Marca SóBahêa

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domingo, 17 de outubro de 2021

Deixou a desejar

Contra o Coelho mineiro, o Bahia fez a mais fraca das 3 partidas sob o comando de Guto, não tivemos a consistência do jogo contra o Athlético e nem a intensidade da etapa final do jogo contra o Palmeiras, entendo ser normal a oscilação e também é o que espero do velho e conhecido Guto, um time extremamente intenso em casa, mas claudicante fora dela.

domingo, 10 de outubro de 2021

Feliz, mas sem oba-oba - Athlético 0 x 2 Bahia

PQP, como é bom escrever depois que o Bahia triunfa, nada de ficar fuçando daqui e dali para encontrar justificativa, fica bem mais simples, pois o céu está mais azul, as rosas mais vermelhas e aquela luz opaca no fim do túnel começa a ficar mais clara, mais branca, em suma vejo de forma mais vivas as cores que formam o bandeira tricolor.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Sem liga

Quando vi a escalação do Bahia sem Isnaldo e Oscar Ruíz, e com o quarteto Lucas Araújo, Patrick, Daniel e Mugni, pensei que Dabove tinha resolvido mexer no esquema de jogo do time, tentando valorizar mais a posse de bola e dando mais volume de jogo, meu engano aumentou ainda mais quando no primeiro minuto de jogo, o Bahia chegou tocando até a área corintiana. Mas, bastou o jogo se assentar que percebi que trocaram-se os nomes e as características dos jogadores, mas o esquema era o mesmo. Na prática, foram 3 alterações, Daniel foi fazer a de Ruíz, Mugni a de Isnaldo, e Patrick veio para a de Mugni.

domingo, 3 de outubro de 2021

O Bahia já caiu?

Sim, caiu na expectativa da sua torcida que antes entrava de olho na primeira página da tabela e desde o ano passado se contenta em não cair.

Sim, caiu na esperança de seu torcedor em ver um time aguerrido e com um futebol consistente e efetivo. Desde o segundo turno de 2019, o que temos é um elenco que insiste em fazer partidas apagadas e apenas em raros momentos entrega um futebol que honra nossa história.

domingo, 19 de setembro de 2021

Grande jogo, mas péssimo resultado

 Bahia e Bragantino são responsáveis por dois dos jogos mais emocionantes que já assisti, ambos vencidos pelo Tricolor por 3x2. Em 1990, a torcida tricolor foi fundamental para o triunfo e passagem para a semi do brasileiro, nunca vi a torcida tão vibrante na Fonte como naquele jogo. Eles saíram na frente, mas a torcida, Jorginho e Charles trataram de virar o placar, eles empataram, e na parte final do jogo, Wagner Basílio decretou os 3x3. O Outro foi em 2016, o tricolor abriu 2x0, com um gol antológico de Luís Antônio, o Braga não desistiu e buscou o empate, no final da partida, Cajá marcou 3x2 e levou a galera na Fonte no Paraíso do Dendê, em Brasília, à loucura.

domingo, 12 de setembro de 2021

Bora Bahia, mi puto: Santos 0x0 Bahia

Eu já tinha ficado desconfiado no jogo passado, mas ontem tive a certeza disto, o Bahia de Dabove será um time que não fará questão de ficar com a bola ou controlar o jogo, esqueçam saída de bola trabalhada lá de trás, volante entre os zagueiros para qualificar a saída de bola, ou toques laterais entre zagueiros e meia para rodar o time e manter a posse da bola. O Bahia atual vai ser na base da ligação direta do goleiro para o ataque, passes verticais e marcação no campo adversário.

domingo, 5 de setembro de 2021

Carnaval colombiano: Bahia (Rodallega) 4 x 2 Fortaleza

Enfim mais um triunfo tricolor pela A, acho que o último foi sobre o Juventude, 1x0, gol de Matheus Bahia. Depois disto só o triunfo de Pirlo sobre o Galo pela CB. Claro que temos motivos para comemorar e ficar esperançosos por um segundo turno bem melhor que o primeiro, porém velhas preocupações continuam a assombrar o torcedor tricolor. 

