições ou sobre dirigentes não é minha praia. Mas, hoje recebi por zap o link (http://www.copaesportes.com.br/futebol/negro-drama), com um texto de Renê Júnior. O Texto é simplesmente de f..., seria muito egoísmo ler este belo relato de vida e guardar somente para mim, por isto reproduzo na íntegra o texto aqui no blog. 

Na hora que li o texto, me veio em mente outra canção, A Estrada, mas esta é do Cidade Negra, da qual reproduzo o primeiro verso na sequência. Aqui cabe uma reflexão, parte dos atletas profissionais de futebol possuem trajetória de vida muito similar a de Renê, será que é justo serem vaiados e execrados por simples erros, como se fosse máquinas e não humanos como os que estão nas arquibancadas.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Acabou o ano

Bem amigos do Blog SoBahea, o campeonato acabou com aquele frustante, mas saboroso, gostinho de quero mais. Frustrante porque perdemos a chance de conseguir algo melhor, por tropeçar em nossas próprias pernas em momentos cruciais, por não aproveitarmos o fator casa contra adversários teoricamente mais fracos, e por nos deixar vencer por antigos e persistentes erros.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Falar o quê?

Estou tão indignado com as duas últimas apresentações do Bahia que nem sei por onde começar este texto. Da hora que terminou o jogo até agora pensei numas 20 formas de começar o texto, mas nenhuma conseguiria expressar a indignação que estou. Pensei até em começar soltando sonoros @#%& e @*&, mas por respeito a quem gasta seu tempo lendo o blog, desisti. Só sei que a perda de foco e concentração foi determinante na nossa derrocada.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Rápido e Caceteiro (14)

O tempo está escasso, nem deu tempo de fazer uma análise da derrota para o Sport, mas impossível me segurar e não palpitar sobre alguns assuntos que vejo no zap.

Derrota para o Sport: resultado justo, o Bahia sentiu o jogo e pouco fez para evitar a derrota. Começamos bem, seguramos e tocamos a bola com muita tranquilidade até os 15 minutos do primeiro tempo. Depois, o time ficou apático, e eles chegavam com muita facilidade, principalmente pela esquerda da nossa defesa, nossos volantes e meias não deram o apoio necessário a Juninho que era facilmente vencido por Marquinhos. Diego Souza e André jogando como 9 tiraram a sobra da nossa zaga e criaram problema. O Gol foi apenas uma consequência do domínio deles. Mesmo no segundo tempo quando ficamos com a bola e agredimos um pouco mais, ficamos longe de ser o Bahia de outros jogos. Nossos jogadores pareciam estar desconcentrados e esgotados fisicamente. Em suma, derrota justa.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Meu Bahia brocou, viu, porra

Salvador, sexta-feira, 17/11/17, Estação Pirajá, 6:30 da matina

- E aí, Afro!! Que cara de felicidade é esta, visitou a piriguete?

- Melhor, fui na Fonte ver o Bahia brocar o Peixe.

- Fui não, tenho prova na facu hoje.

- Você é cheiro mole igual a torcida, todo jogo é uma desculpa, chuva, sol, horário, não gosta da Arena, preço. Teve um sacana que não foi em protesto a morte de pinguim na Antártica. Só migué.

- Né não, irmão, tenho prova de controle de ativo e passivo hoje.

- Que porra é esta, Negão? Está estudando boiologia?

- Colé, porra, faço contabilidade na Cairu.

- Alívio da porra. Vc já leva jeito, pensei que tinha sido abduzido pela ideologia de gênero.

- Vá a merda, deixa de putaria. Vc está parecendo aquele cara do Sobahea, fala, fala, fala, e não conta sobre o jogo. Desembucha logo como foi.

- Sacanagem, pegou pesado, mas vamos lá. O Bahia entrou com o mesmo time dos últimos jogos, e, mais uma vez, entramos desligados, desatentos, sem tesão mesmo. Até os 10, o Santos era senhor absoluto do jogo.

- Que merda.

- Quando o Bahia melhorou, os caras marcaram, de novo Bruno Henrique.

- Eduardo deve ter pesadelo com este sacana, 4 gols em 2 jogos.

- Pois é, mas o vacilo não foi só dele. Ficou todo mundo parado vendo a bola que veio da esquerda da nossa defesa cruzar a área

- Porra, todo jogo damos este vacilo no início.

- Mas, o Bahia de professor Carpegiani não se desespera. Continuou na mesma toada, tocando a bola, muita movimentação e troca de posições no ataque, e logo já estava controlando o jogo e pondo o Santos na defensiva.

- Gosto de ver meu time assim, partindo para cima e mostrando quem manda na Fonte.

- Numa troca de posição, Mendoza armou e Zé se infiltrou e sofreu pênalti. O colomba deslocou o goleiro e empatou a porra.

- Ouvi os gritos no bar de Joca, tava lotado

- Depois, o Bahia puxou o freio de mão, continuou controlando o jogo, mas criou pouca chance.

- Carpegiani deve ter dado um esporro na galera no intervalo

- Deve mesmo, pois o time voltou ligado, disputando as jogadas com uma vontade da zorra. Não demorou para virar o jogo.

- Como foi o gol?

- O sacana do Capixaba arrancou, só um parênteses, este sacana queimou minha língua, está jogando muito, especialmente nos últimos jogos, fecha parênteses, e tocou para ZR. Desta vez, o sacana não prendeu a bola, meteu logo para Mendoza na esquerda, mas o zagueiro chegou antes e marcou

- Problema dele. Quero que se lasque e o Bahia broque.

- Depois só deu Bahia. O Santos só chegava com Bruno Henrique, canseira da porra em Eduardo. Mesmo depois que Éder entrou no lugar de Eduardo, o sacana continuou criando.

- E Régis entrou?

- Entrou no lugar de Alione. E entrou bem. Logo no primeiro lance fez uma bela jogada pela direita e tocou para Zé Cartola, o chute foi bom, mas o goleiro deles pegou.

- Wanderley é barril.

- Na segunda, Régis deixou EJ, apagado no jogo, na cara do gol. O zagueiro deu uma tesoura por trás, pênalti claro. EJ não contou conversa, meteu logo o terceiro.

- E a galera?

- Apesar de pouca gente, foi uma festa da porra. A Fonte voltou a ser nossa casa, o Bahia atropela e a galera vibra, sintonia da porra.

- Imagino, um amigo mandou um vídeo de Brasília e tava uma festa da zorra. Cantaram até o hino do Mamão com Açúcar.

- Na Arena também. A farra foi boa na Kombi do reggae.

- E diga uma coisa, vc que acompanha o Bahia desde de Titio Fantoni, qual o segredo do Bahia de Carpegiani?

- Cara, eu acho que é a movimentação e a troca constante de posição entre os atacantes. Os caras estão em todo canto o tempo todo. Mendoza joga de segundo centroavante em boa parte do jogo, a defesa dos caras fica sem sobra, por isto tanto gol e pênalti com bola no meio da área. Os laterais também aparecem sempre e os volantes também vão para o jogo. Ou seja, entrega total do time, faz a diferença.

- E Jean vai embora?

