Marca SóBahêa

Marca SóBahêa

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ventos passados não giram catavento

O Bahia foi jogar em Feira, sem dúvida um lugar muito longe da onde o vento faz a curva, cidade grande, só perde para SSA; estádio bom, só ficando atrás de Pituaço e Arena; gramado bom, melhor do que o pisoteado de Pituaço; iluminação adequada, poucas sombras em campo; mas, tem a porra do vendaval, ou seria uma brisa?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Time sem alma

Segundo o filósofo de botequim Vanderley Luxemburgo, "o medo de perder tira a vontade de ganhar", só uma filosofia rasteira desta para explicar o comportamento displicente, covarde, esnobe e mais um monte de adjetivos pejorativos que o Bahia teve no segundo tempo do jogo. Não tem nenhuma explicação lógica ou esportiva para explicar os motivos que levaram o Professor Guto e seus comandados agirem desta forma., Falta de respeito ao adversário, certeza do triunfo, desrespeito e desinteresse pelo torneio, ou qualquer outro motivo nesta linha pode explicar a sacanagem que o Bahia fez hoje com seu torcedor.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Adeus, zica

Começo dizendo que foi o melhor jogo do Bahia no ano. Enfrentamos um adversário brioso e bem organizado taticamente, mesmo apresentando deficiências técnicas, os jogadores do Sergipe sabem muito bem o seu papel em campo e deram trabalho ao Tricolor da Boa Terra no primeiro tempo. Contudo, na etapa final, o Bahia se impôs e mostrou um bom futebol para ganhar com personalidade fora de casa depois de um bom tempo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Até quando vamos expor nossos atletas a estes pastos?

No post "Triste futebol baiano" (http://www.sobahea.net/2017/02/triste-futebol-baiano.html) comentei rapidamente que a Copa do Nordeste caminha a passos largos para se tornar um baianão de maiores proporções. O jogo de ontem não deixou dúvida disto, adversário sem nenhuma expressão, com todo respeito aos profissionais e a curta história de vida do Altos/PI, e um gramado que mais parece um pasto. Entendo ser uma falta de respeito colocar um profissional para trabalhar naquelas condições, independentemente de ganhar 2 salários mínimos por mês ou de 200 ou mais, como é o caso de alguns atletas do tricolor. A pergunta que fica é até quando vamos expor nossos atletas a estes pastos? Será que vai ser necessário acabar a carreira de um atleta para proibirem jogos nestas condições? Enfim, entendo que os grandes do NE precisam se unir e se recusar a jogar nestes pastos, só assim as federações da Região tomaram atitude, enquanto figirmos que está tudo bem, nada farão para melhorar os campos e estádios. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

3 vira, 6 acaba

Ir a show no Baiano; chamar a UNIFACS de Trabuco; comer o porra todo burguer do Tonni's na Pituba; comer as esfihas do Good Day e do TengTeng, ali em frente ao Brazeiro na Carlos Gomes; ir ao Iguatemi de frescão; ir no Cine Bristol e ficar em dúvida se sentava na parte de cima ou na de baixo; comprar caderno na Lobras; e usar roupa da Mesbla e Sandiz são coisas que as vezes me lembro dos saudosos anos 80 em SSA. Mas, o que não me esqueço mesmo, são das sonoras goleadas que o Bahia dava no Redenção, AABB e Botafogo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Triste futebol baiano

Dia 1º de fevereiro sempre foi um dia especial no período que morei em Salvador, normalmente era o primeiro dia do mês de carnaval e , principalmente, por ser a véspera do dia de Yemanjá, quando ocorria a festa de largo no Rio Vermelho. Para mim, a melhor das diversas que ocorrem entre 08/12 e o carnaval, passei bons momentos tomando uma cerva com a galera no beco do Extudo.