domingo, 22 de agosto de 2021

Um time na UTI: Grêmio 2 x 0 Bahia

Em outros tempos, eu diria que era normal perder para o Grêmio em Porto Alegre, mas não em 2021, quando vemos o Imortal do RS se arrastando em campo, sendo eliminado precocemente nos torneios continentais e permanecendo na zona de rebaixamento por todo o primeiro turno. Contudo, o Bahia mais uma vez mostrou que é um time enfermo, sem forças, com sinais vitais fracos e precisando urgente de intervenções para melhorar seu estado, já são 7 jogos na A sem um mísero triunfo, pior são 6 derrotas e 1 empate.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Toda casa da mãe Joana precisa de um bode expiatório (2)

Em junho de 2016, escrevi o post “Toda casa da mãe Joana precisa de um bode expiatório” (http://www.sobahea.net/2016/06/toda-casa-da-mae-joana-precisa-de-um.html), no qual eu analisava a situação do Bahia a partir de duas expressões populares. Pois bem, não que eu acho que Dado ainda reúna condições de ser nosso treinador, entendo ser acertada a sua saída, mas engana-se quem acha que sua saída resolverá todos os problemas do Bahia. Assim, resolvi apenas fazer uma atualização do texto de 2016 para analisar esta saída de Dado.

domingo, 8 de agosto de 2021

Podíamos mais

 Na Copa de 2014, fui na Arena Pantanal, belo e aconchegante estádio, assistir Bósnia x Nigéria, aproveitei para conhecer a Chapada dos Guimarães. Achei o local tão bonito que em 2015 voltei com a família para a Chapada e estendi o passeio para os balneários de Nobres/Bom Jardim com suas águas cristalinas repletas de Dourado, e para o magnífico Pantanal. Pois é, um lugar tão belo e repleto de paisagens magníficas não merecia um jogo tão pobre como este Cuiabá 1x1 Bahia, partida tecnicamente lamentável, em especial na entediante e sonífera segunda etapa.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Davi ou Golias?

Acho desnecessário detalhar a famosa histórica bíblica, na qual o pequenino David derrotou o temido gigante Golias numa batalha, para tanto usou apenas uma funda, uma espécie de badoque da época, o que mostra que nem sempre o tamanho é o mais importante numa disputa. Pois bem, desde que me entendo por gente, e isto já vai um bom tempo, vejo um intenso debate na galera tricolor sobre o real tamanho do Bahia, somos um gigante, um mero time médio, ou um pequeno que não assusta ninguém. Arrisco a dizer que somos tudo isto, bastando mudar o referencial que se usa, simples assim. Sem me prender a dirigentes ou épocas, este texto traz um histórico do Bahia em diversas competições e objetiva trazer subsídios para o supracitado debate que se intensificou bastante após a vexaminosa goleada para o Flamengo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Hora de acordar

São 5 derrotas consecutivas, 4 delas pelo Brasileiro, sendo duas em casa, para piorar, nosso até pouco tempo brocador ataque, passou em branco em todas elas, o que acende de vez a luz amarela do Bahia na temporada. Toda derrota é ruim, mas as de ontem e a do América são irrecuperáveis, 6 pontos perdidos que estão fazendo muita falta.

domingo, 25 de julho de 2021

Não deu: Atlético/MG 3 x 0 Bahia

Dado enxergou o buraco que foi nossa frente de zaga no último jogo e resolveu mudar o esquema tático. Entrou no 5-4-1, com Patrick entre os zagueiros, Jonas e Lucas Araújo na frente da zaga. O que entendo ser o melhor esquema do Bahia para enfrentar os melhores times do campeonato.

domingo, 18 de julho de 2021

Choque de realidade

 Campeonato passado, faltavam 3 rodadas para o fim e o Bahia tinha o Galo pela frente no Mineirão, para piorar, íamos para o jogo sem Gilberto, ser goleado era nossa expectativa mais realista. Contudo, Dado trouxe Patrick do sub-20 para jogar entre os zagueiros, colocou Gregore e Ronaldo na frente da zaga, Rodriguinho jogando entre as linhas adversarias e espetou Rossi nas costas de Arana e Gabriel Novais nas dos lentos zagueiros atleticanos. O Bahia fez uma bela partida e podia ter ganho do Galo se aproveitasse as chances perdidas. Nas próximas partidas, repetimos o 5-4-1, com isto goleamos o Fortaleza lá e ganhamos do Santos na Fonte.