- Sei lá, irmão. Nem quero saber disto agora. Ontem, ele bateu sua primeira falta, mas foi na barreira. E saiu bem para caramba do gol em uns 4 lances.

- Valeu, Porra. Vou nesta, Broder. Fazer minha prova.

- Não esqueça de comer um mamão com açúcar para relaxar e cuidado com o ativo.

- Bora Bahêa, Minha Porra. E rumo a Libertadores.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Orgulho de ser Bahia

O resultado não foi o que a torcida esperava, mas o futebol jogado foi de encher de orgulho o torcedor do Bahia. A bola foi nossa praticamente por todo o jogo, alugamos o campo de ataque nos dois tempos de jogo, mas a pontaria de Mendoza, numa tarde infeliz, e a qualidade de Robinho acabaram decretando o empate.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Demorou, mas chegou

"Há muito tempo que eu queria ter um grande amor como você. Demorou, mas chegou e minha vida se transformou".
 
O verso acima, eternizado por Édson Gomes, reflete exatamente o sentimento dos integrantes da Embaixada Bora Bahêa Brasília pelo Bahia neste momento do Brasileiro. Faz tanto tempo que não víamos  uma campanha como a atual que eu nem saberia precisar qual foi o ano, talvez 2002. Como diz o Mestre, demorou, mas chegou. 
 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Daqui do alto, eu te vejo

Eu poderia começar este texto elogiando a entrega e a raça de todos os jogadores durante os 90 minutos, o oportunismo e a visão de jogo de Mendoza, a clarividência de Alione no passe do primeiro gol, ou a excelente partida de Capixaba, a melhor desde que chegou no profissional. Entretanto, prefiro primeiro render minhas homenagens e agradecer aos 20 e pouco mil torcedores que estiveram presentes ontem na Fonte. Foram fundamentais no triunfo de ontem à tarde, quando a Ponte começou a por as manguinhas de fora, nossa torcida cantou alto e mostrou quem manda em nossos domínios. Mesmo pela tv, dava para ouvir e sentir a vibração da galera nas arquibancadas da Arena. Nosso torcedor entendeu que este jogo era uma final e fez as estruturas do estádio tremerem como já tinha feito nas finais da Lampions. Reitero o que sempre escrevo aqui, nesta sintonia time, torcida, somos imbatíveis na Fonte.

domingo, 29 de outubro de 2017

Não fizemos por onde

Começo indo direto ao ponto, perdemos dois pontos por causa de Carpegiani que voltou a inventar. A atmosfera era toda favorável ao Bahia, o adversário vem apresentando um futebol irregular e sua torcida estava cabreira. Enquanto isto, o Bahia vinha de 4 bons jogos e com a confiança em alta.

domingo, 22 de outubro de 2017

MAMÃO COM AÇÚCAR

Ganhar do rival é bom demais, tira um peso das costas, é um alívio no final do jogo que faz desaparecer toda a tensão vivida durante os 90 minutos. Isto acontece mesmo quando o rival é um mamão com açúcar.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Não foi para tanto

Esta semana fugi da rotina brasiliense e vim a Manaus para visitar os comandos e conhecer o relevante trabalho realizado pelas forças armadas brasileiras na região norte do País. Um mantra que foi repetido a exaustão é que numa missão o soldado tem de manter a concentração no máximo sempre, foi exatamente o que não aconteceu com o Bahia ontem, até os 2x1 "tínhamos um djogoooo", como diz Paulo Antunes, mas depois daí, o Bahia perdeu a concentração, sua retaguarda ficou desguarnecida, outro ensinamento militar que desprezamos, e acabamos sendo goleados.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Com sangue no olho

Os dois últimos jogos, os primeiros sob o comando de Carpegiani, foram de encher os torcedores de orgulho e trazer a confiança de volta. Além dos bons resultados, jogamos um futebol convincente e com bom equilíbrio entre ataque e defesa, acabou aquela história de defesa firme e ataque improdutivo, criamos e criamos muito contra dois gigantes de SP.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

BBB: Breaking Bad Bahia

Os jogos do time de Preto são tão repetitivos e monótonos que falta inspiração para escrever. Pois, é sempre o mesmo roteiro, time equilibrado na defesa, com o 4-4-2 bem montado com as linhas próximas, dificultando as ações do adversário. Por outro lado, no campo ofensivo, o Bahia é um time previsível, sem capacidade de criação, sem variedade de jogadas, distante e sem nenhuma inspiração. Mais uma vez, como na maioria dos jogos da era Preto, achamos o gol. Assim, sem nenhuma vontade de opinar sobre o jogo, aproveitei o domingo para curtir a família, curar a ressaca de sábado, esquecer de futebol e terminar de assistir a excelente série Breaking Bad, disponível no Netflix. Em suma, ontem eu estava tão puto que ouvi o protagonista da série "Às vezes parece que é melhor não falar nada. Sobre nada. Pra ninguém." 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

No Sufoco

Ontem, logo pela manhã, fui surpreendido com uma triste notícia, o Paraíso do Dendê, ponto de encontro da torcida tricolor em Águas Claras, estava fechando as portas. Triste porque perdemos nosso ponto de referência, mas principalmente por ver que mais um micro empresário bem intencionado não resistiu à crise que assola o País. Para quem não conhece, Águas Claras é uma cidade satélite de Brasília, com a maioria dos seu 100 e poucos mil moradores de classe média, mas aonde se fecha e se abre 10 a 15 restaurantes e bares por mês, situação bizarra.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

E aí, qual é a nossa?

A intenção deste post é bater um papo reto com o torcedor tricolor que perde parte do seu tempo lendo meus posts. Na boa, vamos ser realistas, a merda já está feita, as contratações, certas ou erradas, equivocadas ou conscientes, profissionais ou amadoras, já foram feitas, o elenco que temos até o final do ano é este aí. O máximo, repito o máximo, que a direção pode fazer é trocar o treinador (espero que faça urgentemente) e dispensar quem não está rendendo nada, contratar não dá mais. 

E aí, vamos ficar o tempo todo reclamando, lamentando e se queixando da incompetente, lenta, até corrupta li por aí, direção tricolor ou vamos abraçar o time e fazer a nossa parte? Vou mais além, vamos adiantar a eleição e saí pregando o fora Marcelo ou vamos lotar a Fonte para torcer e apoiar o time? Vamos vaiar os atletas ou vamos incentivar? Vamos continuar agourando para no final falar "eu avisei" ou vamos tentar convencer ao colega que o time precisa da nossa ajuda? Esta decisão só cabe a nós torcedores. Da minha parte, mesmo de longe, estarei emanando minha energia positiva, pois tenho plena consciência que o Bahia é muito maior e mais importante do que MS, PH, Rodrigão, Armero, Ferrareis e outros, eles passarão, o Bahia ficará.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Z4 é logo ali

Mais uma derrota num jogo vencível, mais um gol tolo num apagão da zaga em cobrança de  escanteio, mais um monte de gols perdidos numa defesa cheia de buracos, em suma, mais um dia normal do previsível e inefetivo Bahia de Preto. Não vou perder tempo culpando Preto, pois decididamente o mesmo ainda não está pronto para o desafio, MS e sua trupe e os jogadores que são os verdadeiros culpados pelo que vimos nas últimas derrotas.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Não está sendo fácil

O futebol apresentado pelo Bahia no primeiro tempo foi tão melancólico que me fez lembrar um post que vi estes dias no Facebook com uma música de Kátia, uma das representantes da música brega da década de 70. Como diz a canção mais famosa de Kátia, não está sendo fácil ver o Bahia de Preto Casagrande jogar. Claramente, nosso treinador fez a opção por jogar no contrataque, o que não é nenhum erro crasso ou bobagem, mas nitidamente não preparou os jogadores de frente para saírem em velocidade e com precisão.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Isto é música

Nesta entressafra de Bahia, melhor do que antecipar a disputa eleitoral, o que só faz mal ao ambiente tricolor, prefiro relembrar alguns sucessos do rock nacional dos anos 80, época boa e rica musicalmente falando. Coincidentemente, o Brasil fervia na política com a saída dos militares do poder, a música popular explodia novos ritmos, entre eles axé e rock, e o Bahia reinava nos gramados brasileiros, culminando com a 2ª estrela em 1988.

