Marca SóBahêa

Marca SóBahêa

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Falar o quê?

Estou tão indignado com as duas últimas apresentações do Bahia que nem sei por onde começar este texto. Da hora que terminou o jogo até agora pensei numas 20 formas de começar o texto, mas nenhuma conseguiria expressar a indignação que estou. Pensei até em começar soltando sonoros @#%& e @*&, mas por respeito a quem gasta seu tempo lendo o blog, desisti. Só sei que a perda de foco e concentração foi determinante na nossa derrocada.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Rápido e Caceteiro (14)

O tempo está escasso, nem deu tempo de fazer uma análise da derrota para o Sport, mas impossível me segurar e não palpitar sobre alguns assuntos que vejo no zap.

Derrota para o Sport: resultado justo, o Bahia sentiu o jogo e pouco fez para evitar a derrota. Começamos bem, seguramos e tocamos a bola com muita tranquilidade até os 15 minutos do primeiro tempo. Depois, o time ficou apático, e eles chegavam com muita facilidade, principalmente pela esquerda da nossa defesa, nossos volantes e meias não deram o apoio necessário a Juninho que era facilmente vencido por Marquinhos. Diego Souza e André jogando como 9 tiraram a sobra da nossa zaga e criaram problema. O Gol foi apenas uma consequência do domínio deles. Mesmo no segundo tempo quando ficamos com a bola e agredimos um pouco mais, ficamos longe de ser o Bahia de outros jogos. Nossos jogadores pareciam estar desconcentrados e esgotados fisicamente. Em suma, derrota justa.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Meu Bahia brocou, viu, porra

Salvador, sexta-feira, 17/11/17, Estação Pirajá, 6:30 da matina

- E aí, Afro!! Que cara de felicidade é esta, visitou a piriguete?

- Melhor, fui na Fonte ver o Bahia brocar o Peixe.

- Fui não, tenho prova na facu hoje.

- Você é cheiro mole igual a torcida, todo jogo é uma desculpa, chuva, sol, horário, não gosta da Arena, preço. Teve um sacana que não foi em protesto a morte de pinguim na Antártica. Só migué.

- Né não, irmão, tenho prova de controle de ativo e passivo hoje.

- Que porra é esta, Negão? Está estudando boiologia?

- Colé, porra, faço contabilidade na Cairu.

- Alívio da porra. Vc já leva jeito, pensei que tinha sido abduzido pela ideologia de gênero.

- Vá a merda, deixa de putaria. Vc está parecendo aquele cara do Sobahea, fala, fala, fala, e não conta sobre o jogo. Desembucha logo como foi.

- Sacanagem, pegou pesado, mas vamos lá. O Bahia entrou com o mesmo time dos últimos jogos, e, mais uma vez, entramos desligados, desatentos, sem tesão mesmo. Até os 10, o Santos era senhor absoluto do jogo.

- Que merda.

- Quando o Bahia melhorou, os caras marcaram, de novo Bruno Henrique.

- Eduardo deve ter pesadelo com este sacana, 4 gols em 2 jogos.

- Pois é, mas o vacilo não foi só dele. Ficou todo mundo parado vendo a bola que veio da esquerda da nossa defesa cruzar a área

- Porra, todo jogo damos este vacilo no início.

- Mas, o Bahia de professor Carpegiani não se desespera. Continuou na mesma toada, tocando a bola, muita movimentação e troca de posições no ataque, e logo já estava controlando o jogo e pondo o Santos na defensiva.

- Gosto de ver meu time assim, partindo para cima e mostrando quem manda na Fonte.

- Numa troca de posição, Mendoza armou e Zé se infiltrou e sofreu pênalti. O colomba deslocou o goleiro e empatou a porra.

- Ouvi os gritos no bar de Joca, tava lotado

- Depois, o Bahia puxou o freio de mão, continuou controlando o jogo, mas criou pouca chance.

- Carpegiani deve ter dado um esporro na galera no intervalo

- Deve mesmo, pois o time voltou ligado, disputando as jogadas com uma vontade da zorra. Não demorou para virar o jogo.

- Como foi o gol?

