Marca SóBahêa

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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Marcaram época

Entrando na onda de Rizek, vou tentar passar para os mais jovens quem são os ex-atletas homenageados pelo Bahia. Adianto que não conheço Henricão e Mário, mas vou pesquisar.

Ronaldo Passos - goleiro revelado na base tricolor. Jogou durante toda a década de 80 no Bahia e foi o goleiro titular no início do campeonato e na final do bi brasileiro, quando tirou duas notas 10 do Bola de Ouro da Placar, uma espécie de Cartola da época.

João Marcelo - Zagueiro revelado na base tricolor e campeao brasileiro de 88. Foi fundamental na final quando deu uma levantada em Nilson, parando a pancadaria do Inter.

Sapatão - Zagueiro da década de 70, fez parte do escrete hepta campeão baiano.

Baiaco - volante da década de 70. Sem dúvida um dos maiores ídolos da torcida tricolor pelo seu estilo incansável em campo.

Edinho Jacaré - Eterno reserva nas duas laterias durante toda a década de 80. Revesava com Tarantini na lateral direita no título de 88. Veio do Fluminense de Feira.

Luis Henrique - veio da Catuense junto com Naldinho, um negro ausente da lista. Era um meia veloz e habilidoso, jogou na seleção e no Mônaco .

Paulo Rodrigues - o MAIOR jogador que acompanhei com a camisa do Bahia. Craque dos times de 88 e 90. Hoje seria seleção com os pés nas costas.

Cláudio Adão - 9 clássico e craque de bola. A dupla de ataque com Bobô em 86 encantou o Brasil. Jogou em vários times e foi considerado por Zico seu maior parceiro de ataque no Flamengo.

Zé Carlos - Camisa do 10 do bi nacional. Jogador incansável e fundamental para Zanata marcar época na lateral direita, pois fazia o papel de meia e ainda cobria as subidas do lateral. Em 88, era fundamental na transição defesa ataque, deu o passe, e que passe, para o primeiro gol de Bobô na final de 88.

Ueslei - subiu da base como volante. Foi negociado e quando voltou para o Tricolor já jogava mais na frente. Acabou a carreira como 9 e é um dos maiores artilheiros da história tricolor. Jogador extremamente forte e raçudo, tendo como principal característica o arremate a gol.

Willian Andem - goleiro camaronês. Ao lado de Lima Sergipano foram os únicos que se salvaram no rebaixamento de 97. Bastante conhecido pela expressão "cabeço pequeno".

Claudir - Veio do Serrano e formou com Pereira uma zaga fantástica. Campeão brasileiro de 88, mas não terminou em campo na partida final em Porto Alegre.

Fabão - Zagueiro de extrema força física. Marcador implacável de Bebeto nos bavis. Protagonista da canção "Bebeto chorão, sua mulher está f.... é com Fabão". Foi para o São Paulo onde jogou muito bem.

Zé Augusto - Zagueiro da década de 70 e início da de 80. Pelo que me lembro, era uma espécie de Luvas Fonseca sem as presepadas.

Lima Sergipano - O canhão do Fazendão. Deve ser o maior artilheiro do futebol mundial jogando como volante. Vale a pena procurar no YouTube os vídeos do cara. O chute era impressionante. Fez um gol em Ronaldo do Gambá que virou desafio no Esporte Espetacular pela velocidade que a bola alcançou.

Bebeto Campos - surgiu na base do Bahia, foi "roubado" pelo Vice, mas voltou para ser o volante bi campeão do Nordeste em 01 e 02, num meio de campo com Preto, Capixaba e Alex. Encerrou a carreira precocemente por problema de saúde.

Emo - veio de um time pequeno da Bahia e brilhou como quarto homem de meio campo no tricolor. Me arrisco a dizer que foi um dos precussores desta posição no Brasil. Jogou no time de 85 ao lado de Leandro e Marinho Apolônio, dois negros que mereciam estar nesta escalação.

Jesum - ponta esquerda driblador e habilidoso, como era comum na década de 70. Infernizava o lateral adversário partindo para cima e com dribles curtos. Fez parte da equipe hepta campeã.

Marquinhos - brasiliense que jogava em Sergipe. Foi contratado após infernizar Zanata e Zé Carlos em amistosos. Jogador fundamental no título de 88 por ser a válvula de escape pela esquerda. Também foi campeão pelo Cruzeiro.

Osmar - veio do Ipiranga e sofreu muito com uma contusão no joelho. Mas, se recuperou a tempo de ser o reserva de Bobô no título de 88. Na primeira partida da final, foi dele a arrancada que resultou no gol do título. Também foi protagonista na pancadaria do título baiano de 87 quando foi chutado pelo goleiro das galinhas na comemoração do terceiro gol.

Dadá Maravilha - Campeão do mundo em 70. Veio do Santa Cruz para o Bahia em 81, após a histórica goleada de 5x0. Formou um ataque dos sonhos com Sena, Osni e Gilson Gênio.

Além dos jogadores citados, senti falta nesta lista de Jorginho, zagueiro fantástico; Ávine e Ananias, jogadores da base que sofreram na B, mas subiram em 2010, e do MITO Feijão.

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