Marca SóBahêa

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Time sem alma

Segundo o filósofo de botequim Vanderley Luxemburgo, "o medo de perder tira a vontade de ganhar", só uma filosofia rasteira desta para explicar o comportamento displicente, covarde, esnobe e mais um monte de adjetivos pejorativos que o Bahia teve no segundo tempo do jogo. Não tem nenhuma explicação lógica ou esportiva para explicar os motivos que levaram o Professor Guto e seus comandados agirem desta forma., Falta de respeito ao adversário, certeza do triunfo, desrespeito e desinteresse pelo torneio, ou qualquer outro motivo nesta linha pode explicar a sacanagem que o Bahia fez hoje com seu torcedor.


Já disse várias vezes aqui que sou contra o atual formato do calendário brasileiro, por mim o Brasileirão começava já em fevereiro e ia até dezembro, com os times da Série A e B entrando só nas fases finais do campeonato estadual. Porém, hoje, fiz questão de assistir pois me lembro de vários jogos interessantes em Feira de Santana entre o Touro de Sertão e o Tricolor de Aço nas décadas de 80 e 90. O primeiro tempo fez jus a história do confronto, mas o segundo tempo do Bahia foi digno de um time sem alma e sem vontade de vencer. Me recuso a fazer qualquer análise mais aprofundada do jogo, pois neste momento só tenho vontade de xingar muito Guto e seus comandados, mas em respeito às crianças que leem o blog,  aproveito para parabenizar o Flu de Feira por acreditar até o final e ir buscar o empate com o time morto em campo e com 1 a menos. 

Encerro por aqui lembrando Muricy, outro filósofo da mesma escola do anterior, "a bola castiga".

2 comentários:

  1. Miguel. Parabéns. Você acertou de novo. Não é caso de discutir esquemas táticos, contratações etc.
    Apenas dizer que o nosso Bahêa hoje foi DESRESPEITOSO.
    Desrespeitou os torcedores.
    Desrespeitou o Clube.
    Desrespeitou nosso sono.
    Desrespeitou nossa história.
    Enfim, ofendeu, nos atacou

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  2. Miguel,

    Vou citar outra frase que ouvi certa vez e que define bem o futebol apresentado pelo Bahia neste início: não existe frustracão; existe excesso de expectativa. Criou-se uma ilusão de que o elenco montado com jogadores jovens e sem fama é promissor. Além disso, vislumbrou-se que Guto Ferreira, após apagar o incêndio de 2016, iria ser o técnico perfeito pois teria tempo para participar das contratações e fazer o time jogar segundo suas convicções.

    Ledo engano, o que estamos vendo é um elenco ainda com várias carência, um time padrão único em campo e um treinador com síndrome de Chapecoense e Ponte Preta, que são clubes com bem menos aspirações do que o Bahia.

    Não vou tocar jogo áa vestes até porque a minha avaliação pra valer só será concluída após os principais jogos do semestre: os 3 Ba X vices do Baiano, as semis e as finais do Nordestão. Porém, nada justifica um time profissional se enrolar contra times semi-amadores. Basta jogar com seriedade, determinação e organização que o triunfo virá fácil.

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