- O sacana do Capixaba arrancou, só um parênteses, este sacana queimou minha língua, está jogando muito, especialmente nos últimos jogos, fecha parênteses, e tocou para ZR. Desta vez, o sacana não prendeu a bola, meteu logo para Mendoza na esquerda, mas o zagueiro chegou antes e marcou

- Problema dele. Quero que se lasque e o Bahia broque.

- Depois só deu Bahia. O Santos só chegava com Bruno Henrique, canseira da porra em Eduardo. Mesmo depois que Éder entrou no lugar de Eduardo, o sacana continuou criando.

- E Régis entrou?

- Entrou no lugar de Alione. E entrou bem. Logo no primeiro lance fez uma bela jogada pela direita e tocou para Zé Cartola, o chute foi bom, mas o goleiro deles pegou.

- Wanderley é barril.

- Na segunda, Régis deixou EJ, apagado no jogo, na cara do gol. O zagueiro deu uma tesoura por trás, pênalti claro. EJ não contou conversa, meteu logo o terceiro.

- E a galera?

- Apesar de pouca gente, foi uma festa da porra. A Fonte voltou a ser nossa casa, o Bahia atropela e a galera vibra, sintonia da porra.

- Imagino, um amigo mandou um vídeo de Brasília e tava uma festa da zorra. Cantaram até o hino do Mamão com Açúcar.

- Na Arena também. A farra foi boa na Kombi do reggae.

- E diga uma coisa, vc que acompanha o Bahia desde de Titio Fantoni, qual o segredo do Bahia de Carpegiani?

- Cara, eu acho que é a movimentação e a troca constante de posição entre os atacantes. Os caras estão em todo canto o tempo todo. Mendoza joga de segundo centroavante em boa parte do jogo, a defesa dos caras fica sem sobra, por isto tanto gol e pênalti com bola no meio da área. Os laterais também aparecem sempre e os volantes também vão para o jogo. Ou seja, entrega total do time, faz a diferença.

- E Jean vai embora?

- Sei lá, irmão. Nem quero saber disto agora. Ontem, ele bateu sua primeira falta, mas foi na barreira. E saiu bem para caramba do gol em uns 4 lances.

- Valeu, Porra. Vou nesta, Broder. Fazer minha prova.

- Não esqueça de comer um mamão com açúcar para relaxar e cuidado com o ativo.

- Bora Bahêa, Minha Porra. E rumo a Libertadores.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Orgulho de ser Bahia

O resultado não foi o que a torcida esperava, mas o futebol jogado foi de encher de orgulho o torcedor do Bahia. A bola foi nossa praticamente por todo o jogo, alugamos o campo de ataque nos dois tempos de jogo, mas a pontaria de Mendoza, numa tarde infeliz, e a qualidade de Robinho acabaram decretando o empate.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Demorou, mas chegou

"Há muito tempo que eu queria ter um grande amor como você. Demorou, mas chegou e minha vida se transformou".
 
O verso acima, eternizado por Édson Gomes, reflete exatamente o sentimento dos integrantes da Embaixada Bora Bahêa Brasília pelo Bahia neste momento do Brasileiro. Faz tanto tempo que não víamos  uma campanha como a atual que eu nem saberia precisar qual foi o ano, talvez 2002. Como diz o Mestre, demorou, mas chegou. 
 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Daqui do alto, eu te vejo

Eu poderia começar este texto elogiando a entrega e a raça de todos os jogadores durante os 90 minutos, o oportunismo e a visão de jogo de Mendoza, a clarividência de Alione no passe do primeiro gol, ou a excelente partida de Capixaba, a melhor desde que chegou no profissional. Entretanto, prefiro primeiro render minhas homenagens e agradecer aos 20 e pouco mil torcedores que estiveram presentes ontem na Fonte. Foram fundamentais no triunfo de ontem à tarde, quando a Ponte começou a por as manguinhas de fora, nossa torcida cantou alto e mostrou quem manda em nossos domínios. Mesmo pela tv, dava para ouvir e sentir a vibração da galera nas arquibancadas da Arena. Nosso torcedor entendeu que este jogo era uma final e fez as estruturas do estádio tremerem como já tinha feito nas finais da Lampions. Reitero o que sempre escrevo aqui, nesta sintonia time, torcida, somos imbatíveis na Fonte.