segunda-feira, 5 de julho de 2021

O Bahia de Gilberto: Chapecoense 0 x 2 Bahia

Na NBA, liga de basquete norte-americana, todo grande time tem seu homem de referência, jogador acima da média a quem cabe decidir a maioria dos jogos e conduzir o time nas grandes conquistas. Todos têm o número da camisa aposentado e os mais especiais viram sobrenomes dos times, assim temos o Chicago de Jordan, o Lakers de Magic, o Boston de Bird, o Cleveland de LeBron e o Lakers de Kobe, dentre outros.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Que sirva de lição: Bahia 3 x 4 América MG

Só vi o segundo tempo, mas acho que foi suficiente para entender qual foi a tônica do jogo. Vi um América muito consciente do que fazer em campo, enquanto o Bahia se mostrava incapaz de reagir ao bem armado esquema defensivo do adversário.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Esta doeu: Palmeiras 3x 2 Bahia

 - E aí Irmão, que cara é esta?

- Porra, Pivete!! Ainda tô na bruxa com aquela derrota de ontem.

- Foda, dominamos o jogo todo e demos aquela braga no final.

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Deu sono: Bahia 0 x 0 Corinthians

Segundo o infoescola.com, o cientista político e economista Max Weber (1864-1920) define a burocracia como a estruturação formal da organização, permitindo, dessa forma, organizar as atividades humanas para a realização de objetivos comuns no longo prazo. Contudo, o conceito popular tem a burocracia como um excesso de regras que emperra o andamento da máquina pública e atrapalha a vida do cidadão.

domingo, 6 de junho de 2021

Saímos no lucro: Bragantino 3 x 3 Bahia

 De início, é preciso informar que assisti parte do primeiro tempo do jogo pelo rádio, foi o dia de minha esposa ser vacinada, e aí não tem dúvidas sobre a prioridade. Assim, minha análise vai ser muito com base nos 10 minutos finais do primeiro tempo e segundo.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

O Bahia é Cruel, muito Cruel

"Taí o que você queria", a bola rolou pelo Brasileiro e pela Copa do Brasil e o ataque tricolor foi "cruel, muito cruel" com os adversários. Thaciano, Juninho e Rodriguinho "sabem que é disto, é disto que o povo gosta" e deixaram suas marcas nas redes adversárias. Super Rossi, "super herói é para isto" fez três assistências nos quatro gols do Esquadrão. E só não fizemos mais gols, porque Van Diesel ignorou "o corpo estendido no chão" na área do Vila Nova e não marcou as penalidades, apenas autorizou "o primeiro carreto da noite". Para quem não teve a felicidade de conhecer, as frases entre aspas são os bordões utilizados por Januário de Oliveira, icônico narrador das décadas de 80 e 90, que nos deixou esta semana. Este parágrafo é uma singela homenagem pelos bons momentos em frente a TV assistindo suas narrações, com ele no comando da cabine, o jogo nunca era chato e a diversão era garantida.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

É chão, viu menino!!!

Meu amor e o pouco que conheço de futebol devo a meu pai, ele que me levava ao Lomantão para ver os jogos do Conquista e Serrano; no tempo que morou no Ceará, o Castelão era nossa segunda casa; e não tem como esquecer que foi ele que me levou na Fonte no histórico 5x0 sobre o Santa Cruz, quando floresceu de vez esta paixão que nutro pelo Bahia. Infelizmente, ele se foi no domingo 16/5, exatamente um mês antes de completar 76 anos. Perdi um amigo, um companheiro de estádio e um professor na vida e no futebol.