Plebe Rude: Até Quando Esperar

Zero: Agora Eu Sei

Ira: Envelheço na Cidade

Lobao: Decadence Avec Elegance

Camisa de Vênus: Eu Não Matei Joana D'Arc

Rádio Táxi: Eva




quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Ser otimista é o que resta

Nos últimos dias, o Sobahea está mais improdutivo do que o ataque tricolor e mais lento e parado do que a direção. De minha parte, estou menos criativo do que nossa meia cancha. Mas, esta semana fazendo um curso na Escola Superior de Guerra me deparei com uma frase que me fez voltar a pensar um pouco na situação do nosso Bahia, e a partir dos sentimentos expressos nesta frase vou tecer breves comentários sobre nossa situação.

A frase é:

Otimismo é esperar o melhor. Confiança é saber lidar com o pior
R.S. Simonsen

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Amor que não se mede

Quando eu era criança, rezava todo dia antes de dormir, na minha inocência sempre pedia a Deus que meus avós nunca morressem. Na verdade, tenho de admitir que tinha muito de egoísmo também, pois eu queria que os dois ficassm sempre ao meu lado, pois era tanto amor, tanta energia positiva e cumplicidade que eu não me imaginava vivendo sem eles. Nesta época, eu amava minha avó e simplesmente venerava meu avô, tudo que eu desejava era ser igual a ele, respeitado profissionalmente, querido pelos amigos e amado pela famÍlia. O tempo foi passando, parei de rezar toda noite e passei a entender que meus avós não eram imortais. Compreendi também que meu avô era aquilo tudo porque tinha ao seu lado uma mulher companheira, guerreira e extremamente forte. Fui morar com eles em Salvador só ficamos mais próximos e amigos. Quando vim morar em BSB, meu avô ja estava doente e veio a falecer em 2005. De lá para cá, meu amor por minha avó só cresceu e o dela por mim se multiplicou.

Hoje, ela deixou a vida aqui na terra. Tenho plena consciência que dentro das minhas limitações fui o neto que ela sempre sonhou. Em julho, ela veio passar uns dias com minha família, pude retribuir a milionésima parte do carinho e cuidado que ela sempre me dedicou.

Desde domingo quando me avisaram que o quadro dela era irreversível, eu só tenho duas certezas, seja na vida eterna da igreja católica ou na reencarnação do kadercismo, eu vou reencontrar meus avós. A outra é que Deus atendeu meus pedidos, meus avós são eternos, as lições, os exemplos que eles deixaram e o amor e amizade que eles tiveram por todos nunca desaparecerão.

Só um arrependimento, eu não cantei para minha avó os seguintes versos:

Amor igual ao teu,
eu nunca mais terei,
amor que eu nunca vi igual
e nunca mais verei,
amor que não se mede,
amor que não se pede,
que não se repete.

Mãe, obrigado por tudo, por cada km que a senhora me carregou no colo, por cada peça de roupa que a senhora me vestiu, pela farofinha de lombo, por me guiar pelo caminho do bem. Sempre te amarei e honrarei.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Viva a democracia

Durante a segunda guerra, a Inglaterra tinha como Primeiro Ministro Winston Churchill que cunhou a seguinte frase "A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas". Há 4 anos atrás ocorreu a histórica assembleia que alterou o estatuto do Bahia, dando ao sócio o poder de votar. Em primeiro lugar, tenho de parabenizar a todos os envolvidos nesta batalha que levou novos ares ao amado Tricolor.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Crônica de uma goleada anunciada

Um dos livros mais legais que já li foi "Crônica de uma Morte Anunciada", do colombiano Gabriel García Marquéz, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1982 e autor de Cem Anos de Solidão - recomendo a leitura deste também. No livro, toda a população da vila sabe que o jovem Santiago Nasar vai ser assassinado, menos ele e seu irmão que passam a noite farreando. Vendo a goleada que o Bahia tomou ontem, foi impossível não lembrar deste envolvente romance, todos sabiam, parece que apenas o EC Bahia não, que a junção de um elenco limitado com um treinador inexperiente ia acabar num vexame, é o que chamamos em prospectiva de cenários de "Surpresa Inevitável", ou seja todos sabem que vai acontecer, só não conseguem precisar quando.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Prudência ou leseira?

Martinho da Vila imortalizou com sua cadenciada voz o verso "É devagar, é devagar, é devagar, é devagar, devagarinho". Por sua vez, Jorge Ben Jor com seu swing cravou "Prudência e dinheiro no bolso, canja de galinha não faz mal a ninguém". Pois bem, até hoje não compreendi a demora da direção do Bahia em anunciar o próximo treinador, é prudência ou é leseira mesmo?

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Este é o Bahia

Hoje é aniversário do grande tricolor Caetano Veloso, o cara que pega músicas bregas e transforma em clássicos da MPB, apenas ao dar seu toque pessoal na interpretação das mesmas. Sozinho e Sonhos de Peninha e Você Não Me Ensinou a Te Esquecer de Fernando Mendes são exemplos claros do que estou dizendo. Quando vejo o Bahia jogando é impossível não imaginar a chegada de um técnico que com um toque de Midas, à la Caetano, transforme nosso pobre futebol em belas e convincentes atuações.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Hora de agir

Tenho como princípio de vida acreditar na boa índole das pessoas e nunca esperar sacanagens, reconheço que é certa ingenuidade, mas como sempre me cerquei de pessoas do bem, envelheci assim e vai ficar difícil mudar nesta altura da vida. Por isto mesmo, por tempos neguei as aparências e disfarcei as evidências (como diriam Chitãozinho e Chororó) sobre o conturbado relacionamento entre Jorginho e seus comandados.

domingo, 30 de julho de 2017

Que merda foi esta?

