Marca SóBahêa

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Habemus técnico

Semana passada, critiquei pesadamente Guto por suas opções táticas no jogo contra o Palmeiras. Hoje, venho aqui para elogia-lo pelo trabalho realizado ontem contra o Vasco. Na hora da substituição de Brumado por Régis, também estranhei, mas me lembrei que não tinha sido a primeira vez que Guto tirava um centroavante para por um meia, ele já tinha feito isto uns jogos atrás, e resolvi acreditar. Pelo resultado que vimos ontem, parece que nosso "limitado" treinador, o cara de um esquema só, como parte da torcida gosta de falar,  tem testado esta e outras opções nos treinamentos diários.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Na boa

Hoje não vai rolar post, tempo zero. Mas, achei que o Bahia fez uma partida apenas razoável, com uma pressão maior da nossa parte, poderia ter sido bem mais. Gostei de alguns pontos,  a paciência que o time teve na primeira etapa, rodou a bola com calma até surgirem os espaços. A excelente partida de Vinícius, fazendo a bola girar e dando volume de jogo ao time, demonstrando mais uma vez que tem de jogar mais recuado. Das jogadas pelas pontas com Elber e Zé Rafael fazendo o 1-2 com os laterais. E dos gols em contrataque, pois serão fundamentais nas partidas fora de casa no Brasileirão quando precisaremos jogar mais fechados.

Não gostei da participação de Régis, abaixo do que eu esperava, pode ter sido por jogar aberto. E da baixa intensidade na marcação avançada, bem abaixo do que fazemos normalmente em casa.

Agora é brocar o vasquinho e fechar a semana com dois triunfos e de preferência longe da zona.

domingo, 20 de maio de 2018

Deu a lógica

Perder para o Palmeiras lá é normal, até o corintiano mais roxo sabia que o Porco era favorito, mas o Bahia não precisava ter facilitado tanto como fez na primeira etapa da partida. E o grande culpado disto foi Guto Ferreira.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Knock down


Ontem pela manhã, assisti alguns lances da luta entre Victor "O Fenômeno" Belfort e Lyoto "Dragão" Machida. Não sou grande fã de MMA, nem entendo do assunto, mas costumo assistir de vez em quando algumas lutas. Por isto, percebi que Belfort lutava fora das suas características, ele que sempre foi um cara de partir para dentro e sufocar o adversário, fazia uma luta mais cadenciada, esperando a hora certa de dar o bote. Por sua vez, o Dragão estava na sua, tranquilo e lutando dentro de suas características, mantendo o adversário à distância e tentando sempre seus chutes de carateca.  Numa dessas tentativas, Belfort deu espaço e Machida acertou um potente chute apagando o Fenômeno. Foi exatamente assim que vi o jogo do Bahia contra o São Paulo.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Anotaram a placa?

Muito pouco a dizer sobre o jogo de ontem, foi um atropelo, parecia jogos do Baianinho. O Bahia não considerou a Cruz de Malta, e reduziu o Gigante da Colina a um Anão do Formigueiro. O que aconteceu ontem se deve muito ao resgate da Fonte como nossa casa que começou com Guto, gostem ou não os críticos dele, lá no remoto segundo turno da Série B em 2016. Desafio aos conhecedores listar três times que tenham ganho todos os jogos do turno em casa, pode pegar Série C, B e A. Este feito é para poucos e está sendo fundamental para o Bahia se impor em nossos domínios. Os adversários já chegam receosos, pois sabem que vão enfrentar muita pressão na marcação e um time veloz e de toques verticais. Claro que a Nação, quando quer, tem papel primordial para auxiliar o time dentro de campo.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

O Yin Yang tricolor

O mundo é bipolar, na geografia temos o Polo Norte e o Polo Sul; na física, mais especificamente na eletricidade, temos o polo negativo e o polo positivo, basta dá uma olhada numa pilha, e lá estão os dois polos; na cultura oriental, mais especificamente na filosofia chinesa, temos o Yin Yang; na cultura ocidental, temos o bem e o mal; para fechar, no futebol temos o Bahia de Guto Ferreira. Em casa, o Bahia é corajoso, enérgico, ousado, criativo, sufoca o adversário, em suma, é temido e respeitado por todos. Fora, o Bahia é covarde, apático, acanhado, previsível, é sufocado, em suma, teme e repeita em excesso todos.