domingo, 9 de maio de 2021

O MAIOR DO NORDESTE VOLTOU: Ceará 1 x 2 Bahia

Em 1959, o Bahia venceu o Santos de Pelé na terceira partida, em pleno Maracanã, e se sagrou o primeiro campeão nacional, antes tínhamos eliminados, também em três partidas, o Ceará e o Vasco. Na década de 70, o esquadrão composto por Sapatão, Baiaco, Douglas Fito, Jesum e Beijoca, dentre outros, ganhou nove em 10 campeonatos baianos, com direito a um hepta. Em 81, perdemos de 4x0 para o Santa de Dadá no jogo do turno, no returno era preciso ganhar de 5x0, e o Bahia comandado por Léo Oliveira e com uma atuação de gala do gênio Gílson Gênio fez os 5x0 que precisava. Em 88, enfrentamos na semi e final do Brasileiro dois times que tinham nos imposto duas sapecadas por 3x0, empatamos fora e ganhamos em casa, nos tornando campeões brasileiros. Em 94, Raudinei fez valer a mística tricolor e marcou aos 46 do segundo tempo do clássico, nos dando o bicampeonato estadual.

domingo, 11 de abril de 2021

Hora do pega para capar

Com o triunfo de virada por 2x1 sobre o ABC, o Bahia se classificou para as quartas-de-finais da Copa do Nordeste, quando enfrentará o CRB em Pituaçu.


O Bahia não fez uma apresentação de encher os olhos, persiste a dificuldade de criação contra uma defesa fechada, mas entendo que fez um dos jogos mais equilibrados da temporada. Na defesa, deixamos o adversário criar muito pouco, Douglas fez uma unica defesa no jogo, ao contrário do jogo contra o Manaus quando foi muito exigido. 


No meio, Daniel fez uma grande partida, para mim o melhor em campo, apesar da falha clamorosa no gol dos caras. Ele manteve a movimentação que marca suas atuações, arriscou chute a gol e deu um passe sensacional para Rossi no gol de empate tricolor. Isto se deve muito a entrada de Thaciano na equipe, apesar de ter feito uma partida apagada ontem, ele também se movimenta muito, chega na área adversária e se apresenta para o toque de bola, o que facilita muito o trabalho dos outros meias. Entendo que Patrick caiu um pouco nos últimos jogos, mas continua sendo fundamental para qualificar a saída de bola do tricolor.


No ataque, Rodriguinho flutua entre as linhas de defesa adversária, se aproxima de Gilberto e tem sido fundamental para o Bahia deixar de ser um time capenga, pois tem sempre caído pela esquerda para ajudar os meias, Thaciano e Daniel, na triangulação com Matheus Bahia. Com isto, o Bahia tem conseguido atacar pelos dois lados, não por acaso, o gol de Giba nasceu de uma assistência de Rossi pela direita; e o de Oscar Ruiz nasceu de um cruzamento de MB pela esquerda. Por sinal, acho que Oscar Ruiz fez algo inédito, um jogador marcar no primeiro toque pelo time, e provou de cara o que mostra seus vídeos, é um atacante de lado que entra na área para concluir a gol, característica que vai ajudar muito o Bahia na sequência da temporada.


Por fim, mesmo perdendo, o time não se desesperou, manteve o padrão de jogo, a bola no chão e procurou achar as brechas na defesa adversária para criar suas chances de gol, sendo recompensado com o vira-vira na etapa final. Agora é brocar o CRB e alcançar mais uma semi da Lampions contra Fortaleza ou CSA.

domingo, 4 de abril de 2021

A gangorra tricolor: Fortaleza 2 x 1 Bahia

Perder para o Fortaleza no Castelão está longe de ser um motivo de preocupação, afinal é um adversário de Série A e que sabe atuar sobre os seus domínios. Contudo perder 3 jogos na Copa do Nordeste (Rival, CSA e Fortaleza) sem incomodar a zaga e o goleiro adversário acende uma luz amarela que requer uma análise criteriosa da comissão técnica para tentar corrigir esta crônica incapacidade do Bahia em vencer a zaga adversária.

sábado, 20 de março de 2021

Ganhar assim é bom demais: Bahia 4 x 0 Sport

 Começo logo deixando claro que é muito bom golear o Sport, em especial depois de termos perdido os dois jogos para ele na A e ser derrotado no último jogo pelo Rival. A sensação de se impor sobre os rivais nordestinos é fantástica.

domingo, 14 de março de 2021

Derrota mais que justa: Rival 1 x 0 Bahia

Logo de cara é preciso admitir que o Rival, mesmo com um time de garotos, entendeu melhor o que é jogar um clássico e nos dominou os 90 minutos de jogo. Ditaram o ritmo, tiveram a bola e foram mais perigosos.