O Bahia fez a partida dos sonhos dos corneteiros, fomos simplesmente ridículos tática e tecnicamente falando, não jogamos porra nenhuma. VTNC, VSF é o que tenho a dizer a Jorginho e seus comandados. Perder faz parte do esporte, mas aceitar a derrota e se esforçar para tomar mais gols como fizemos depois do segundo gol deles, é simplesmente vergonhoso.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

A Tropa de Elite Tricolor

Pagar uma fortuna num restaurante chique e comer aquele t-bone que derrete na boca ou parar no churrasquinho da esquina e traçar aquele chupa-molho que faz doer a mandíbula? Ter um puta salário em uma mega companhia, mas não ter tempo livre para a família e amigos, ou ter um salário mixuruca, mas poder curtir os filhos e tomar uma com os amigos? Ter aquele supercarro confortável, mas com o consumo medido em litros/km ou ter um carro básico e econômico? São dilemas vazios que alguns poucos que gostam de extremos passam, pois a maioria esmagadora gosta mesmo é do balance em inglês, isorropía (ισορροπία) em grego, tawazun (توازن) em árabe, Pínghéng (平衡) em mandarim e statera em latim, ou seja do velho e bom equilíbrio.

domingo, 23 de julho de 2017

Sem motivo para desespero

Depois de ganharmos tomando o maior sufoco do Galo, perdemos para o Santos numa partida equilibrada, nada mais futebol do que isto. Na minha opinião, a diferença hoje foi técnica, e não tática. Taticamente, entendo que Jorginho percebeu a incapacidade do time em segurar a bola na última partida, com isto sacou Mendoza, jogador mais incisivo e de velocidade, para por Alione, jogador que consegue prender mais a bola e com melhor toque de bola. O grande vacilo de Jorginho foi não reforçar o lado direito da defesa, era mais do que previsível que o Santos exploraria a velocidade e habilidade de Bruno Henrique nas costas de Eduardo, partida para esquecer do nosso lateral, frágil na marcação, improdutivo na frente e nervoso em excesso.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Sem inspiração

Depois do convincente e importante triunfo sobre a Macaca, a torcida tricolor se encheu de otimismo e expectativa para o duelo contra o time de Guga. Li vários palpites de 3x0, 4x1, eu mesmo, apostei 2x0 no bolão. Vi poucas pessoas mais reticentes e preocupadas com o excelente retrospecto recente do adversário fora de casa, triunfos sobre Botafogo e Grêmio. Acho que tínhamos motivos para estar confiantes, nosso retrospecto contra eles é amplamente favorável, o jogo era em PituAÇO e o Bahia começava a se encontrar jogando com um centroavante de ofício mais fixo no ataque.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Chupa, corneteiros

Pensei que esta semana ficaria de folga do Sobahea, estou fazendo aquilo que mais me dá prazer hoje em dia, retribui parte da atenção que recebi de meus pais e avós. Estou em viagem com meus pais e minha avó, como é bom saber que ainda em vida retribuir parte do amor e dedicação que eles tiveram comigo, porra é bom demais ser o avô da minha avó, a quem chamo de mãe.

domingo, 9 de julho de 2017

Como Raul Já Dizia: o Bahia é o início, o fim e o meio

Este texto foi escrito antes do jogo de hoje, acho que na quarta. Não tiro uma frase, talvez precise acrescentar, mas vai assim mesmo, estou curtindo s férias com meus pais.

Esta Noite, eu tive um sonho de sonhador / maluco que sou eu sonhei /que ao chegar do interior, inocente, puro e besta / fui na Fonte Nova e vi o ataque do Bahia com Osni, Dadá e Gilson Gênio. Por isto, resolvi perder o meu medo da chuva e regressar um pouco no tempo, retornar aos anos 70, quando meus tios me apresentaram e me ensinaram a gostar do monstro Raul Seixas, Raulzito, o Maluco Beleza, e é com a ajuda dele que vou analisar o momento atual do Bahia.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Impossível esquecer

Domingo é dia de Bahia x Fluminense, não tem como não lembrar do lendário jogo da semifinal de 1988, quando tinha 115 mil pessoas abarrotadas na Fonte, milhares nas imediações e milhões em frente a tv. Só quem estava lá sabe o que foi aquele dia no estádio, experiência para se guardar por toda vida. Só mesmo os Orixás para evitarem uma tragédia, dezenas de torcedores assistiram ao jogo sobre a marquise da Fonte. O estádio já fervia com 60.000, com 90.000 já era um aperto só, 115.000 foi pura irresponsabilidade. Mas, se contarmos todos que se disseram presentes, temos uns 2,5 milhões.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Futebol de várzea

Tem dia que seu time faz uma excelente partida, em outros faz um boa, em outros uma ruim, tem também os da péssima, algumas vezes joga pedra em santo, e tem o Bahia de ontem. Que porra foi aquela? O time foi ridículo para dizer o mínimo, parecia um time de várzea, com todo respeito que a várzea merece. Tecnicamente, os jogadores não acertaram nada, passe de 2 metros parecia lançamento de 50; taticamente, o time estava mal distribuído em campo e se limitava a correr atrás do adversário; e por fim a pior parte, cadê a gana, a vontade de ganhar, ou o sangue no olho na hora de dividir uma bola? Nada disto apareceu, toda segunda bola era do Vice, não ganhamos uma dividida. Enfim, partida para esquecer.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Nem Pollyanna, nem Murphy, somos Bahia

Antes de falar de futebol, vamos falar um pouco sobre literatura. Um dos clássicos da literatura mundial é o livro Pollyanna -esclareço logo que nunca li, mas vou tentar-, a personagem principal é uma garota de 11 anos, órfã e que vai morar como uma rigorosa tia, como forma de sobrevivência, Pollyanna procura sempre o lado positivo em tudo que acontece ao seu redor, otimismo ao extremo. Na direção contrária, temos Murphy, engenheiro aeroespacial, criador da famosa lei, "se algo pode dar errado, dará". Na década de 80 saiu um livro com frases inspiradas nele, algumas são clássicas até hoje, entre elas: "O pão sempre cai com o lado da manteiga para baixo", "A outra fila é sempre mais rápida", e "Você sempre encontra aquilo que não está procurando", pessimismo na veia. Este, eu comprei, li, reli e gargalhei muito.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Deu ruim

O jogo:

Saí com a galerinha e cheguei em casa já com o jogo em andamento, sabe como é que é, mulher em shopping atrasa a vida de qualquer um. Comecei assistir ao jogo lá pelos 15 minutos, o Bahia era soberano em campo, o Flamídia mal passava do meio-campo, mas como sempre, nosso time criava, mas não botava a redonda para dentro da rede. A expulsão de Lucas Fonseca, análise mais a frente, aconteceu antes dos 30 minutos, Jorginho foi forçado a tirar Vinícius, o mais apagado dos 3 meias, para colocar o criticado Rodrigão Becão (não sei onde está o staff deste moleque que não tira logo esta porra deste Becão, isto só faz atrapalhar a carreira do moleque). Mesmo com 1 a menos, o Bahia se fechou muito bem, destaque para os dois volantes que fizeram um verdadeiro ferrolho na frente da zaga, e ainda criou as duas melhores chances da parte final da etapa inicial, a primeira com Zé Rafael, em uma bela arrancada, e a outra com Alione após tabela com Edigar Junio, ambas defendidas pelo goleiro. E assim, sem dá chances ao Flamídia, fomos para os vestiários.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ó Pai ó

Salvador, 23/06/2017, véspera de São João, às 5:45, dois tricolores de cabeça inchada se encontram na saída do beco, enquanto dão aquela paletada, vão botando a conversa em dia:

- Véi, o que vc achou do baba ontem?

