Marca SóBahêa

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Enfim, chegou o dia


Enfim, posso escrever HOJE É DIA DE BAHÊA. E olhe que não sou daqueles que desprezam a seleção, inclusive viajei para acompanhar a semi e a final no Mineirão e Maracanã, mas isto é assunto para outro post.

Com relação ao Esquadrão, tenho duas sensações distintas. Para o longo prazo, estou animado, pois entendo que não perdemos ninguém do quarteto que forma a base da estrutura do time (Douglas, Gregore, Arthur e Gilberto), só saiu um titular e, sobretudo, recompomos bem as saídas.


Guerra e Lucca são jogadores que já mostraram seu valor em outros clubes, e chegam sem dúvidas para assumir a titularidade, ou no mínimo para brigar por ela. Não conheço os três zagueiros que chegaram, mas foi uma decisão acertada reforçar a zaga, independentemente da  saída de Jackson, uma vez que este é um setor que alternou bons e maus momentos até aqui na temporada.

Contudo, para o curto prazo, duelo com o Grêmio pela Copa do Brasil, estou receoso. Não acho Douglas Augusto uma sumidade e nem um jogador insubstituível, mas entendo que ele, Gregore e Élton formaram um trio de volantes interessante e que estava sendo a espinha dorsal do Bahia, não somente na parte defensiva, mas também na ofensiva, uma vez que os três além de marcarem com muita garra e entrega, sabiam sair com a bola e proporcionavam bons contrataques para o Bahia e seguravam a bola quando preciso.

Pelo que li, entra Ramires na vaga aberta no meio. Entendo ser a melhor opção. Vamos perder no poder de marcação, pois apesar de ter sido volante na base, não consigo enxergar em Ramires força física e noção de posicionamento para esta posição. Por outro lado, ganhamos um atleta que se aproxima bem dos jogadores de frente, é inteligente para enxergar o jogo, mas, sobretudo, simplifica a jogada com um só passe. A dúvida que tenho é qual Ramires veremos em campo, o de 2018 ou de 2019? Tenho muita esperança que a intertemporada tenha feito bem ao moleque.

O outro ponto que me deixa preocupado é o desfalque de Ernando. Outro que está longe de ser insubstituível. Mas, não tem como negar que ele e Lucas se entenderam bem e vinham fazendo partidas seguras lá atrás, principalmente depois da implantação do esquema com três volantes. Jackson não consegue pegar ritmo por causa das seguidas contusões, e os demais zagueiros são novatos no elenco e sem entrosamento com Lucas, e na zaga, se titubear pode ser fatal.



Não sei como vem o Grêmio, mas entendo que a escalação de Cebolinha tem seu lado positivo para o Bahia. Primeiro porque o cara vem de um desgaste físico e emocional grande com as finais da Copa América. Segundo, porque o time treinou sem ele durante toda a intertemporada. E terceiro, porque vai haver uma pressão natural da torcida que o jogo se concentre nele, o que pode facilitar o nosso posicionamento defensivo em campo. A grande preocupação é que o moleque já é ousado, o que potencializou com a conquista e artilharia da Copa América. Somando os prós e contras, estou confiante que Nino vai conseguir pará-lo.

De qualquer forma, nada melhor do que chegar o dia de berrar novamente BORA BAHÊA, MINHA PORRA.

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