quarta-feira, 10 de março de 2021

DE alma lavada: Campinense 1 x 7 Bahia

Um resultado de 7x1 é para lavar a alma do torcedor, apenas 78 vezes em mais de 5.200 jogos o Bahia tinha feito 7 ou mais gols, ganhando com 7 gols do tricolor foram 40 vezes. A maioria esmagadora em amistosos ou Baiano, em campeonatos regionais ou nacionais foram apenas 4 vezes, na Copa do Brasil uma única vez, ao ganha de 8x0 do Interporto na Fonte em 2000. Considerando todos os campeonatos, nossa última goleada deste porte foi em 2019 sobre o Juazeirense pelo mesmo 7x1.

domingo, 7 de março de 2021

Deu ruim

 A derrota dos aspirantes no Baiano e o empate do principal na CNE fizeram ressurgir na cabeça do torcedor velhos fantasmas que insistem em nos assombrar desde 19, quando fomos desclassificados na primeira fase da CNE. 

Caminho certo

 Difícil comentar jogo dos aspirantes, pois ainda tenho dificuldades para reconhecer e sobretudo acompanhar os jogadores, mas vou me arriscar num breve comentário fazendo um link com o time principal.

Hora de recomeçar

Enfim a temporada 2020 ficou para trás, haja sofrimento e agonia. É uma temporada para ser esquecida pelos torcedores, mas não pelos dirigentes do clube, a estes cabe estudar minuciosamente as decisões tomadas para que os erros cometidos, e não foram poucos, não se repitam. 

É hoje

O Bahia fez uma bela atuação no último jogo, defensivamente o ferrolho funcionou muito bem, e ofensivamente criamos várias chances. 

Podíamos mais

 Ontem, o Bahia provou que não precisa entrar com 3 atacantes para ser ofensivo e criar chances de gol, entramos com 3 volantes, 1 meia e 2 atacantes, mas na real jogamos num bem montado 5-3-2 com Patrick de Lucca, boa e consciente estreia, jogando entre os zagueiros e saindo muito pouco mesmo quando o Bahia tinha a bola. A segunda linha era formada por Rossi pela direita, Ronaldo centralizado e Gregore pela esquerda; na frente, Gabriel e Rodriguinho.

De cabeça inchada

Com a suspensão de Rossi, Dado ouviu o clamor da torcida e entrou com um suposto 4-4-2, com Daniel e Ramírez no meio. Falo suposto, pois a intenção do 4-4-2 ficou só no papel e na característica dos jogadores, claramente o Bahia entrou no 4-1-4-1 defensivamente, o que já vinha sendo utilizado nos jogos anteriores com relativo sucesso, e ontem também não complicou na parte defensiva.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Mais um importante passo

Brocamos, e neste momento de risco de queda para a Série B, isto é o que interessa, futebol bonito e vistoso fica para outro momento. Contudo, ainda faltam 6 jogos e cabe refletir se sempre contaremos com a sorte e com a falha do goleiro adversário como aconteceu ontem. Tenho certeza que não, por isto, apesar do importante triunfo, entendo que ainda cabe refletir sobre o esquema tático do Bahia.

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

“Navegar é preciso, viver não é preciso”

Acho que já recorri a este fado brilhantemente interpretado por Caetano Veloso em outros textos, mas nunca é demais utilizar a genialidade alheia, neste caso o poeta português Fernando Pessoa, como fonte de inspiração.  Traduzo esta frase para usá-la no futebol como “Gerir é preciso, contratar não é preciso”. De cara, é preciso deixar claro que o termo preciso não é utilizado no sentido de necessidade, uma vez que gerir e contratar são condições básicas para um clube de futebol existir. O termo é usado no sentido de precisão, gerir por mais difícil que seja, é um equilíbrio entre receitas e despesas, aperta daqui folga dali e se consegue obter o resultado esperado ou algo próximo. Por sua vez, contratar não é bem por aí, nem sempre trazer uma estrela é sinal de sucesso ou trazer um desconhecido é sinal de fracasso.