- Bróder, só tenho uma coisa a dizer pro Bahia, se não aguenta vara, pede cacetinho.

- Pois é, Afro. Jogar Série A é barril.

- Barril nada, é barril dobrado.

- Jogar com o Gambá lá é boca de 09. O campo parecia uma pista de gelo, nosso time caía até em bola parada.

- O Bahia entrou cheio de jogador que nunca empinou arraia com cerol.

- Isto aí, parecia um monte de moleque de apartamento que empina arraia no ventilador.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Um histórico de alegrias e tropeços

Hoje é dia do Super Homem depenar o Gavião no próprio ninho, mas como sou das antigas, prefiro dizer que é a hora do Super Mouse mostrar ao Gambá quem manda no pedaço. Sei que o favoritismo é deles, mas com a volta do nossa dupla de aço, Régis e Alione, acho que podemos surpreender e mostrar um bom futebol, fazendo jogo duro como foi nos pampas contra o Grêmio, melhor time do certame até o momento.

domingo, 18 de junho de 2017

Choque de realidade

Antes de falar de futebol e do jogo de hoje, vou recorrer ao maior compositor do rock nacional e, para minha sorte, da minha geração, o inesquecível Renato Russo.

As vezes parecia que era só acreditar
em tudo que achávamos tão certo,
teríamos o mundo inteiro e
até um pouco mais,
fazíamos floresta do deserto,
e diamante de pedaço de vidro

quinta-feira, 15 de junho de 2017

De volta ao passado

A última vez que o Bahia venceu o Coxa no Couto Pereira foi no distante 1985, ano que Sena venceu suas primeiras provas na Fórmula 1, Prost foi campeão pela primeira vez, o Coxa conquistou o brasileirão no Maraca contra o Bangu, na Europa os holligans ingleses causaram uma tragédia com a morte de 38 pessoas na final da Champions, morria Tancredo, e o primeiro vice oriundo do atual PMDB assumia o poder, o Rock in Rio bombava, Rock Hudson morreu de AIDS, doença que assustava o mundo. Por meu lado, foi o ano que iniciei o curso de engenharia quimica na UFBA. Tirando o PMDB no poder, o Brasil era muito diferente de hoje, estávamos saindo da ditadura e voltando a democracia, hoje tem quem defenda o caminho contrário, sinal dos obscuros e sujos tempos que vivemos.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Ficar com a bola faz bem

Quem leu o post "Rumo ao G4" sabe que considero como normal a derrota de ontem, o Grêmio é mais time e jogava em casa. Por isto mesmo, defendi que o Bahia deveria aceitar esta superioridade e entrar com um time mais reforçado no meio, deixando o trabalho de marcação mais pesado para o trio de volantes e soltando mais Zé Rafael e Alione para armar o jogo e se aproximar de Edigar Junio, ademais temi que o Bahia desse muito campo ao Grêmio e que isto acabaria ocasionando o gol deles, infelizmente acertei na última previsão. 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Rumo ao G4

A maior máxima do futebol é "quem não faz toma", esta é implacável, já vi ocorrer diversas vezes. A outra conhecida de todos é "time que está ganhando não se mexe", repetida a exaustão por técnicos e comentaristas. Porém, no meu modo de ver futebol, esta última está ultrapassada, cada jogo é uma história e cada oponente tem pontos fracos e fortes distintos. Passei o ano de 2016, ao lado de metade da torcida tricolor, reclamando de Guto Ferreira por não alterar o esquema tático da equipe quando jogava fora, insistia no 4-2-3-1, sendo os 3 formados por 1 meia e 2 atacantes, e o Bahia só se lascava no domínio adversário. Por isto, espero que Jorginho não seja um comandante tão "convicto" da sua formação tática e faça alterações quando necessárias.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Ficou barato

Sinceramente, não lembro qual foi a última vez que o Bahia iniciou a Série A do Brasileirão com 3 triunfos em 5 jogos, na era dos pontos corridos tenho quase certeza que isto não aconteceu, talvez em 1986 ou em 2002 tenhamos tido uma performance desta, mas, como já disse, não lembro.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Foi um passeio

Muitos corneteiros e invejosos dirão que o Bahia jogou contra o lanterna do campeonato, que o Bahia jogou em casa contra uma galinha morta, que o adversário é sério candidato ao rebaixamento, que somos time caseiro e mais um monte de blá-blá-blá, como diria o Legião, "E o que é que eu tenho a ver com isso?". Nem diria aqui que eles estão errados, mas o que importa é a consistência e intensidade com o que o Bahia vem se apresentando, nosso meio formado por 5 jogadores vem fazendo a diferença, impedindo o oponente de se armar, e mantendo um volume de jogo impressionante a nosso favor, ontem lá pela metade do primeiro tempo nossa posse de bola beirava aos absurdos 80%, é certo que o adversário era fraco, mas fizemos por onde para ter o direito de passear em campo.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Acabaram as preliminares

Já estamos na quarta rodada do Brasileirão, até aqui foram 2 derrotas fora de casa e 1 triunfo na Fonte, mas a impressão que tenho é que o campeonato está começando hoje. Explico, os outros 3 jogos foram disputados nas semanas das finais do NE, onde conquistar a Orelhuda tinha de ser o único foco mesmo. Ademais, trocamos o treinador, nosso melhor jogador está contundido, estrearemos novos atletas, isto tudo junto me dá a sensação de estréia, mesmo já estando na quarta rodada.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Paramos no Gatito

Perder nunca é bom, sempre fica aquele gosto amargo e aquela sensação de podíamos e merecíamos mais. Porém, como todos sabemos, existem derrotas e derrotas, e esta de ontem é daquelas que podemos classificar como normal e nada desesperadora. Explico, o Bahia vinha de uma final, na qual conseguimos o principal objetivo do 1º semestre, o relaxamento físico e mental seria natural. Segundo, enfrentamos um dos 6 brasileiros na Libertadores, classificado em primeiro do seu grupo, eliminando o Estudiantes. Claro que o Botafogo está longe de ser um time brilhante tecnicamente, não existe esta espécie no futebol sulamericano atual, mas é um time taticamente bem montado, com o treinador revelação de 2016 e que sabe muito bem o que fazer em campo.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

BAHIA, O MAIOR DO NORDESTE.

A alegria e a emoção são tantas que nem sei por onde começar este texto, a única certeza que tenho é que escrevendo uma palavra ou cem mil linhas não serei capaz de traduzir o que nós torcedores do Bahia estamos sentindo hoje. A Sardinha virou tubarão e engoliu os leões do NE, o fusquinha virou Ferrari e fez o time da ilha e o do aterro comerem poeira, e o Jahia voltou a ser o temido e respeitado BAHIA, O MAIOR DO NORDESTE. Jamais se esqueçam, podemos estar feridos, machucados, mas acabados nunca, um time que é apoiado por uma Nação desta, jamais perecerá.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Fogo na Babilônia, se cuida Samarina

Estou tão ligado na Final da Lampions, na conquista da Orelhuda, que nem consegui escrever nada sobre a derrota do time B para o Vasco, antes do jogo contra o Botinha, quando o foco já estará voltado para o Brasileirão, faço algumas breves observações. Vamos ao que interessa, em 2001, ano que todo o Brasil conheceu Édson Gomes com o estouro do sucesso Malandrinha (https://www.youtube.com/watch?v=SJWBOM3-Nms), eu já morava em Brasília,mas aproveitei que ia sempre a trabalho para a bela Natal e consegui trocar as passagens de volta e estar presente na Fonte no triunfo de 3x1 sobre o Sport, última conquista tricolor que presenciei no estádio, nossa primeira Copa do Nordeste.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Falta pouco, mas...

