Marca SóBahêa

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quinta-feira, 30 de julho de 2020

No sufoco

Em primeiro lugar é preciso elogiar o adversário que, consciente da sua inferioridade técnica, veio para jogar por uma bola e fez isto muito bem. Fechou bem os lados de campo não dando espaço para Élber e Capixaba se criarem, anulou Rodriguinho em 99% do tempo, e sempre dobrava a marcação em qualquer jogador do Bahia que estivesse com a bola. No segundo tempo, se soltou um pouco mais, porém faltou qualidade para assustar nossa defesa.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Do sofá de casa


É hoje o dia/
Da alegria/
E a tristeza/
Nem pode pensar em chegar/
Diga aí espelho meu....

Passamos por tempos complicados, em termos coletivos, os mais complicados que já presenciei, e já são mais de meio século de vida. Vivi na época do regime militar e da guerra fria, presenciei epidemias de sarampo, meningite, SARS e outras, mas nada se compara ao que estamos passando. Lembro de um filme com Denzel Washington, Nova York sitiada, hoje, sem nenhum exagero, podemos dizer que um vírus sitiou e colocou contra as cordas a humanidade e seu extravagante modo de vida.

É neste cenário de filme de catástrofe de Hollywood que o Bahia volta a campo, trazendo consigo parte da alegria que deixamos lá em março quando do último jogo e triunfo sobre o América/RN. Hoje, nem que seja por 90 minutos, milhões de tricolores sentarão em frente à tv – em casa, viu sacana!! – e esquecerão o COVID para torcer e vibrar pelo tricolor. E o que podemos esperar do Bahia no pós-quarentena?