I can't believe the news today
I can't close my eyes, make them go away
And the battles just begun
There's many lost

But tell me who has won?

Esta impactante canção do U2 casa muito bem com o momento político que o País atravessa, de fato não dá para acreditar nas notícias que estamos sendo bombardeados, e de fato há uma grande dúvida se há um vencedor para esta sangrenta batalha que apenas se iniciou. Não, não se preocupem, o foco aqui é, e sempre será o Bahia, aqui só tem um partido, o do Bahia, mas foi impossível não lembrar desta canção quando vi nas manchetes que o Bahia só tinha empatado contra o Sport ontem, não consigo acreditar depois do que presenciei pela tv que não tenhamos trazido a Copa do Nordeste já na bagagem, ou seja, a batalha pela Lampions apenas começou, temos um amplo favorito, mas não temos um vencedor ainda, longe disto.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

A hora da verdade

A grande final da Lampions League começa hoje à noite na Ilha do Retiro em Recife. É apenas mais um jogo da vasta história que tem ampla e expressiva vantagem do tricolor da Boa Terra. Mas, apesar de ser apenas mais um jogo, sabemos que a rivalidade entre as duas torcidas ultrapassa e muito as 4 linhas, quem nunca ouviu falar na disputa pela capital mais importante do NE, Recife leva ampla vantagem sobre SSA, sobretudo pela localização privilegiada; o melhor carnaval Salvador e Recife/Olinda disputam, mas aí peço perdão aos pernambucanos, o axé leva de barbada sobre o frevo; na música popular, eles apresentam de Alceu Valença com seus históricos sucessos, entre eles a inequecível La Belle de Jour (Eu lembro da moça bonita / Da praia de Boa Viagem / E a moça no meio da tarde / De um domingo azul e nós contratacamos com o monstro Gilberto Gil, aqui é até covardia destacar uma música, mas vou de Vamos Fugir (Pois diga que irá / Irajá, Irajá / Pra onde eu só veja você / Você veja a mim só / Marajó, Marajó). Ou seja, motivos para apimentar a rivalidade Bahia x Pernambuco não faltam.

domingo, 14 de maio de 2017

O Bahia goleou jogando em ritmo nagô

Assistir ao baile do Bahia sobre o Furacão me fez lembrar o grande clássico Baianidade Nagô, música que está com certeza entre as mais belas do Axé. Hoje, o Bahia foi atrás do trio elétrico, dançando ao negro toque do agogô, e todos nós curtimos nossa baianidade nagô. Música histórica para homenagear um jogo que entrou para a história do Tricolor no Brasileirão.

Já pintou o Brasileirão e com calor no coração de quem estava no campo e na arquibancada, a festa começou de forma inesperada e marcante para o Nação Tricolor que vai agitar Salvador com sua eterna alegria. O Bahia entrou focado em campo, marcando o Furacão que não conseguia passar do meio-campo. Mas, apesar da intensa movimentação do trio elétrico de meias tricolores confundi a frágil marcação do time misto do Atlético, faltava tranquilidade e qualidade ao Bahia no último passe, ou seja chegávamos com muita facilidade, porém era um erro atrás do outro na hora de definir a jogada.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Um gênio que se foi

Enquanto estávamos concentrados na sequência de 4 BaVices em duas semanas, morreu Belchior, um grande compositor da música brasileira, foram poucas canções, mas as letras fortes e o ritmo característico marcaram época. Como sabido, Belchior abandonou a carreira e foi curtir sua vida de forma mais reclusa. Está sendo interessante ler as reportagens com os depoimentos de quem conviveu com ele neste período e ouvir novamente suas canções que ganham novos contornos e interpretações após tudo que aconteceu.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

As lições que ficam

Acabou a primeira parte do playoff entre Bahia e o rival, por enquanto a vantagem é deles, 2 triunfos contra 2 empates e 1 derrota. Ganharam o Ednaldão e nós a vaga na final do Nordestão. Faltam os 2 do Brasileirão para ver quem leva a melhor no ano.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Jogo estranho com torcida esquisita

Sou um aficcionado pelo Bahia, BaVice é algo sagrado para mim, sou daqueles que acham que temos de ganhar sempre, sem esta de amistoso ou jogo que não vale nada, jogar contra eles sempre vale, e muito. Por isto, estranhei demais a sensação que tive ontem, na hora do almoço, tentei escrever algo aqui no blog sobre o pré-jogo, mas não tive o menor interesse; ainda em casa, antes de ir para o Paraíso do Dendê, point da torcida em Águas Claras/Brasília, eu assistia despreocupadamente ao baba do Galo contra um time amador do Peru; cheguei no PD com o jogo iniciado, e parecia que estava assistindo a um Bahia x Poções pela fase classificatória do Ednaldão, claro que vibrei com nosso gol e lamentei as chances perdidas; na hora do previsível gol deles, no máximo expressei um PQP; e fui neste ritmo até o final do jogo.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Aqui é Bahia, porra

Peço desculpas antecipadas pois este post vai sair um pouco sem pé nem cabeça, já se passaram mais de 18 horas do apito inicial do jogo e a pilha continua com carga máxima, mas sei que os leitores vão compreender, pois estamos na mesma vibe, e como sempre digo, aqui é um blog de torcedor que sofre e vibra pelo Bahia. Ontem, desde cedo, eu convivia com dois sentimentos distintos, ao mesmo tempo que acreditava piamente no triunfo e classificação tricolor, já que sempre preguei que o Bahia é imbatível quando o time e os torcedores estão na mesma sintonia, o que estava claro desde a expulsão de Gustavo no jogo da quinta; eu temia que a perda da vaga na final ou uma improvável derrota para o rival causasse um estrago sem precedentes no tricolor, se isto acontecesse, ficaria insuportável a continuidade de Guto e de alguns atletas no elenco, e começaríamos do zero o Brasileirão.

sábado, 29 de abril de 2017

Guerra é guerra

Enfiar uma nação numa guerra nem sempre é uma boa escolha, pois derrotar o inimigo pode não significar vencer, caso do EUA na guerra do Iraque, mas ser derrotado pode deixar sequelas, marcas e traumas que duram por décadas ou para sempre, o caso do mesmo EUA com a vexatória derrota na guerra do Vietnã. Porém, tem hora que as evidências e as provocações são tantas que não há outra opção senão aceitar o desafio e entrar em guerra com o inimigo. E esta hora chegou para a NAÇÃO TRICOLOR, depois de sermos roubados 4 jogos seguidos contra o Rival de Cana Brava, não nos coube outra opção a não ser nos autoconvocar para a guerra da Lampions.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Padrão BaVice: 10 x 12

Perder amistoso é chato, ser derrotado em jogo de campeonato é ruim, perder para o rival é cruel, tomar uma virada em jogo de semi é de lascar, some-se a isto tudo que o adversário é um time limitado, sem nenhuma estratégia de jogo, que se esconde em baixo das saias dos dirigentes das federações e conta com a ajuda decisiva do árbitro pelo 4º jogo seguido, aí meu bróder é de acordar de ressaca mesmo sem beber, é de perder o sono, é de ficar puto uns dois dias seguidos.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Chegou a hora

Faltam menos de 36 horas para o começo do primeiro BaVice dos 4 programados para as próximas duas semanas. Sem dúvida, será uma ultramaratona, 360 minutos, 6 horas de futebol sem considerar os acréscimos. Se imaginarmos que na média cada jogador corre 5 Km/jogo, serão 400 Km percorridos, a distância de Feira de Santana a Conquista, quase 10 maratonas, ou seja é muita coisa e regada com muita tensão e emoção.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Rápido e Caceteiro (13)

O empréstimo: depois de uma semana agitada nos grupos do zap por causa da derrota no BaVice, a semana começou calma após o triunfo por 3x0 no Touro do Sertão. Mas, bastou a oposição e a imprensa pautarem a possibilidade de um empréstimo de R$ 17 milhões para o Bahia fechar as contas do ano e a aquisição da Cidade Tricolor para a galera se agitar de novo. Choveram questionamentos sobre o uso dos "intermináveis" R$ 40 milhões do Esporte Interativo (ou dinheiro que não acaba no imaginário da torcida), outros questionavam como é que um time que se dizia "rico" poderia agora estar precisando pedir grana emprestada, outros já falavam do alto gasto com um time ridículo, boa parte já questionava a propalada competência administrativa da atual diretoria do Bahia, e por aí foi se desenrolando a conversa. O que achei interessante é que alguns postavam as explicações de PH no Twitter sobre o assunto, mas ninguém lia, só queriam saber de perguntar, questionar e levantar teses sobre o "fracasso" da diretoria. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

É possível jogar diferente

Acho que todos já estão careca de saber e eu já estou de saco cheio de escrever sobre a teimosia de Guto com o mesmo esquema tático desde sua chegada no Bahia. Em praticamente todos os jogos fora de casa comentei sobre isto e inclusive tratei do assunto em um post exclusivo (http://www.sobahea.net/2017/03/guto-conviccao-ou-teimosia.html). Contudo, é impossível não voltar ao tema, só que desta vez não farei apenas o tranquilo trabalho dos engenheiros de obra pronta ou dos profetas dos fatos passados, tentarei mostrar que com o elenco atual teríamos totais condições de assumir outras posturas táticas durante os jogos.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Aviso dado

Estou escrevendo mais de 18:00 após o término da partida, mas ainda estou muito puto com o que vi ontem. Pois, não tem esta de que este BaVice não valia nada, pelo contrário, vale e muito, imagine se esta pressão e insatisfação que estamos presenciando nas redes sociais estivessem do outro lado? Os próximos valerão vaga na final da Lampions, eles chegarão cheios de moral e nós repletos de dúvidas e questionando o pai, a mãe, a avó de diretoria, treinador, jogadores, roupeiro e cozinheira do Fazendão. Ou seja, a derrota de ontem, passou para nossa torcida que nada presta, tudo o que foi feito até agora tem de ser jogado fora, infelizmente, isto não é a verdade, mas é o que fica após uma derrota em clássico.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Enfim, as preliminares acabaram

Ontem, o Bahia brocou o Atlântico por 3x0, mas a reação da torcida no zap e o incrível público pagante, com impressionantes 241 pagantes e 272 no total, com a expressiva renda de R$ 5.160,00, valor inferior a um dia de salário do Brocador ou de Jackson, só provam a tese que os campeonatos estaduais precisam acabar. Nem a fanática torcida tricolor prestigia mais, é inadmissível um time profissional se sujeitar a isto, nem a conversa de sustentar os pequenos do estado se aguenta mais de pé, basta ver os públicos e rendas dos jogos do Bahia e do Rival no estadual de Ednaldo.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Por onde anda o torcedor tricolor?

Wish you were here (Gostaria que você estivesse aqui, em tradução livre) é um dos maiores clássicos da música pop mundial. Esta obra prima do Pink Floyd é uma bela e emocionante homenagem da banda a Syd Barret, o músico que moldou o estilo musical e visual do grupo, mas que engolido pelas drogas teve de abandonar a carreira. Quem me dera ter pelo menos uma milionésima parte da criatividade e da genialidade de Roger Waters e David Gilmour para poder fazer uma arte desta, mas como não tenho vou plagiar descaradamente para pedir a volta do velho, apaixonado e aguerrido torcedor tricolor.

sexta-feira, 24 de março de 2017

7 não é conta de metiroso

Antes de mais nada, confesso que tenho assistido muito pouco aos jogos da seleção, acho que nos últimos 2 anos, o de ontem foi o único que assisti integralmente, mesmo assim, vou me arriscar a fazer uma análise do time de Titi que conseguiu a expressiva marca de 7 triunfos seguidos nas eliminatórias da Copa.

Começando pela defesa, destaco a boa mescla da juventude de Marquinhos com a experiência de Miranda, ambos se completam, por enquanto a parceria vem rendendo bons frutos, com a zaga brasileira mostrando firmeza e segurança. A vida dos dois é bem facilitada pelo trio de meias, como veremos mais na frente.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Hora de agir

O grande compositor Renato Russo era gênio em mostrar os dilemas humanos em suas letras. Canções como eu Eu sei (tenho andado distraído, impaciente e indeciso....só que agora é diferente, estou tranquilo e tão contente), e Andréa Dória (Às vezes parecia que, de tanto acreditar em tudo que achávamos tão certo, teríamos o mundo inteiro ... Mas percebo agora que o teu sorriso em diferente, quase parecendo te ferir), é a situação que vivo quando analiso o Bahia atualmente.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Guto: convicção ou teimosia

Estou muito à vontade para escrever este post, pois desde o ano passado reclamo aqui da forma como o Bahia de Guto atua fora de casa, sempre questionei aqui o fato do Bahia jogar com apenas um esquema tático seja dentro ou fora de casa, sempre mostrei que este esquema não funcionava fora de casa. Porém, não há como negar que há muito tempo o Bahia não conseguia o desempenho que tem como mandante, já não me lembro ao certo quando foi a última derrota e o último empate dentro de casa, acho que foi para o Vila Nova e Atlético/GO, respectivamente.

quarta-feira, 8 de março de 2017

A luz amarela acendeu

As universidades americanas costumam dar nota aos alunos pelo uso de letras, sendo a A a maior nota e a E e F as menores. A mesma lógica é utilizada pelas agências de risco que classificam os países em relação ao risco de investimento, recentemente o Brasil perdeu seu conceito A e vai penar um tempo para conseguir novamente. Nas duas situações ilustrada ser A é para um grupo de elite que chegou ali porque fez as lições de casa e executou as tarefas como se esperava, além é claro de ter talento e habilidades especiais que lhe fazem diferentes e capazes de pertencer à tropa de elite. O mesmo raciocínio pode e deve ser feito ao futebol, ou seja quem é Série A é "teoricamente" superior aos times das séries inferiores.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Volta por cima

Um dos ícones da música brasileira é a sambista Beth Carvalho, cantora com bela, afinada e potente voz, além de presença marcante no palco. A Beth de Andanças (me leva amor, por onde for quero ser seu par), Coisinha do Pai (Oh Coisinha tão bonitinha do Pai, vc vale ouro todo meu tesouro) e Vou festejar (chora, não vou ligar, chegou a hora, vai me pagar), imortalizou ainda vários outros sucessos, entre eles Volta por cima (levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima), exatamente o que está acontecendo com o goleiro Jean no Bahia.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ventos passados não giram catavento

O Bahia foi jogar em Feira, sem dúvida um lugar muito longe da onde o vento faz a curva, cidade grande, só perde para SSA; estádio bom, só ficando atrás de Pituaço e Arena; gramado bom, melhor do que o pisoteado de Pituaço; iluminação adequada, poucas sombras em campo; mas, tem a porra do vendaval, ou seria uma brisa?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Time sem alma

Segundo o filósofo de botequim Vanderley Luxemburgo, "o medo de perder tira a vontade de ganhar", só uma filosofia rasteira desta para explicar o comportamento displicente, covarde, esnobe e mais um monte de adjetivos pejorativos que o Bahia teve no segundo tempo do jogo. Não tem nenhuma explicação lógica ou esportiva para explicar os motivos que levaram o Professor Guto e seus comandados agirem desta forma., Falta de respeito ao adversário, certeza do triunfo, desrespeito e desinteresse pelo torneio, ou qualquer outro motivo nesta linha pode explicar a sacanagem que o Bahia fez hoje com seu torcedor.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Adeus, zica

Começo dizendo que foi o melhor jogo do Bahia no ano. Enfrentamos um adversário brioso e bem organizado taticamente, mesmo apresentando deficiências técnicas, os jogadores do Sergipe sabem muito bem o seu papel em campo e deram trabalho ao Tricolor da Boa Terra no primeiro tempo. Contudo, na etapa final, o Bahia se impôs e mostrou um bom futebol para ganhar com personalidade fora de casa depois de um bom tempo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Até quando vamos expor nossos atletas a estes pastos?

No post "Triste futebol baiano" (http://www.sobahea.net/2017/02/triste-futebol-baiano.html) comentei rapidamente que a Copa do Nordeste caminha a passos largos para se tornar um baianão de maiores proporções. O jogo de ontem não deixou dúvida disto, adversário sem nenhuma expressão, com todo respeito aos profissionais e a curta história de vida do Altos/PI, e um gramado que mais parece um pasto. Entendo ser uma falta de respeito colocar um profissional para trabalhar naquelas condições, independentemente de ganhar 2 salários mínimos por mês ou de 200 ou mais, como é o caso de alguns atletas do tricolor. A pergunta que fica é até quando vamos expor nossos atletas a estes pastos? Será que vai ser necessário acabar a carreira de um atleta para proibirem jogos nestas condições? Enfim, entendo que os grandes do NE precisam se unir e se recusar a jogar nestes pastos, só assim as federações da Região tomaram atitude, enquanto figirmos que está tudo bem, nada farão para melhorar os campos e estádios. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

3 vira, 6 acaba

Ir a show no Baiano; chamar a UNIFACS de Trabuco; comer o porra todo burguer do Tonni's na Pituba; comer as esfihas do Good Day e do TengTeng, ali em frente ao Brazeiro na Carlos Gomes; ir ao Iguatemi de frescão; ir no Cine Bristol e ficar em dúvida se sentava na parte de cima ou na de baixo; comprar caderno na Lobras; e usar roupa da Mesbla e Sandiz são coisas que as vezes me lembro dos saudosos anos 80 em SSA. Mas, o que não me esqueço mesmo, são das sonoras goleadas que o Bahia dava no Redenção, AABB e Botafogo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Triste futebol baiano

Dia 1º de fevereiro sempre foi um dia especial no período que morei em Salvador, normalmente era o primeiro dia do mês de carnaval e , principalmente, por ser a véspera do dia de Yemanjá, quando ocorria a festa de largo no Rio Vermelho. Para mim, a melhor das diversas que ocorrem entre 08/12 e o carnaval, passei bons momentos tomando uma cerva com a galera no beco do Extudo. 

domingo, 29 de janeiro de 2017

Primeira brocada do ano

Vencer sempre é bom, não interessa o campeonato ou o adversário, é assim que enxergo o jogo de hoje. Os 2x0 contra o Jegue não veio acompanhado de um futebol exuberante, mas garantiu os primeiros três pontos do Bahia no Baianão.

O Bahia veio bastante modificado em relação ao time que jogou contra o Fortaleza, mas manteve o esquema 4-2-3-1, porém duas reparei em duas diferenças básicas, primeira, quando o Bahia tinha a bola, Édson se posicionava no meio dos zagueiros e os laterais avançavam abertos pelos lados, com Cajá, Zé Rafael e Mateus Sales responsáveis por armar o time. Segunda, Zé Rafael já se movimentou mais e não ficou mais fixo do lado do campo, coincidência ou não, seu futebol começou a aparecer e ele fez sua melhor apresentação com a camisa tricolor.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Seca de gols

Depois de um longo e tenebroso inverno, ou melhor, após um longo e escaldante verão, com direito a seca e racionamento de água na capital do País, o Esquadrão voltou a campo. Por coincidência ou não, o jogo teve característica das duas estações, foi quente na questões de disposição e violência, e frio, quase congelado, nas questões técnica e de emoção. Tudo junto e misturado, acabou sendo um jogo morno. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O banzo da nação tricolor

Recentemente, foi lançado o filme/documentário Axé, ainda não assisti, mas como vivi a década de 80 em Salvador, é obrigação ver. Desta época lembro de várias canções e estou sempre cantarolando, uma delas é Banzo, para quem não se lembra começa com a seguinte estrofe

De banzo eu não sofro,
eu não sofro não.
África oyer no meu coração

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A Legião Tricolor precisa do seu próprio tempo

Acabou a pré-temporada do Bahia em Orlando, foram dois jogos, um empate de 0x0 e uma derrota por 1x0. Como visto, fomos incapazes de marcar um misero golzinho, pior, marcamos um golaço, mas foi contra. Olhando por este lado, parece que a passagem do Bahia pela terra do Tio Sam foi um fracasso total, adicionalmente lendo as manifestações da Nação Tricolor nas redes sociais a impressão que passa é que tomamos duas sonoras goleadas e que nosso rebaixamento na Série A já está sacramentado.  Porém, como diz a maior banda do rock nacional "ainda é cedo" para uma conclusão definitiva sobre o conjunto tricolor.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Vai começar a temporada

"Já pintou o verão, calor no coração, a festa vai começar", por muito tempo este era o sinal para começar a festa baiana por todo o verão até chegar o carnaval. Neste intervalo entre o início do verão e o carnaval começa a temporada e a festa do futebol, e para o Bahia começou com o sub-20 já brocando duas na Copinha (3x1 e 2x0) e com o elenco profissional sendo montado para a primeira fase da temporada.